segunda-feira, 10 de outubro de 2011
O ROSÁRIO ,UMA ARMA EFICAZ
Somos um povo de oração. Temos necessidade de momentos de intimidade com Deus, quando ouvimos o Senhor e somos por Ele ouvidos. O rosário é uma das várias possibilidades de oração do cristão, e Nossa Senhora tem insistido conosco sobre a importância dele. O problema é que não compreendemos seu valor; achamos que o rosário é uma simples repetição de Pai-Nosso e Ave-Maria, meditando os mistérios. Na realidade, quem torna eficaz essa forma de oração não somos nós, mas Deus. Como acontece na Eucaristia, antes é simples pão feito com um pouco de farinha e água, mas, após a consagração, pela eficácia do poder do Espírito, torna-se Jesus vivo no meio de nós.
A eficácia do rosário não vem dos homens, mas do Céu.
A recitação do rosário vem do ano 1200, quando Nossa Senhora revelou a São Domingos a eficácia dessa oração. Havia, na época, hereges que faziam mal à Igreja sem que ninguém conseguisse detê-los. São Domingos, então, ia, de cidade em cidade, rezando o rosário com as pessoas; a partir disso a situação começou a mudar. Como resultado, os hereges começaram a se converter.
Podemos nos lembrar o que a Santíssima Virgem Maria falou em Lourdes, Fátima, e o que tem falado em Medjugorje. Até quando ela vai ter de insistir conosco para que compreendamos o valor dessa oração?
A vitória é para os atletas. Os moles não vão conseguir nada. Para você ter fôlego na oração, reze o rosário. Se não conseguir logo de início, não se preocupe! Comece com o terço e, em pouco tempo, estará rezando dois terços. Logo, o rosário. Por amor de Deus, por amor de você e por amor dos seus, reze o rosário todos os dias!
Una-se a Maria e reze, principalmente, o terço. Ao contrário do que, às vezes, se pensa, não é uma oração ingênua, mas de poder. Nós precisamos rezar mais e melhor. Em Medjugorje, os jovens videntes perguntaram a Nossa Senhora como fariam para "rezar melhor", uma vez que ela recomendava sempre a eles que “rezassem com o coração”. A Virgem Maria respondeu como Mãe: “Rezem mais!”.
É assim: se você começa a caminhar – e muitas pessoas fazem caminhada de manhã cedo, à tarde ou à noite depois que voltam do trabalho, porque não têm outra hora –, quanto mais caminha, mais vai melhorando na caminhada. Por outro lado, quanto menos você caminha, mais mole fica. Seus músculos vão ficando mais flácidos, você se cansa mais facilmente, fica sem fôlego. Da mesma forma, quanto mais você corre, melhor fica na corrida. Quanto mais você reza, melhor fica na oração. Para rezar melhor é preciso rezar mais.
A Santíssima Virgem deu uma receita excelente para todos nós. Além das orações que fazemos, é preciso rezar o rosário todos os dias.
Sei que você já tem rezado, porém precisa rezar mais, para rezar melhor. Como um atleta que intensifica seu treinamento quando se aproximam as competições, agora é a hora de intensificarmos nossas orações. Como família, estejamos unidos também por meio desta oração. Nós, da Família Canção Nova, estamos unidos também pela oração do Santo Rosário. Temos diversas necessidades e podemos apresentá-las a Deus por meio do Santo Rosário. Vamos lá, terço na mão e fé no coração. É assim que iniciamos a oração todos os dias na nossa programação. Eu rezo por você e conto com a sua oração.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
A eficácia do rosário não vem dos homens, mas do Céu.
A recitação do rosário vem do ano 1200, quando Nossa Senhora revelou a São Domingos a eficácia dessa oração. Havia, na época, hereges que faziam mal à Igreja sem que ninguém conseguisse detê-los. São Domingos, então, ia, de cidade em cidade, rezando o rosário com as pessoas; a partir disso a situação começou a mudar. Como resultado, os hereges começaram a se converter.
