quinta-feira, 29 de março de 2012
OREMOS NO ESPÍRITO
Na oração em línguas, quem ora em nós é o Espírito Santo. Não sabemos orar, então colocamo-nos na presença de Deus e realizamos a nossa parte, que é emitir os sons e abrir o coração. Quem ora em nós é o Espírito Santo. Quem se põe diante de Deus por nós, como nosso Advogado, é o Espírito Santo. Assim como o advogado sabe falar com o juiz, o Espírito Santo Paráclito sabe falar com o Pai e com Jesus. Assim como o advogado, conhecendo bem os riscos de sua situação, emprega os termos corretos para defendê-lo, o Espírito Santo apresenta os anseios do seu coração e, com as corretas palavras, o defende diante de Deus. Essa é a atitude fundamental do intercessor.
Somos intercessores, mas o principal Intercessor é o Espírito Santo de Deus. Oremos no Espírito e oremos também com a inteligência. Nossa oração é essencial na intercessão, mas a oração em línguas torna-se fundamental, porque é o próprio Espírito orando em nós, com os termos certos para a intercessão.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Somos intercessores, mas o principal Intercessor é o Espírito Santo de Deus. Oremos no Espírito e oremos também com a inteligência. Nossa oração é essencial na intercessão, mas a oração em línguas torna-se fundamental, porque é o próprio Espírito orando em nós, com os termos certos para a intercessão.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
A RESSURREIÇÃO : PROJETO DE DEUS PARA VOCE
“Cantai, cristãos, afinal: ‘Salve, ó vítima pascal!’ ” Cordeiro inocente, o Cristo abriu-nos do Pai o aprisco.
Cristo foi à nossa frente. Experimentou o peso de nossos pecados, sofreu a Paixão por amor a nós. Enfim, naquele Domingo Santo, mais uma vez Cristo vai à nossa frente, agora como Cristo Ressuscitado!
Toda a nossa vida de cristãos só tem verdadeiro sentido se estivermos seguindo os passos de Nosso Senhor, um Senhor Ressuscitado. Assim, precisamos assumir como projeto de Deus para nós a ressurreição. Foi o Senhor quem abriu para nós essa linda realidade, somos herdeiros da ressurreição. Toda tristeza foi sanada diante da realidade da ressurreição. O testemunho do túmulo vazio nos provoca a uma caminhada de fé, assumindo que nossas dores e sofrimentos são passageiros e que somente a ressurreição é definitiva e eterna. Quem vive assim, não escolhe morar na cruz e colecionar dores e sofrimentos, sabe que esta realidade é temporária, pois a promessa de eternidade é para a ressurreição.
Assumir a ressurreição como projeto de vida faz toda a diferença. A homens e mulheres que passam pelos sofrimentos e dores com a firme esperança de que somente a ressurreição tem caráter definitivo em nossas vidas. Quem enxerga sua vida hoje por essa ótica, não cultiva sofrimentos, mas, ao passar por eles, lança-se em uma linda caminhada rumo à ressurreição. Qualquer cristão que se coloque à parte dessa realidade, desespera-se em meio a dores, acreditando que elas nunca vão passar, como se a morte fosse o derradeiro fim.
Entretanto, somos vocacionados, pelo batismo, a seguir o Cristo da ressurreição: “Vi Cristo ressuscitado, o túmulo abandonado. Os anjos da cor do sol dobrando ao chão o lençol [...]”. O túmulo vazio faz de nós homens e mulheres cheios de Deus, um Deus que cumpre Suas promessas e que quer ressuscitar todos os seus filhos.
Desejar uma Feliz Páscoa para alguém não é uma mera demonstração de carinho e atenção, é muito mais! É desejar que o plano de um Deus-Amor seja realizado plenamente na existência dessa pessoa. É assim que quero chegar até você: desejando-lhe uma Feliz Páscoa. Que o projeto de salvação de Deus encontre acolhida e espaço de realização em sua vida. Que, juntos com toda a Igreja, possamos celebrar esse mistério central de nossa fé, assumindo-o a cada dia em nossas vidas como uma realidade sonhada por Deus para cada um de nós.
