sexta-feira, 29 de julho de 2011

CONQUISTE OS BENS ETERNOS

Jesus morreu por nós, mas ressuscitou e subiu ao céu. Agora, no céu, Ele é nosso intercessor. E, como Ele, precisamos investir a nossa vida no resgate dos outros.
Infelizmente, temos investido nossa vida em tantas coisas desse mundo passageiro... Nossa profissão é tudo o que aprendemos nos bancos da escola, o que é muito bom, mas esse aprendizado precisa ser usado para levar pessoas ao céu, resgatar almas, apressar a vinda de céus novos e uma terra nova. Porém, temos usado nossos conhecimentos para o nosso próprio bem, para ganhar dinheiro, para adquirir poder, fama e satisfazer nosso egoísmo e vaidade.
A Palavra de Deus nos instrui e nos orienta a agir de forma nova: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo” (Mt 6,33).
É justo que Deus tenha o que é d'Ele. Justiça é dar a cada um o que lhe cabe, o que lhe é próprio. Você é de Deus. É justo que você se entregue ao Senhor e viva inteiramente para Ele, viva para os interesses d'Ele, que são as almas: muitas almas.
É uma pena que as pessoas invistam a vida em busca de lucro, vivendo em função do dinheiro. Investem no consumo daquilo que provoca a morte tanto desta vida como da eterna.
Necessitamos do Espírito Santo para ter a coragem de investir a vida na conquista dos bens eternos, e não nos bens passageiros e ilusórios. A Palavra de Deus é clara: quem investe a vida no Reino e na justiça de Deus receberá, já neste mundo, o cêntuplo e, no futuro, a vida eterna.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

SOMOS CIDADÃOS DO CÉU


O Reino de Deus está próximo. Por isso, levante a cabeça, reanime-se, porque a nossa libertação se aproxima. Essa é a grande esperança dos guerreiros do Senhor. É essa esperança que devemos viver, que nasce de uma certeza: o Senhor virá em breve. É essa certeza e esperança que temos de levar a muitos. O mundo e a própria Igreja estão carentes disso. Nós somos os guerreiros na esperança!
O Pai tem uma morada para cada um de nós no céu. Essa é a esperança que precisamos assumir cada dia mais e proclamar aos quatro cantos da terra. Temos lá uma morada: somos cidadãos do céu!
Pousada é o lugar em que ficamos para descansar, para no dia seguinte continuar a caminhada. Morada, porém, é o lugar onde a pessoa permanece, e não um lugar de passagem. É lugar para morar, para permanecer. Há no céu uma morada para a sua família.
Sempre comparo as moradas do céu com a beleza dos arranjos de flores. Sua família é um arranjo, e o Pai precisa de você para que toda a sua família possa morar no céu. Há lugar para ela.
Jesus foi na frente para preparar o nosso lugar. Há um lugar no céu que é somente seu, e isso não é egoísmo; pelo
contrário, é uma grande responsabilidade. Ninguém poderá ocupar esse lugar, porque Jesus o preparou e reservou exclusivamente para você.
Já imaginou a dor no coração de Deus se encontrar seu lugar vazio? Nosso Senhor Jesus Cristo se humilhou, se fez homem e morreu numa cruz, para que você ocupasse o seu lugar no céu. Ninguém pode faltar!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A OUSADIA DE RECOMEÇAR

Nós precisamos ter a coragem de começar tudo de novo, de maneira alguma podemos nos acomodar com o que já fazemos e já sabemos. A vida é movimento; é um aprendizado constante; é a capacidade de sempre dar respostas diferentes. É a sensibilidade de perceber que precisamos mudar certos hábitos, de agir e não de simplesmente reagir; é ter a ousadia de recomeçar, de ser quem somos, de enfrentar os desafios, de nos colocar a serviço dos que necessitam, na certeza de que nunca estamos sozinhos, porque Jesus está sempre conosco auxiliando-nos e mostrando-nos por onde devemos seguir.
Muitas vezes, não avançamos porque temos medo de errar. Coloquemo-nos a caminho e comecemos tudo de novo, porque unidos ao Senhor tudo podemos.
“Tudo posso naquele que me fortalece” (Fl 4,13).
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