Podemos nos lembrar o que a Santíssima Virgem Maria falou em Lourdes, Fátima, e o que tem falado em Medjugorje. Até quando ela vai ter de insistir conosco para que compreendamos o valor dessa oração?
A vitória é para os atletas. Os moles não vão conseguir nada. Para você ter fôlego na oração, reze o rosário. Se não conseguir logo de início, não se preocupe! Comece com o terço e, em pouco tempo, estará rezando dois terços. Logo, o rosário. Por amor de Deus, por amor de você e por amor dos seus, reze o rosário todos os dias!
Una-se a Maria e reze, principalmente, o terço. Ao contrário do que, às vezes, se pensa, não é uma oração ingênua, mas de poder. Nós precisamos rezar mais e melhor. Em Medjugorje, os jovens videntes perguntaram a Nossa Senhora como fariam para "rezar melhor", uma vez que ela recomendava sempre a eles que “rezassem com o coração”. A Virgem Maria respondeu como Mãe: “Rezem mais!”.
É assim: se você começa a caminhar – e muitas pessoas fazem caminhada de manhã cedo, à tarde ou à noite depois que voltam do trabalho, porque não têm outra hora –, quanto mais caminha, mais vai melhorando na caminhada. Por outro lado, quanto menos você caminha, mais mole fica. Seus músculos vão ficando mais flácidos, você se cansa mais facilmente, fica sem fôlego. Da mesma forma, quanto mais você corre, melhor fica na corrida. Quanto mais você reza, melhor fica na oração. Para rezar melhor é preciso rezar mais.
A Santíssima Virgem deu uma receita excelente para todos nós. Além das orações que fazemos, é preciso rezar o rosário todos os dias.
Sei que você já tem rezado, porém precisa rezar mais, para rezar melhor. Como um atleta que intensifica seu treinamento quando se aproximam as competições, agora é a hora de intensificarmos nossas orações. Como família, estejamos unidos também por meio desta oração. Nós, da Família Canção Nova, estamos unidos também pela oração do Santo Rosário. Temos diversas necessidades e podemos apresentá-las a Deus por meio do Santo Rosário. Vamos lá, terço na mão e fé no coração. É assim que iniciamos a oração todos os dias na nossa programação. Eu rezo por você e conto com a sua oração.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
E QUEM É O MEU PRÓXIMO ?
Senhor, dá-nos um coração compassivo, capaz de ajudar o próximo em todas as situações.
Obrigada, Jesus!
Luzia Santiago
PLANTANDO DÁ
O trabalho missionário deve ser cultivado
Quem não planta também não colhe. Os frutos são consequência de um longo e determinado trabalho. Exige tempo, critério, fidelidade e insumos para que a produção tenha qualidade e quantidade. É o mesmo que acontece nos planos de Deus.
Imaginando uma videira verdadeira e com produção fecunda! Para isso ela tem que ser bem cuidada e podada no tempo certo. As uvas daí produzidas terão qualidade porque tudo foi bem planejado e trabalhado com responsabilidade pelo seu dono.
O Reino de Deus é a vinha do Senhor. Ela pertence a Ele. Quem não é dono e não cuida como dono, pode agir com infidelidade e com más pretensões. Isso pode acontecer com os missionários mal-intencionados, que em vez de construir, destroem a vinha do Senhor.
Outubro é o mês dedicado às missões na Igreja, de descoberta dos líderes religiosos para trabalhar nas comunidades levando a Palavra de Deus. O trabalho missionário deve ser cultivado. Ele exige dedicação. O cuidado da vinha é confiado aos missionários.
omo missionários, tenhamos em conta que somos servos e não donos da vinha. Os frutos devem ser entregues ao seu verdadeiro Dono. Nunca podemos usurpar o lugar de Deus. O próprio Jesus agiu como servo e não se apegou a nada que pertencia ao Pai.
ão é tão fácil ser verdadeiro e dedicado missionário. Isso exige exercício autêntico da justiça e do direito, porque o campo trabalhado pertence a Deus. O trabalhador tem que ter a sua mente identificada com a do Mestre, sendo fiel discípulo e missionário.
