sábado, 19 de fevereiro de 2011

DISCERNIMENTO: A PALAVRA CERTA NO MOMENTO CERTO

150211Ao longo do dia nós temos muitas oportunidades de aprender algo que nos ajude a ser melhores; até com os erros, nossos e dos outros, devemos tirar um bom ensinamento para a nossa vida.
Aprendamos com o que é bom e com o que vai nos ajudar; as coisas que não nos edificam não precisamos levar em conta. Fiquemos atentos às ocasiões que a Divina Providência nos proporcionará no nosso caminho de formação e de maturidade.
Se prestarmos atenção, Jesus, nos Evangelhos, estava sempre ensinando o povo, Seus discípulos e todos que se aproximavam d’Ele. “Um dia estava Jesus ensinando” (Lc 5,17), e não perdia nenhuma oportunidade.
Muitas vezes, lemos um bom livro, vemos um bom filme, contemplamos uma cena enriquecedora, os quais devemos partilhar com os nossos irmãos. Por outro lado, devemos nos perguntar sempre antes de falar qualquer coisa: “O que vou falar vai edificar o outro? É algo necessário?” Certamente, o Espírito Santo nos ensinará a discernir o que é bom para o momento e o que não o é.
Peçamos ao Espírito Santo que nos ajude a termos sempre uma palavra acertada para o momento certo.
Obrigada, Senhor!
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

SER INTEIRAMENTE DO SENHOR

Nós damos a vitória àquele a quem escolhemos, a quem seguimos e a quem servimos. O grande mal é querer ser de Deus e do mundo ao mesmo tempo. Grande insensatez! Quanto ao mundo, estamos nele. Quanto ao Senhor, pertencemos a Ele. É preciso decidir, com urgência, com quem ficar. Se de um lado, Deus nos atrai, de outro o inimigo nos arrasta. A quem você quer servir?

Mais do que nunca devemos ser inteira e exclusivamente do Senhor. Não dá para ficar com um pé aqui e outro lá. Eis nossa luta: “Tende coragem, filhos, e clamai a Deus, pois aquele que voz conduziu para lá lembrar-se-á de vós. Assim como tivestes o propósito de vos afastar de Deus, depois de convertidos, multiplicai vossos esforços para procurá-lo!” (Baruc 4, 27)

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

SOMOS SERVOS ELEITOS DO SENHOR

 
Somos os servos do Senhor, preparando a terra, a humanidade, para que Jesus venha e a governe. Nossa posição é a de servos do Senhor, o Rei dos reis que vem para governar a terra. Afirme para si mesmo: “Eu sou servo. Minha identidade é ser servo. O Senhor me escolheu para servir. Vivo para servi-Lo”.
Somos servos e nos encaixamos bem nesta Palavra de Jesus: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu quem vos escolhi. Eu vos vos designei para irdes e produzirdes fruto e para que vosso fruto permaneça”.
O Senhor nos escolheu, gratuitamente, por amor. Você nunca chama uma mulher de “minha eleita” se não a ama. Da mesma forma, uma mulher nunca vai chamar um homem de “meu eleito”, se não o amar. O “ eleito”, aqui, traz uma conotação de amor: “Meu eleito ao qual dou toda minha afeição (...)”.
Deus é amor e derrama esse amor sobre você. Essa é a nossa identidade: somos servos eleitos do Senhor, sobre quem Ele põe toda a Sua a
Ele põe toda a Sua afeição

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

É VOCE QUE ESCOLHE COMO QUER SE SENTIR HOJE

 
O que essa Palavra de hoje nos revela? Nos revela que a fé não é uma ficção, é acreditar naquilo que você não vê. O fato de você não conseguir enxergar, não afirma que algo não existe. A gente não vê o ar que respira, mas ninguém tem dúvida de que ele está presente.
Você vê o amor? Não, vê a atitude de alguém que está amando, fazendo um carinho, olhando para alguém com doçura. Você consegue ver o físico, mas o amor mesmo é invisível. O mal também a gente não vê, mas vê muito bem as atitudes más.
Deus nos ama e nunca deixa de nos amar. Mas não basta que Ele nos ame para ganharmos a vitória. É preciso que a gente também o ame e batalhe para alcançar a graça. Para que a vitória acontecesse, Eliseu rezou. A oração é a melhor maneira de permanecer firme no Pai.
Quando os nossos olhos são abertos pelo Espírito Santo, conseguimos ver, em qualquer situação, a mão de Deus perto de nós. Queira a presença do Senhor com você em tudo que o acontece. Devemos orar pelos que nos perseguem e nos odeiam, pois é por meio da oração que Deus chega ao coração deles.
Jesus quer nos libertar de todo inimigo espiritual que quer nos afastar d'Ele e nos deixar deprimidos. Neste dia, confie porque Deus vai sustentar você. Tudo que aparece na nossa vida pode se tornar um carro para nos conduzir ao Senhor, eles podem nos transportar para o céu se assim quisermos.
O casamento pode ser para nós um transporte, assim como o trabalho, as amizades... Sempre pense que as dificuldades podem ser um oportunidade para você recomeçar e crescer. Reze ao Pai e peça para que Ele abra o seu coração para essa realidade.
Cabe somente a nós escolher como a situação que nos acontece hoje vai nos afetar. Se você quiser ficar bravo, ficará; se escolher reclamar, assim será... A escolha é sua! Amém!

Márcio Mendes

Missionário da Comunidade Canção Nova

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O MILAGRE ESTÁ Á NOSSA DISPOSIÇÃO

 

Veja a história de Ana, mãe de Samuel:

“Cheia de amargura, Ana dirigiu ao Senhor a sua oração, chorando, entre abundantes lágrimas. Enquanto ela orava assim prolongadamente diante do Senhor, Eli observava sua boca. Ana flava baixinho, consigo mesma. Somente seus lábios se moviam. Não se podia ouvir a sua voz. Eli a tomou por bêbada. Eli lhe disse: ‘Até quando estarás bêbada? Vai curar essa bebedeira’. Ana lhe respondeu: ‘Não bebi vinho, nem outra bebida inebriante. Estava apenas abrindo meu coração diante do Senhor. Não trates tua serva como se fosse uma vagabunda, porque foi excesso de dor e de amargura que me fez falar até agora’. Eli lhe respondeu: ‘Vai em paz, e que o Deus de Israel te conceda o que lhe pediste’” (1Sm 1,10.12-17).
Muito pior do que a esterilidade física é a esterilidade espiritual: de nossa fé. O pecado, o mundo, o demônio conseguiram fazer de nós, homens e mulheres, estéreis na fé e na confiança em Deus.
É preciso, como Ana, derramar nosso coração diante do Senhor.
Infelizmente somos homens e mulheres de pouca fé; gastamos um pouquinho de energia para pedir e já desanimamos. Dizemos que é impossível e “entregamos os pontos”. O Senhor quer nos devolver a fecundidade da fé que o sistema desse mundo e a tentação esterilizaram.
Rezamos um “pouquinho” e com isso achamos que rezamos muito. É como numa corrida: o corredor precisa ter força nas pernas não somente na descida; ele precisa continuar com firmeza e agilidade, no mesmo ritmo, também na subida. Vence aquele que não arrefece e conserva o ritmo até a chegada.
Todo cristão precisa dessa firmeza. O mundo tornou-se um deserto de fé e de amor.
Depois de Pentecostes, os apóstolos pregavam e as pessoas se convertiam e recebiam o derramamento do Espírito Santo. O número de cristãos cresceu de tal forma que somente os apóstolos não eram suficientes para atendê-los. Surgiram os diáconos, entre os quais Estevão.
O ardor e a força da convicção de Estevão eram tamanhos que abalaram as estruturas do sinédrio. Por causa disso, tinham muita raiva dele. Condenaram e martirizaram Estevão a pedradas, para que não pudesse mais falar. Saulo foi quem carregou o manto daqueles que o apedrejaram. A revanche de Deus foi muito maior: o que Estevão não falou Paulo falou e fez.
Ninguém pode calar nossa boca, nossa fé nem nossa eloquência em proclamar que Jesus Cristo é o Senhor. Nós, cristãos, precisamos reagir.
Depois de terem sido presos, Pedro, João e os demais apóstolos foram proibidos de pregar em nome de Jesus e realizar milagres. Ao voltarem para a comunidade, todos estavam orando. Em vez de aqueles homens ficarem temerosos diante da proibição, eles fizeram uma oração:
“E agora, Senhor, sê atento às suas ameaças, e concede aos teus servos que anunciem a tua Palavra com inteira segurança. Estende, pois, a mão para que se produzam curas, sinais e prodígios pelo nome de Jesus, teu santo servo” (At 4,29-30).
É assim que o Senhor prepara seus valentes guerreiros, os apóstolos de ontem e de hoje. Ontem eram Pedro, João, Estevão e Paulo. Hoje somos Reginaldo, Nilva, eu e você. O método é o mesmo: o Senhor põe diante de nós situações concretas diante das quais precisamos pôr nossa fé em ação.
Não estranhe: se as situações são difíceis, é porque você precisa de um treinamento mais firme de fé.