Nossa evangelização quer ser um caminho de preparação ainda aqui nesta vida para a realidade definitiva da vida eterna. Dessa forma, cada um daqueles que se lança nesse compromisso de evangelização se torna “apóstolo da ressurreição”. Que você seja o primeiro a acolher a verdade da ressurreição, vivendo de forma renovada a própria vida. Aceite conosco o lindo desafio de levarmos a tantos irmãos o conhecimento e a experiência real dessa nossa vocação para a vida etena.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Cristo foi à nossa frente. Experimentou o peso de nossos pecados, sofreu a Paixão por amor a nós. Enfim, naquele Domingo Santo, mais uma vez Cristo vai à nossa frente, agora como Cristo Ressuscitado!
Toda a nossa vida de cristãos só tem verdadeiro sentido se estivermos seguindo os passos de Nosso Senhor, um Senhor Ressuscitado. Assim, precisamos assumir como projeto de Deus para nós a ressurreição. Foi o Senhor quem abriu para nós essa linda realidade, somos herdeiros da ressurreição. Toda tristeza foi sanada diante da realidade da ressurreição. O testemunho do túmulo vazio nos provoca a uma caminhada de fé, assumindo que nossas dores e sofrimentos são passageiros e que somente a ressurreição é definitiva e eterna. Quem vive assim, não escolhe morar na cruz e colecionar dores e sofrimentos, sabe que esta realidade é temporária, pois a promessa de eternidade é para a ressurreição.
Assumir a ressurreição como projeto de vida faz toda a diferença. A homens e mulheres que passam pelos sofrimentos e dores com a firme esperança de que somente a ressurreição tem caráter definitivo em nossas vidas. Quem enxerga sua vida hoje por essa ótica, não cultiva sofrimentos, mas, ao passar por eles, lança-se em uma linda caminhada rumo à ressurreição. Qualquer cristão que se coloque à parte dessa realidade, desespera-se em meio a dores, acreditando que elas nunca vão passar, como se a morte fosse o derradeiro fim.
Entretanto, somos vocacionados, pelo batismo, a seguir o Cristo da ressurreição: “Vi Cristo ressuscitado, o túmulo abandonado. Os anjos da cor do sol dobrando ao chão o lençol [...]”. O túmulo vazio faz de nós homens e mulheres cheios de Deus, um Deus que cumpre Suas promessas e que quer ressuscitar todos os seus filhos.
Desejar uma Feliz Páscoa para alguém não é uma mera demonstração de carinho e atenção, é muito mais! É desejar que o plano de um Deus-Amor seja realizado plenamente na existência dessa pessoa. É assim que quero chegar até você: desejando-lhe uma Feliz Páscoa. Que o projeto de salvação de Deus encontre acolhida e espaço de realização em sua vida. Que, juntos com toda a Igreja, possamos celebrar esse mistério central de nossa fé, assumindo-o a cada dia em nossas vidas como uma realidade sonhada por Deus para cada um de nós.
Nossa evangelização quer ser um caminho de preparação ainda aqui nesta vida para a realidade definitiva da vida eterna. Dessa forma, cada um daqueles que se lança nesse compromisso de evangelização se torna “apóstolo da ressurreição”. Que você seja o primeiro a acolher a verdade da ressurreição, vivendo de forma renovada a própria vida. Aceite conosco o lindo desafio de levarmos a tantos irmãos o conhecimento e a experiência real dessa nossa vocação para a vida etena.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
AS DINÂMICAS DA CULTURA
A estrutura da cultura no âmbito da sociedade é um tecido sustentador e definidor de práticas, de dinâmicas, funcionamentos, escolhas pessoais e coletivas. É o conjunto de tudo o que configura a vida de um povo, com força para definir modos, escolhas, estilo de vida, e, particularmente, a mentalidade que emoldura o jeito de ser.