O itinerário missionário passa pelo relacionamento com Deus. Acontece na confiança e na intimidade com Ele. Mas é impossível se as preocupações materiais estiverem em primeiro lugar. O desapego dos bens terrenos fortalece o trabalho missionário.
Nem sempre nos preocupamos com aquilo que é mesmo essencial, com o testemunho de vida, por exemplo, agindo com pureza, honestidade, entre outros. Só teremos frutos saudáveis de vida e de paz na sociedade se plantamos e cuidamos bem da vinha do Senhor.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Imaginando uma videira verdadeira e com produção fecunda! Para isso ela tem que ser bem cuidada e podada no tempo certo. As uvas daí produzidas terão qualidade porque tudo foi bem planejado e trabalhado com responsabilidade pelo seu dono.
O Reino de Deus é a vinha do Senhor. Ela pertence a Ele. Quem não é dono e não cuida como dono, pode agir com infidelidade e com más pretensões. Isso pode acontecer com os missionários mal-intencionados, que em vez de construir, destroem a vinha do Senhor.
Outubro é o mês dedicado às missões na Igreja, de descoberta dos líderes religiosos para trabalhar nas comunidades levando a Palavra de Deus. O trabalho missionário deve ser cultivado. Ele exige dedicação. O cuidado da vinha é confiado aos missionários.
omo missionários, tenhamos em conta que somos servos e não donos da vinha. Os frutos devem ser entregues ao seu verdadeiro Dono. Nunca podemos usurpar o lugar de Deus. O próprio Jesus agiu como servo e não se apegou a nada que pertencia ao Pai.
ão é tão fácil ser verdadeiro e dedicado missionário. Isso exige exercício autêntico da justiça e do direito, porque o campo trabalhado pertence a Deus. O trabalhador tem que ter a sua mente identificada com a do Mestre, sendo fiel discípulo e missionário.
O itinerário missionário passa pelo relacionamento com Deus. Acontece na confiança e na intimidade com Ele. Mas é impossível se as preocupações materiais estiverem em primeiro lugar. O desapego dos bens terrenos fortalece o trabalho missionário.
Nem sempre nos preocupamos com aquilo que é mesmo essencial, com o testemunho de vida, por exemplo, agindo com pureza, honestidade, entre outros. Só teremos frutos saudáveis de vida e de paz na sociedade se plantamos e cuidamos bem da vinha do Senhor.
Dom Paulo Mendes Peixoto
domingo, 9 de outubro de 2011
ADORAÇÃO A JESUS EUCARÍSTICO A MELHOR TERAPIA
Jesus, pessoalmente, vem até nós, para nos curar e libertar. Passar horas com Jesus Sacramentado, diante do Sacrário, é o melhor remédio, a melhor terapia. Não imaginamos o efeito que isso produz em nossa vida, em nossa mente, em nosso coração, nas nossas emoções e também na nossa sexualidade. O Senhor realiza até mesmo curas físicas de que precisamos.
Jesus Eucarístico, pela força do Espírito Santo, quer curar toda a área da nossa afetividade e sexualidade, Ele vem curar toda a esterilidade que o mundo nos trouxe. Ele vem nos devolver vida.
É necessário expor a Deus tudo o que marcou a nossa sexualidade e afetividade. Há pessoas que, ainda crianças ou adolescentes, foram violentadas por seus pais ou por outras pessoas, foram vítimas de desregramentos. Muitos pais levaram seus filhos para a prostituição. As experiências negativas vividas durante a infância minam a pureza do nosso coração. Todos temos marcas e precisamos nos deixar curar pelo Senhor.
Diante de Jesus Eucarístico, permita que Ele realize toda a obra de restauração em sua afetividade e sexualidade.
Monsenhor Jonas Abib
Jesus Eucarístico, pela força do Espírito Santo, quer curar toda a área da nossa afetividade e sexualidade, Ele vem curar toda a esterilidade que o mundo nos trouxe. Ele vem nos devolver vida.
