quarta-feira, 28 de setembro de 2011

AJA COM MUITO AMOR NAS HORAS DIFICEIS


“Fazei, pois, morrer o que em vós pertence à terra: devassidão, impureza, paixão, mau desejo e a tal cupidez que é uma idolatria. Eis o que provoca a cólera de Deus, eis qual era a vossa conduta outrora, o que constituía a vossa vida. Agora, pois, vós também livrai-vos de tudo isso: cólera, irritação, malvadez, injúrias, grosseria saída de vossos lábios. Não haja mais mentira entre vós, pois vos despojastes do homem velho, com suas práticas, e revestistes o homem novo, aquele que, para ter acesso ao conhecimento, não cessa de ser renovado à imagem do seu Criador” (Cl 3,5-10).
Cólera é a irritação, a raiva, o rancor que sentimos até mesmo diante de coisas erradas. O Senhor quer nos convencer de que o remédio humano que estamos usando não funciona. Gritar com o filho, xingar e bater, reagir com ira não resolve. Deus nos ensina que o remédio, a solução, é o amor.
Muitas vezes, você é obrigado a corrigir e a castigar, mas nada disso pode ser feito com ira. Você pode ter todas as razões para falar firme com o seu cônjuge a fim de corrigi-lo. Só que o remédio não é a ira, ela não vem de Deus. A solução é o amor, essa é a nossa essência.
O Espírito Santo é quem semeia o amor em nós. Pais e filhos precisam usar o amor que têm semeado no próprio coração. Precisamos acabar com a nossa má vontade dentro de casa. Às vezes damos desculpas: “Cheguei cansado!” Mas o cansaço não é desculpa. O amor supera tudo, também o cansaço. Deus já semeou em nós a “boa vontade”. É preciso usá-la também nas horas difíceis.

Monsenhor Jonas Abib

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A ORAÇÃO É A LUZ DA ALMA

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“A oração, o diálogo com Deus, é um bem incomparável, porque nos põe em comunhão íntima com Deus. Assim como os olhos do corpo são iluminados quando recebem a luz, a alma que se eleva para Deus é iluminada por sua luz inefável. Falo da oração, que não é só uma atitude exterior, mas que provém do coração e não se limita a ocasiões ou horas determinadas, prolongando-se dia e noite, sem interrupção.
Com efeito, não devemos orientar o pensamento para Deus apenas quando nos aplicamos à oração; também no meio das mais variadas tarefas - como o cuidado dos pobres, as obras úteis de misericórdia ou quaisquer outros serviços do próximo - é preciso conservar sempre vivos o desejo e a lembrança de Deus.
A oração é a luz da alma, o verdadeiro conhecimento de Deus, a mediadora entre Deus e os homens” (Homilias de São João Crisóstomo, bispo - séc. IV).
Peçamos, hoje, a Jesus a graça de estarmos unidos a Ele ao longo de todo este dia e sempre.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santigo

AMOR NOSSA MAIOR NECESSIDADE


Jesus precisa ser levado por pessoas que sejam para Ele como os Seus pés, Suas mãos, Seus braços, Seus olhos, Sua face e que O apresentem a quem está necessitado. Em nosso tempo, o Senhor precisa de uma tropa de resgate, de braços capazes de resgatar pessoas de situações muito difíceis, com envolvimento com bebidas alcoólicas, drogas, prostituição, adultério e rebeldia, cujas vidas estão sem sentido, depressivas, precisam ser resgatadas.
Cristo quer libertar pessoas do isolamento, do orgulho e da vaidade. Além daquelas que estão soterradas, depressivas, existem outras que foram dominadas pelo orgulho e julgam poder ficar sem Deus. Não têm consciência do erro que cometem!
A maior necessidade do ser humano é de amor. As pessoas necessitam ser tocadas e curadas de suas feridas. Jesus é o Bom Samaritano. Ele precisa de alguém que seja para Ele como as Suas mãos para tocar as feridas; derramar sobre elas azeite e vinho.
Muitos precisam ser vistos pelo Senhor. Por isso, Ele precisa de pessoas que sejam a Sua face, para acolher e amar. Em Seu imenso amor, o Senhor nos chama. Chama a mim e a você.
Monsenhor Jonas Abib