Assim, quando se pensa o futuro de uma sociedade não se pode negligenciar um bom entendimento sobre a cultura. Essa compreensão propiciará a necessária manutenção de valores e indicará, por sua vez, a oportunidade de correções em dinâmicas e funcionamentos. Permite, dessa forma, a superação de conservações obsoletas. Mas, também, garante o cuidado para não se assumir o que, por onda ou moda, pode ser fator de deterioração de elementos indispensáveis para a unidade do sistema. O desafio de zelar e ajustar a própria cultura é tarefa de todos, missão de cidadania e, particularmente, de instituições como a família, os governos, a Igreja e outros centros educativos.
Voltando, então, ao conceito de cultura, para acentuar sua importância como capítulo central na vida cidadã, vale ter presente, numa compreensão mais ampla, que ela [cultura] representa o modo particular com que o homem cultiva sua relação com a natureza, com seu semelhante, consigo mesmo e com Deus. É ela quem determina, pois, a humanização ou a desumanização da existência.
Por isso mesmo, é preciso considerar a cultura como uma preciosidade. Um patrimônio de todos, em cada contexto específico, que define o modo de ser de um povo, com seus desafios, pobrezas e demandas a serem adequadamente respondidas. Mas não se trata apenas de defender qualquer cultura, algo possível na atualidade, quando se pensa na força e na rapidez envolvente do mundo cibernético. A força da internet, junto com outras forças, frequentemente atua como um “tsunami” na vida social, provocando derrocadas de valores e perda das práticas agregadoras.
A recuperação dessas perdas não é tão simples. Demanda um longo processo até configurar, de novo, ou pela primeira vez, uma cultura da vida e da paz no sistema da sociedade. É preciso refletir, permanentemente, a cultura no contexto em que estamos inseridos, atuamos e temos responsabilidades. Assim, será possível constatar que há muito a ser corrigido e substituído, mas que também é importante a conservação, o cultivo e o crescimento do que é valor no tecido social.
Na lista interminável de raciocínios e reflexões a serem arquitetadas, é interessante pensar que a economia brasileira, atualmente em posição de destaque no ranking mundial, precisa garantir o desenvolvimento que deve ser almejado no horizonte cidadão. O dinheiro disponível mexe com os interesses políticos, a ganância que envenena corações, a burocratização por incompetência, as morosidades inexplicáveis e a falta de sentido corporativo, que macula e esvazia a verdadeira cidadania.
Sabe-se, em tantos casos, da existência de verba para urgentíssimas obras de infraestrutura. No entanto, muitos parecem dormir sobre as urgências. Acostuma-se com o menos e, assim, não se busca a indispensável rapidez nas ações e não se exercita a inteligência.
Há muito no cotidiano de todos que precisa ser refletido. Nesse caminho, o importante é avaliar o que deve ser conservado e o que, urgentemente, em hábitos e práticas, deve ser substituído. Para citar um exemplo recente de mudança cultural em processo, o uso da violência, até pouco tempo, era aceito como recurso para fazer uma criança aprender o bem. Hoje, a própria legislação coíbe a educação baseada nas palmadas, enquadrando-a como violência familiar e, assim, estimula a revisão de hábitos culturais. Essa mudança é impulsionada por muitas forças, como o desenvolvimento científico. Pesquisa da neurociência mostra que cada idade tem o seu estímulo certo, indicando que até os oito anos cabem somente elogios, jamais pancadas. Apenas depois dos 12 anos é que vem a sensibilidade a críticas e a aprendizagem com erros.