É necessário expor a Deus tudo o que marcou a nossa sexualidade e afetividade. Há pessoas que, ainda crianças ou adolescentes, foram violentadas por seus pais ou por outras pessoas, foram vítimas de desregramentos. Muitos pais levaram seus filhos para a prostituição. As experiências negativas vividas durante a infância minam a pureza do nosso coração. Todos temos marcas e precisamos nos deixar curar pelo Senhor.
Diante de Jesus Eucarístico, permita que Ele realize toda a obra de restauração em sua afetividade e sexualidade.
Monsenhor Jonas Abib
O PECADO DA GÂNANCIA
Não podeis servi a Deus e a riqueza
O que importa é que a pessoa não seja escrava do dinheiro e dos bens. É claro que todos nós precisamos de dinheiro; o próprio Jesus tinha um “tesoureiro” no grupo dos apóstolos. São Paulo diz a Timóteo que “a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro” (1Tm 6,10). Veja, portanto, que o mal não é o dinheiro em si, mas o “amor” a ele; isto é, o apego desordenado que faz a pessoa buscá-lo como um fim, não como um meio.
É importante notar que não são apenas os ricos que podem se tornar avarentos, embora sejam mais levados a isto. Não é raro encontrar também pobre avarento. Por isso, no mesmo Sermão da Montanha, Jesus alerta:"Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furam nem roubam" (Mt 6,19-20).
Se Jesus recomenda "não ajuntar tesouros na terra", é porque esta riqueza e segurança são ilusórias e não podem nos satisfazer por mais que o mundo nos diga que sim.
É justo e necessário ter o dinheiro que precisamos para nossas despesas. O próprio Jesus manda pedir ao Pai, todos os dias, "o pão nosso de cada dia"; o que se condena é a obsessão pelo dinheiro, que faz com que a pessoa sacrifique no altar desse "deus" os verdadeiros valores.
Por causa do dinheiro muitos aceitam praticar a mentira, a falsidade e a fraude. Quantos produtos falsificados! Quantos quilos que só possuem 900 gramas! Quanta enganação e trapaças nos negócios!
Não é verdade que mesmo entre os cristãos, tantas vezes um engana o outro, o "passa para trás" em algum negócio, compra e venda?
Poderemos constatar que toda a corrupção, tráfico de drogas, armas, crimes, prostituição, comércio de mulheres, poluição da terra, do ar e da água tem, por detrás, a sede pelo dinheiro. O próprio domingo, dia do Senhor, está se transformando, para muitos, num dia de ganhar dinheiro.
Por amor ao dinheiro muitos pais perdem os próprios filhos e muitos casamentos acabam. Por causa da ganância vemos o mundo numa situação de grande injustiça e miséria para muitos. Como disse o papa Paulo VI, os ricos estão cada vez mais ricos às custas dos pobres cada vez mais pobres. O nosso Catecismo diz:
"Uma teoria que faz do lucro a regra exclusiva e o fim último da atividade econômica é moralmente inaceitável. O apetite desordenado pelo dinheiro não deixa de produzir seus efeitos perversos. Ele é uma das causas dos numerosos conflitos que perturbam a ordem social (GS. 63,3). Toda prática que reduz as pessoas a não serem mais do que meros meios que têm em vista o lucro, escraviza o homem, o conduz à idolatria do dinheiro e contribui para difundir o ateísmo" (CIC § 2424).
"Guardai-vos escrupulosamente de toda avareza, porque a vida de um homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas" (Lc 12,15).
A Igreja nos ensina que somos apenas administradores de todos os bens e riquezas que Deus põe em nossas mãos, para que com eles façamos o bem aos outros. Deveremos prestar contar a Deus de tudo, como Jesus mostrou na parábola dos talentos (Mt 25,14s).