SÃO VICENTE D PAULO

São Vicente de Paulo

São Vicente de Paulo "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e espírito e amarás ao teu próximo como a ti mesmo" (Mat 22,37.39).
Se não foi o lema da vida deste santo, viveu como se fosse. O santo de hoje, São Vicente de Paulo, nasceu na Aquitânia (França) em 1581. No seu tempo a França era uma potência, porém convivia com as crianças abandonadas, prostitutas, pobreza e ruínas causadas pelas revoluções e guerras.
Grande sacerdote, gerado numa família pobre e religiosa, ele não ficou de braços cruzados mas se deixou mover pelo espírito de amor. Como padre, trabalhou numa paróquia onde conviveu com as misérias materiais e morais; esta experiência lhe abriu para as obras da fé. Numa viagem foi preso e, com grande humildade, viveu na escravidão até converter seu patrão e conseguiu depois de dois anos sua liberdade.
A partir disso, São Vicente de Paulo iniciou a reforma do clero, obras assistenciais, luta contra o jansenismo que esfriava a fé do povo e estragava com seu rigorismo irracional. Fundou também a "Congregação da Missão" (lazaristas) e unido a Santa Luísa de Marillac, edificou as "Filhas da Caridade" (irmãs vicentinas).
Sabia muito bem tirar dos ricos para dar aos pobres, sem usar as forças dos braços, mas a força do coração. Morreu quase octogenário, a 27 de setembro de 1660.
São Vicente de Paulo, rogai por nós!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A ORIENTAÇÃO SEXUAL NA ADOLESCÊNCIA

 
Ensinemos aos jovens o autocontrole de suas paixões
A orientação sexual na adolescência ganha cada vez mais importância. Mais do que transmitir que sexo por sexo é fuga e sexo com consciência é amor, discutir as formas de relacionamento entre adolescentes é também uma das grandes preocupações da sociedade. Causa estranheza observar o descaso e o desrespeito com que o assunto ainda é tratado. Nem é preciso ser um especialista para perceber a discrepância das atitudes.
A sociedade vem se preocupando em proporcionar segurança e liberdade sexual para os adolescentes, mas não consegue orientar adequadamente os representantes do futuro da nação sobre o assunto. Isso sem contar a forma com que o tema é tratado na mídia, principalmente em novelas, filmes nacionais e em programas de auditório. Sem contar que, associada à distribuição gratuita dos preservativos e da abortiva “pílula do dia seguinte”, a liberdade de atos sexuais entre adolescentes torna-se cada vez mais normal, como um incentivo à promiscuidade.
O ser humano não deve ser considerado apenas como um corpo. Sua alma necessita de afago. A simples promoção de sexo acintoso, sem responsabilidade e sem compromisso, também incita consequências trágicas como milhões de meninas gerando filhos, sendo violentadas, prostituindo-se à beira das estradas, crianças abandonadas por pais e mães despreparados para formar uma família e postadas em faróis à procura do sustento de cada dia. É claro, quem planta vento colhe tempestades.
A moral e a ética exigem que ensinemos aos jovens o autocontrole de suas paixões intensas. Que devem vencer a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis com atos responsáveis e não pelo uso da camisinha. João Paulo II assim se expressou sobre a camisinha: “Além de o uso de preservativos não ser 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana […]. O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo […]. O preservativo oferece uma falsa ideia de segurança e não preserva o fundamental”.
Devemos incentivar a formação de famílias com conceitos, raízes e sentimentos puros e morais. Conservadora ou não, a família é o sustento do espírito e a fonte de conforto nos anseios individuais.
A sociedade, de maneira geral, deve ter mais cuidado com o que simplesmente “controla a transmissão de doenças e evita filhos indesejados”. Ela deve transmitir princípios e valores por intermédio da orientação, em busca do resgate das origens e do respeito à moral e à ética.
A satisfação do sexo não está restrita ao corpo, ela deve estar atrelada ao coração, espírito e mente.
Felipe Aquino

ESCUTEMOS A VOZ DA NOSSA CONSCIÊNCIA

“Na intimidade da consciência, o homem descobre uma lei. Ele não a dá a si mesmo. Mas a ela deve obedecer. Chamando-o sempre a amar e fazer o bem e a evitar o mal, no momento oportuno a voz desta lei soa aos ouvidos do coração… É uma lei inscrita por Deus no coração do homem… A consciência é o núcleo secretíssimo e o sacrário do homem onde ele está sozinho com Deus e onde ressoa sua voz” (Catecismo da Igreja Católica, n. 1776).
Não há ninguém mais verdadeiro conosco do que nós mesmos. Mesmo quando mentimos para as pessoas, ao colocarmos a cabeça no travesseiro, a voz da nossa consciência far-se-á ouvir, nos mostrando a verdade dos fatos.
Muitas pessoas fogem do silêncio, porque não querem ouvir a voz da consciência. No entanto, quanto mais nos deixarmos guiar pela voz da nossa consciência, mais livres seremos. Para que isso aconteça, precisamos pedir a ajuda do Espírito Santo de Deus, que nos conhecre mais que nós mesmos.
Façamos as pazes com a nossa consciência.
Jesus, eu confio em Vós
Luzia S antiago