Ao refletir sobre o lugar da fé cristã católica, enraizada em nosso substrato cultural, somos alertados de cuidar deste grande bem. A fé cristã católica tem a força de definir o jeito de ser, englobando práticas religiosas, o lugar primeiro de Deus em tudo, as devoções, a marca da solidariedade e outros valores. A fé é nosso mais precioso tesouro.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
quarta-feira, 28 de março de 2012
NOSSA PRIMEIRA VOCAÇÃO É O AMOR
"De um só Deus, fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, fixando os tempos anteriormente determinados e os limites do seu habitat. Tudo isto, para que procurassem a divindade e , mesmo se ŕs apalpadelas, se esforçassem por encontrá-la, embora Ele năo esteja longe de cada um de nós. Pois nele vivemos, movemos e existimos" (Atos 17,26-28). A nossa primeira vocaçăo – năo pode ser outra – a năo ser amar a Deus de todo coraçăo, buscando uma sublime comunhăo com o Senhor. Hoje, nós existimos graças a este verdadeiro amor de Deus por nós, e nossa felicidade somente será plena quando as nossas vontades passarem a ser a vontade do Senhor. Nós precisamos buscar o Senhor em todas as circunstâncias possíveis para que possamos dizer como Săo Paulo: "Já năo sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim" (Gal 2,20). Nossa vida, nossa família, amigos, alegrias e dores, năo pertencem a nós, mas sim, a Deus. O Senhor quer ser o único a ser adorado e o primeiro a ser amado por nós, pois Ele o merece. Ele quer todo o nosso amor, porque nos ama muito. Desse modo, ao amarmos o Senhor, aprendemos também a amar aos que estăo ŕ nossa volta de uma forma inteiramente gratuita. Que durante este dia, nós possamos fazer a experięncia de deixar com que este amor puro de Jesus consuma o nosso ser. Certos de que este amor nos sustentará em todos os momentos.
Jesus eu confio em vós
Luzia Santiago
O QUE PROVA O PODER INTERCESSOR DE MARIA ?
'A figura, a pessoa, o papel de Nossa senhora é inseparável da redenção de Jesus', diz padre Antônio
Não são raras as manifestações da devoção a Nossa Senhora. No Brasil e em todo o mundo, fiéis recorrem a Santa Mãe de Deus, em especial quando precisam alcançar alguma graça, pedindo sua intercessão junto a Cristo. Essa intercessão da Virgem Maria será tema do VI Congresso Mariológico, que começa nesta sexta-feira, 23, em Aparecida (SP).
Mas até que ponto vai a intercessão de Maria? O diretor da Academia Marial, padre Antônio Clayton Sant’Anna, explicou que Jesus é o único mediador e Nossa Senhora exerce um papel maternal subordinado.
“Ela não é a intercessora essencial, ela o é enquanto essa figura, esse papel. Essa função de Nossa Senhora, na obra de Cristo, foi conhecida e, aos poucos, sendo adotada, assimilada, compreendida pelas comunidades cristãs do início da Igreja. Ela [Maria] não tem poder nenhum por si mesma, ela tem poder subordinado conforme a missão que Deus lhe pediu e ela se dispôs a aceitar”, explicou.
Padre Antônio ressaltou, no entanto, que a figura de Nossa Senhora é inseparável da redenção de Jesus. “Esses fundamentos teológicos e pastorais da intercessão de Nossa Senhora estão presentes no Evangelho, portanto, têm uma fonte bíblica, eles estão presentes também na tradição”.
O sacerdote destacou que existe um grupo interessado no diálogo ecumênico e, com isso, a Santíssima Virgem está sendo mais reconhecida. De acordo com ele, Maria, além de ser honrada como a Mãe do Filho de Deus, também é modelo de discípula e de mulher de fé. “O que foi Abraão para o povo eleito, Maria o é para o novo povo, para a Igreja”, exemplificou.
A intercessão de Maria, de fato, existe?
Quando indagado sobre as provas que ratificam o poder intercessor de Nossa Senhora junto a Jesus Cristo, O diretor da Academia Marial enfatizou que não existem provas concretas, mas sim fontes elucidativas e interpretações.