O apego aos bens desse mundo é algo muito forte em nós, quase que uma "segunda natureza" e, portanto, só com o auxílio da graça de Deus poderemos vencer esta tentação forte. Desde pequenos fomos educados para “ganhar a vida”. Será preciso a força do Espírito Santo em nossa alma para nos “convencer” da necessidade de uma vida de desprendimento e pobreza.
Se Jesus recomenda "não ajuntar tesouros na terra", é porque esta riqueza e segurança são ilusórias e não podem nos satisfazer por mais que o mundo nos diga que sim.
É justo e necessário ter o dinheiro que precisamos para nossas despesas. O próprio Jesus manda pedir ao Pai, todos os dias, "o pão nosso de cada dia"; o que se condena é a obsessão pelo dinheiro, que faz com que a pessoa sacrifique no altar desse "deus" os verdadeiros valores.
Por causa do dinheiro muitos aceitam praticar a mentira, a falsidade e a fraude. Quantos produtos falsificados! Quantos quilos que só possuem 900 gramas! Quanta enganação e trapaças nos negócios!
Não é verdade que mesmo entre os cristãos, tantas vezes um engana o outro, o "passa para trás" em algum negócio, compra e venda?
Poderemos constatar que toda a corrupção, tráfico de drogas, armas, crimes, prostituição, comércio de mulheres, poluição da terra, do ar e da água tem, por detrás, a sede pelo dinheiro. O próprio domingo, dia do Senhor, está se transformando, para muitos, num dia de ganhar dinheiro.
Por amor ao dinheiro muitos pais perdem os próprios filhos e muitos casamentos acabam. Por causa da ganância vemos o mundo numa situação de grande injustiça e miséria para muitos. Como disse o papa Paulo VI, os ricos estão cada vez mais ricos às custas dos pobres cada vez mais pobres. O nosso Catecismo diz:
"Uma teoria que faz do lucro a regra exclusiva e o fim último da atividade econômica é moralmente inaceitável. O apetite desordenado pelo dinheiro não deixa de produzir seus efeitos perversos. Ele é uma das causas dos numerosos conflitos que perturbam a ordem social (GS. 63,3). Toda prática que reduz as pessoas a não serem mais do que meros meios que têm em vista o lucro, escraviza o homem, o conduz à idolatria do dinheiro e contribui para difundir o ateísmo" (CIC § 2424).
"Guardai-vos escrupulosamente de toda avareza, porque a vida de um homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas" (Lc 12,15).
A Igreja nos ensina que somos apenas administradores de todos os bens e riquezas que Deus põe em nossas mãos, para que com eles façamos o bem aos outros. Deveremos prestar contar a Deus de tudo, como Jesus mostrou na parábola dos talentos (Mt 25,14s).
O apego aos bens desse mundo é algo muito forte em nós, quase que uma "segunda natureza" e, portanto, só com o auxílio da graça de Deus poderemos vencer esta tentação forte. Desde pequenos fomos educados para “ganhar a vida”. Será preciso a força do Espírito Santo em nossa alma para nos “convencer” da necessidade de uma vida de desprendimento e pobreza.
Para dominar este forte impulso que age dentro de cada um de nós é preciso oração, meditação e grande esforço de nossa parte; sobretudo, no sentido de convencermos a nós mesmos da grandeza do desprendimento. Mais do que nunca o Espírito Santo terá que vir em auxílio da nossa fraqueza.
A liturgia nos ensina a “caminhar por entre as coisas que passam, abraçando somente as que não passam”.
Seja senhor de suas posses, não seu escravo. Santo Agostinho dizia: “não andes averiguando quanto tens, mas o que tu és”. E ainda: “A verdadeira felicidade não consiste em ter muito, mas em contentar-se com pouco”.
A liturgia nos ensina a “caminhar por entre as coisas que passam, abraçando somente as que não passam”.
Seja senhor de suas posses, não seu escravo. Santo Agostinho dizia: “não andes averiguando quanto tens, mas o que tu és”. E ainda: “A verdadeira felicidade não consiste em ter muito, mas em contentar-se com pouco”.
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