(Trecho do livro "Combatentes na Fé" de monsenhor Jonas Abib)

É O AMOR QUE HUMANIZA A SEXUALIDADE

O amor torna humana a sexualidade e gera o comprometimentoAmor: somente ele pode, de fato, humanizar a sexualidade. No entanto, em nossos dias esse termo se encontra envolto em uma complexa confusão em seu sentido e compreensão. Muitos o têm reduzido apenas à dimensão do prazer, em sua especificidade erótica. É certo que essa palavra engloba também essa dimensão, contudo, ele não se encerra apenas em tal expressão.O amor – em seu sentido agápico (grego: Agápe) – significa capacidade concreta de doação em favor de um outro, buscando a devida interação com a sua verdade. E isso também deve ser aplicado à concepção humano/erótica do amor, pois, este para ser autêntico não poderá ter o egoísmo como única força motriz.O amor não se resume à utilização do outro como objeto de prazer sexual. Ele não poderá permitir autilização momentânea e descartável de um “alguém humano” por meio de aventura descompromissada e irresponsável. O autêntico amor comporta o compromisso.Estamos acostumados a ouvir os gritos de uma sociedade que elevou à máxima potência a necessidade de satisfazer os próprios desejos e instintos a qualquer custo, transmutando, assim, o valor da pessoa e o colocando em segundo plano. Dentro desse universo de compreensão, o que importa é satisfazer o desejo, não se importando se o outro é utilizado como um mero “brinquedo” por alguns instantes, sendo depois jogado nas mãos do destino.É o amor/compromisso quem humaniza a sexualidade, do contrário ela se torna apenas egoísmo animalesco. A vivência sexual sem o amor deixa de ser humana e torna-se escravidão instintiva. Quem verdadeiramente ama é capaz de assumir o outro integralmente, com todas as suas consequências, sem querer usá-lo apenas para uma satisfação superficial.O amor torna humana a sexualidade e gera o comprometimento – que tem sua máxima expressão no matrimônio sacramental – e o bem necessário para que a devida interação aconteça, sinalizando o outro como fim e não como meio. O ser humano possui uma dignidade inviolável, ele é pessoa e nunca deverá ser diminuído à categoria de objeto. O amor traz cor e sabor à vida, ele inaugura uma primavera de sentido para toda e qualquer relação.A virtude a que somos chamados consiste em contemplar pessoas e relacionamentos sob a ótica do autêntico amor. Assim a doação sincera em vista do bem inspirará nossas atitudes e nos permitirá elevar o ser à sua altíssima e verdadeira condição: a de filho amado, querido e respeitado por Deus.
Adriano Zandoná

A QUEM VOCE QUER SERVIR ?

Estamos em tempo de guerra! Há muita confusão no mundo; controvérsias na própria Igreja de Deus. A razão disso tudo é que o inimigo de Deus sabe que seu tempo está acabando e que Jesus se aproxima a passos largos. Eis a razão de toda sua artimanha para estragar a obra de Deus, a começar por nós. Tudo o que ele tem feito no mundo é devido a seu desespero; ele sabe que pouco tempo lhe resta.
E qual deve ser nossa atitude? Se nos entregamos a Cristo, servindo-Lhe e lutando com Ele, temos n'Ele a vitória. Por outro lado, se andamos pelos caminhos do mundo, seguindo a carne, damos a vitória ao inimigo de Deus. Não pense que precisamos ser maus, desonestos, impuros, adúlteros e beberrões para sermos do maligno e trabalharmos para ele. Basta largar Jesus. Basta isso! E o inimigo vem com tudo para nos abocanhar.
Eis o segredo: nós damos a vitória àquele a quem escolhemos, a quem seguimos e a quem servimos.

(Trecho retirado do livro "Considerai como crescem os lírios dos campos" de monsenhor Jonas Abib)