“Não existe prova por ‘A+B’. A intercessão de Maria não é um dogma, como a presença de Cristo na Eucaristia, ela não precisou ser definida como dogma, ela entrou na vivência da fé cristã". Na crença católica, o sacerdote citou quatro aspectos que provam essa intercessão. São eles:
- Passagem bíblica que retrata o episódio das Bodas de Caná (cf. Jo 2, 1-11). “Para nossa interpretação, é uma prova. Maria intercedeu a Jesus e Ele adiantou a sua hora. Então, por que isso está lá no Evangelho?”, disse o padre.
- Ave Maria. “O anjo que diz ‘Ave Maria’ (cf. Lc 1, 28), extasiado com a graça de Nossa Senhora. Para nós é uma prova”, comentou.
- A narrativa da encarnação (cf. Lc 1, 26-38).
- A passagem bíblica que retrata Nossa Senhora junto à cruz. "'Mulher, eis aí teu filho. Filho, eis aí Tua mãe'. Ele a levou para casa (cf. Jo 19, 26-27). Essa é uma prova escriturística para nós no pensamento católico, cristão, do papel de Maria", destacou o sacerdote.
Mas até que ponto vai a intercessão de Maria? O diretor da Academia Marial, padre Antônio Clayton Sant’Anna, explicou que Jesus é o único mediador e Nossa Senhora exerce um papel maternal subordinado.
“Ela não é a intercessora essencial, ela o é enquanto essa figura, esse papel. Essa função de Nossa Senhora, na obra de Cristo, foi conhecida e, aos poucos, sendo adotada, assimilada, compreendida pelas comunidades cristãs do início da Igreja. Ela [Maria] não tem poder nenhum por si mesma, ela tem poder subordinado conforme a missão que Deus lhe pediu e ela se dispôs a aceitar”, explicou.
Padre Antônio ressaltou, no entanto, que a figura de Nossa Senhora é inseparável da redenção de Jesus. “Esses fundamentos teológicos e pastorais da intercessão de Nossa Senhora estão presentes no Evangelho, portanto, têm uma fonte bíblica, eles estão presentes também na tradição”.
O sacerdote destacou que existe um grupo interessado no diálogo ecumênico e, com isso, a Santíssima Virgem está sendo mais reconhecida. De acordo com ele, Maria, além de ser honrada como a Mãe do Filho de Deus, também é modelo de discípula e de mulher de fé. “O que foi Abraão para o povo eleito, Maria o é para o novo povo, para a Igreja”, exemplificou.
A intercessão de Maria, de fato, existe?
Quando indagado sobre as provas que ratificam o poder intercessor de Nossa Senhora junto a Jesus Cristo, O diretor da Academia Marial enfatizou que não existem provas concretas, mas sim fontes elucidativas e interpretações.
“Não existe prova por ‘A+B’. A intercessão de Maria não é um dogma, como a presença de Cristo na Eucaristia, ela não precisou ser definida como dogma, ela entrou na vivência da fé cristã". Na crença católica, o sacerdote citou quatro aspectos que provam essa intercessão. São eles:
- Passagem bíblica que retrata o episódio das Bodas de Caná (cf. Jo 2, 1-11). “Para nossa interpretação, é uma prova. Maria intercedeu a Jesus e Ele adiantou a sua hora. Então, por que isso está lá no Evangelho?”, disse o padre.
- Ave Maria. “O anjo que diz ‘Ave Maria’ (cf. Lc 1, 28), extasiado com a graça de Nossa Senhora. Para nós é uma prova”, comentou.
- A narrativa da encarnação (cf. Lc 1, 26-38).
- A passagem bíblica que retrata Nossa Senhora junto à cruz. "'Mulher, eis aí teu filho. Filho, eis aí Tua mãe'. Ele a levou para casa (cf. Jo 19, 26-27). Essa é uma prova escriturística para nós no pensamento católico, cristão, do papel de Maria", destacou o sacerdote.
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