SOBRE O ALTAR ACONTECE A SALVAÇÃO

O Papa Bento XVI, desde o tempo de cardeal, fala de uma reforma litúrgica. No Concílio Vaticano II, ele pediu uma certa reforma do missal, pois a forma pela qual celebramos a Santa Missa precisava ser adaptada para que o povo pudesse compreendê-la melhor.
Na celebração da Santa Missa, Deus é o centro de tudo. Assim, antes do Concílio, todas as pessoas olhavam para a mesma direção, inclusive o padre, de frente para Deus. O sacerdote, quando se sentava, ficava de lado no altar. O atual Papa começou a refletir, então, que o jeito de celebrar a Missa, hoje em dia, está colocando o padre no centro, em vez de colocar Deus. É por isso que, muitas vezes, alguns sacerdotes fazem Missas que são mais show do que adoração.
Na celebração da Eucaristia, Deus deve estar no centro. Para mostrar a necessidade de repensar sobre isso, Bento XVI, quando ainda era cardeal, começou um movimento litúrgico a fim de tentar colocar o Senhor no centro novamente. Ele sugeriu um passo pedagógico: colocar, no centro do altar, o crucifixo para que todos saibam que o padre está falando com Deus ao celebrar a Missa.
Meus irmãos, nós precisamos voltar a 'rezar Missa', pois, olhando para o Crucificado, estamos olhando para a imagem do Pai. Esta é a primeira pérola do Papa Bento XVI: a cruz no centro do altar.
Todos os movimentos profundos que aconteceram na Igreja precisaram tocar o povo, porque este precisa aprender que, no centro do altar, está Jesus Cristo. Precisamos de Missa que seja salvação, por meio da qual nos colocamos em profunda comunhão com o Senhor.
A segunda pérola do atual Sumo Pontífice é que, a partir do Corpus Christi de 2008, ele começou a dar comunhão aos fiéis na boca, pedindo a estes que se ajoelhassem.
Se lermos os documentos litúrgicos, descobriremos que a forma normal de receber a comunhão é na boca. O fiel fica de frente para o sacerdote, de mãos postas. O padre eleva a hóstia, o fiel diz 'amém' e abre a boca, colocando a língua levemente para fora e o padre deposita a sagrada comunhão na sua língua.
Ao longo dos séculos, a Igreja foi percebendo que, com a comunhão na mão, havia o perigo de que as partículas do Corpo de Cristo se perdessem. Por isso, a comunhão na boca deve ser preferida.
A lei litúrgica diz que os fiéis devem manifestar sua adoração com uma reverência. Então, as pessoas podem receber a comunhão de joelhos (isso já é uma adoração). No entanto, se estas têm problemas de saúde ou o pároco não aceita que os fiéis recebam a comunhão de joelhos, elas devem fazer a devida reverência, colocando o joelho direito próximo ao calcanhar esquerdo, com a postura ereta. Caso também não possam fazer essa genuflexão, façam uma inclinação profunda. Assim, recebem a comunhão adorando a Nosso Senhor. Essa é a tradição da Igreja, “porque não deve comer dessa carne quem não adorou primeiro” (Santo Agostinho).
Essa é a beleza de poder adorar a Deus, inclinar-se diante dEle. A Eucaristia é o dom mais precioso que recebemos do Senhor
Padre Paulo Ricardo

quarta-feira, 27 de julho de 2011

OS HOMENS VERÃO O TRIUNFO DE JESUS

Hoje estamos padecendo num vale de lágrimas, mas teremos essa humanidade nova, essa terra nova. É preciso que isso aconteça! E acontecerá! “Passarão o céu e a terra, mas minhas palavras não passarão” (Mt 24,35). Isso precisa acontecer para a glória do Pai; para a glória de Jesus, o autor desta nossa salvação; para a glória do Espírito Santo, que está preparando este novo tempo.
Os homens necessitam ver o triunfo de Jesus. Ele que em sua primeira vinda foi desprezado, traído, julgado, condenado até a morte na cruz, rejeitado pelo próprio povo e continua, infelizmente, rejeitado por muitos. É preciso que Jesus, vitorioso, seja glorificado nesta terra durante um longo tempo, que o Reino de Deus seja implantado neste mundo e que seus direitos de Rei e Senhor sejam reconhecidos.
Assim, no fim do mundo, no fim de fato, iremos para o céu e haverá apenas ele. Como diz o Apocalipse, não haverá mais vestígios da terra: “O céu e a terra fugiram da sua presença e não se achou mais o lugar deles” (Ap 20,11).
Mas, até lá, ainda há muito tempo, e nisso concordam teólogos e padres. Para a vinda do Senhor, porém, não falta muito! Todos os sinais dos tempos mostram que sua segunda vinda está cada vez mais próxima. Vem, Senhor Jesus!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova