quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

ORAÇÃO A IMACULADA CONCEIÇÃO

O MINHA SENHORA E MINHA MÃE!
EU ME OFEREÇO TODO (A) A VÓS E,
EM PROVA DE MINHA DEVOÇÃO PARA CONVOSCO,
VOS CONSAGRO, NESTE DIA, MEUS OLHOS, MEUS
OUVIDOS, MINHA BOCA, MEU CORAÇÃO E
INTEIRAMENTE TODO O MEU SER.
E, PORQUE ASSIM SOU VOSSO (A)
Ó INCOMPARÁVEL MÃE, GUARDAI-ME
DEFENDEI-ME COMO FILHO (A) E
PROPRIEDADE VOSSA.
      AMÉM
 

DEMONSTRE AMOR POR DEUS CUIDANDO DE SEU PRÓXIMO

Demonstre amor por Deus cuidando de seu próximo Dizia Jesus: ”Quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a um desses pequeninos, por ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá sua recompensa” (Mt 10,42).
Num outro momento, diz o Senhor:”Eu estava doente e cuidaste de mim” (Mt 25,36).
”Deus é claro na sua vontade a nosso respeito; nós é que nos fazemos de surdos e cegos diante dos seus apelos”. São Camilo de Lélis tinha essas palavras gravadas no seu coração e com frequência as repetia aos seus irmãos, pois vivia inflamado pelo fogo da caridade, não só para com as coisas de Deus, mas especialmente com relação aos pobres e doentes. Mantinha-se diante deles com tanto respeito, como se estivesse realmente na presença do Senhor.
O Senhor concede-nos a graça dos santos - para como eles - despojarmo-nos do nossso egoísmo e comodismo e caminharmos ao encontro uns dos outros.
Hoje encontrarei pessoas às quais precisarei dar o melhor de mim, pois nelas também está Jesus.
Rezemos: Ó Deus, que inspirastes a São Camilo de Léllis extraordinária caridade para com os enfermos, dai-nos o vosso Espírito de amor, para que, servindo-vos em nossos irmãos e irmãs, possamos partir tranquilos ao vosso encontro na hora de nossa morte. Amém!
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

O QUE FAZER QUANDO RECEBER UMA BOA NOTÍCIA

Se por um lado é um presente essencial que damos às pessoas quando falamos delas para Jesus, da mesma forma, quando apresentamos Jesus para elas , como fez o apóstolo André, que ao encontrar-se com Jesus, “foi logo à procura do seu irmão e disse-lhe: Achamos o Messias (que quer dizer o Cristo). Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas” (Jo 1,41-42).Quando levamos as pessoas ao encontro de Jesus, proporcionamos a elas a oportunidade de encontrarem o verdadeiro sentido da vida e de experimentarem a verdadeira liberdade dos filhos de Deus.Sejamos hoje ousados e não percamos nenhum oportunidade que tivermos de levar as pessoas ao encontro de Jesus.Agradeçamos a Jesus porque Ele se deixa encontrar.
  É um presente essencial que damos às pessoas quando falamos delas para Jesus, da mesma forma o é quando apresentamos Jesus para elas, como fez o apóstolo André, que, ao encontrar-se com o Senhor: “Foi logo à procura do seu irmão e disse-lhe: Achamos o Messias (que quer dizer o Cristo). Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas” (Jo 1,41-42).Quando levamos as pessoas ao encontro do Senhor Jesus, proporcionamos a elas a oportunidade de encontrarem o verdadeiro sentido da vida e de experimentarem a verdadeira liberdade dos filhos de Deus.Sejamos hoje ousados e não percamos nenhuma oportunidade de levar as pessoas ao encontro de Cristo.Agradeçamos a Jesus porque Ele se deixa encontrar

Luzia Santiago

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A FORÇA DO PERDÃO

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O ressentido é refém dos acontecimentos, da história ferida...

Ao tratarmos o tema do perdão dentro do dinamismo da vida cristã, precisamos reconhecer que não é fácil perdoar, porém, não é impossível, mas, extremamente necessário. Quando tomamos consciência da força destrutiva do ressentimento, das mágoas, dos rancores, enfim, de todos os maus sentimentos que norteiam os relacionamentos feridos e mal resolvidos, passamos a entender que tal resolução [perdão], tendo por referência essencial o amor de Deus e não a ferida, não é opcional para os que anseiam o céu, mas uma condição primordial de salvação.
 A Sagrada Escritura é composto de vários textos que tratam sobre a importância do perdão: “Pois, se perdoardes aos homens os seus delitos, também o vosso Pai celeste vos perdoará; más se não perdoardes aos homens, o vosso Pai também não perdoará os vossos delitos” (Mt. 6, 14). Segundo o expressar desse texto bíblico, não perdoar significa perder o perdão de Deus, ou seja, apartar-se da Misericórdia Divina.
Tendo em vista que perdoar significa não guardar mais o mal, quem não perdoa faz comunhão com as trevas, com o mal. E como somos chamados a viver em comunhão com a bondade, e o valor da nossa eleição está na contínua abertura ao amor, tocar nesses sentimentos mal resolvidos é uma necessidade da alma! Pois, a história da humanidade demostra claramente que a resposta da vida é fruto do que reina no coração. Diante de tal questionamento, respondamos: O que tem reinado no meu íntimo?
 O ressentido é refém dos acontecimentos, da história ferida, dos seus “vitimalismos” e razões altamente justificadas. O segredo da liberdade e da vida na graça de Deus é ver e rever a ferida no amor, no Amado de nossas almas, pois somente nessa perspectiva a cura do coração será total.
Agir contrariamente a essa verdade significa pôr em jogo a própria salvação, porque o Reino dos céus é para os misericordiosos. É a ordem do amor que coloca a vida na dinâmica das bem-aventuranças: “Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7). Ou seja, uma operação concreta de perdão nos relacionamentos rompe definitivamente com as trevas dos maus sentimentos.
 No livro do Eclesiástico encontramos um forte exemplo de como devemos nos comprometer com a verdade salvífica do perdão: “Perdoa ao teu próximo o mal que te fez, e teus pecados serão perdoados quando o pedires. Um homem guarda rancor contra outro homem, e pede a Deus a sua cura! Não tem misericórdia para com o seu semelhante, e roga o perdão dos seus pecados! Ele, que é apenas carne, guarda rancor, e pede a Deus que lhe seja propício! Quem, então, lhe conseguirá o perdão de seus pecados? Lembra-te do teu fim, e põe termo às tuas inimizades...” (Eclo 28, 2-6).
É muito cruel pensarmos que as inimizades não resolvidas nesta vida terrena nos levarão à eterna inimizade com Deus, isto é, ao inferno. Sofrer com tais sentimentos nesta vida e ainda por cima sofrer eternamente pela falta de decisão no amor e no perdão é muito entristecedor!
 A conversão pelas vias do perdão é o caminho da alegria, da vida de Deus, de um trilhar santificante, libertador e salvífico! Um interior saudável e revelador de eternidade é o resultado desse processo íntimo de conversão e reconciliação, na força do amor e do perdão. Contrariamente a esse processo, constatamos facilmente o fruto colhido na vida daqueles que não decidiram pela misericórdia, permitindo então o reinado dos maus sentimentos: desânimo, tristeza, amargura, frustração, angústia, negativismo, murmuração, revolta, raiva, ira, impulso autodestrutivo, vingança, egoísmo, autopiedade, entre outros. Por isso, olhemos para o nosso íntimo e tomemos a decisão que nos reconcilia com Deus e os irmãos, decidamo-nos pelo céu, pelo amor e pelo perdão! Sigamos o conselho do livro do Eclesiástico: “[...] Lembra-te do teu fim, e põe fim às tuas inimizades...” (Eclo 28, 6a).
Padre Eliano Luiz Gonçalves

NOSSO DEUS É RICO EM MISERICORDIA


Assim como numa moeda há "cara" e "coroa", em Deus estão juntas a misericórdia e a justiça. E as duas são infinitas. O Todo-poderoso não pode deixar de ser infinitamente misericordioso e também infinitamente justo.
Na primeira vez, o Senhor veio como homem, usando de toda a Sua misericórdia. Estamos nos finais dos tempos, estamos no tempo da misericórdia. Deus Pai está com o coração escancarado! Na segunda vez, Ele virá com poder e glória para exercer a justiça: dar a cada um aquilo que merece por seus atos.
O Senhor quer trazer para Si não só você, mas toda a sua casa: é o tempo da misericórdia. Da infinita misericórdia do nosso Deus. Precisamos fazer com que todos os nossos entes queridos entrem na Arca da Salvação, mesmo aqueles que dão muito trabalho. Deus mesmo cuidará de sua conversão, como fez conosco. Fomos atraídos pela Sua misericórdia e foi Ele quem nos transformou.
Monsenhor Jonas Abib

SEJA FORTE DIANTE DESSA GRANDE LUTA


Assim como o café com leite, misturados, já não são mais nem leite nem café, o que teremos em breve será “céus novos e uma terra nova”. O céu será diferente porque estará misturado com a terra. A terra será muito diferente, porque estará misturada com o céu. O humano será diferente, porque estará misturado com o divino. E o divino também será diferente, porque estará misturado com o humano.
Como acontece na Pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo: Ele é Deus e homem ao mesmo tempo, sem deixar de ser homem e sem deixar de ser Deus. Teremos uma terra nova, porque divinizada, e céus novos, porque humanizados. Mas até essa realidade chegar, a luta será grande. Quando vier o Reino de Deus, o inimigo de Deus será vencido. Ele sabe que pouco tempo lhe resta:
"Ai de vós, terra e mar, pois o diabo desceu para junto de vós, cheio de grande furor, sabendo que lhe resta pouco tempo" (Ap 12,12b).
Estamos sofrendo por causa disso. Mas o Senhor nos diz para sermos fortes e não temermos.
Monsenhor Jonas Abib