segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O CHAMADO DE DEUS


Todo batizado tem uma missão a realizar

Nós, que pelo batismo somos irmãos em Cristo, somos chamados a uma alta vocação. Nós cristãos somos vocacionados a viver a vida de Jesus, de quem somos imagem e semelhança. Pelo batismo ressuscitamos com Cristo, por isso, somos chamados a buscar as coisas do alto (cf. Cl 3, 1), a nos revestir do homem novo. Pois, o homem velho está morto e a nossa vida está escondida com Cristo em Deus (cf. Cl 3, 3).
Viver a vida de Cristo significa assumir o seu projeto de justiça e santidade, que não meramente exterior, mas principalmente interior. O Reino de Deus, onde acontecerá a justiça e a santidade está dentro de nós, pois ressuscitamos com Cristo. Ele está em nós e a sua vida passará a se manifestar em nós a partir da nossa fé e adesão a essa vocação, a esse projeto de vida e de santidade.
A partir dessa adesão a Jesus Cristo, ao Seu projeto de amor em nossas vidas, se manifestará em nós a vocação, o chamado de assumir a nossa cruz e segui-lo. Como os apóstolos e discípulos de Jesus, somos chamados anunciar essa vida nova, esse projeto de justiça e santidade. Projeto este que comporta acolher o mistério da cruz de Cristo em nossas vidas. Pois, vivemos, mas não somos nós, é Cristo que vive em nós (cf. Gl 2, 20). E, se Ele vive em nós, o mistério de Sua cruz passa a fazer parte de nossas vidas.
Dentre os cristãos, que são chamados a viver o Reino de Deus já aqui neste mundo, existem aqueles que por uma vocação, por uma escolha de Deus, são separados para um ministério específico dentro da Igreja, como o sacerdócio, a vida religiosa e missionária. Por isso, cada um de nós cristãos somos convidados a  nos colocarmos diante de Deus e questionar-se a respeito desse chamado de Deus para o Seu serviço e da comunidade. A exemplo de Santa Terezinha, padroeira das missões, os vocacionados são convidados a responder o chamado de Deus com generosidade de coração.

Aqueles que não são chamados a estas vocações, não devem sentir-se menosprezados, pois têm a vocação sublime de santificar as suas famílias e a sociedade. Todos os cristãos têm a vocação dentro da Igreja, que é a santidade. Fazemos parte do corpo místico de Cristo, que é a Igreja, somos membros de Jesus Cristo, cabeça da Igreja. Por isso, devemos orar e oferecer sacrifícios pelos vocacionados, que Deus suscitou para o serviço e o bem de toda a Igreja.
Oremos por cada pessoa que é chamada a uma vocação missionária ou ministério dentro da Igreja, principalmente neste mês, dedicado às missões. Rezemos para que os vocacionados à vida religiosa e missionária respondam com alegria e generosidade de coração ao chamado de Nosso Senhor Jesus Cristo, para que eles vivam a vida de Jesus e produzam frutos abundantes a Igreja. Peçamos também a Virgem Maria que, da mesma maneira que ela cuidou generosamente de Jesus, cuide desses vocacionados, os fortaleça e lhes dê perseverança no caminho que conduz ao serviço do Reino dos Céus e à salvação.
Natalino Ueda - Comunidade Canção Nova

DICAS PARA EDUCAR OS FILHOS

O Estado deve salvaguardar a liberdade das famílias
A escola deve ser vista como uma instituição destinada a colaborar com os pais na sua tarefa educativa. Ter consciência desta realidade torna-se mais urgente quando consideramos que, na atualidade, são numerosos os motivos que podem levar os pais – por vezes sem estarem inteiramente conscientes – a não compreender a amplitude da maravilhosa tarefa que lhes compete, renunciando a prática ao seu papel de educadores integrais.  
A emergência educativa, tantas vezes evidenciada por Bento XVI tem as suas raízes nesta desorientação: a educação reduziu-se à «transmissão de determinadas habilidades ou capacidades de fazer, enquanto se procura satisfazer o desejo de felicidade das novas gerações enchendo-as de objetos de consumo e de gratificações efêmeras» (Bento XVI, Discurso à Assembleia Diocesana de Roma, 11-06-2007) e deste modo os jovens ficam «abandonados a si mesmos face às grandes perguntas que inevitavelmente surgem no seu interior» (Bento XVI, Discurso à Conferência Episcopal italiana, 28-05-2008), à mercê de uma sociedade e uma cultura que fez do relativismo o seu próprio credo. 
Face a estes possíveis inconvenientes, e como consequência do seu direito natural, os pais têm que sentir que a escola é, de certo modo, um prolongamento do seu lar, um instrumento da sua própria tarefa como pais e não apenas um lugar onde se proporciona aos filhos uma série de conhecimentos.
Como primeiro requisito, o Estado deve salvaguardar a liberdade das famílias, de modo que estas possam escolher com retidão a escola ou os centros que julguem mais convenientes para a educação dos seus filhos. Certamente, no seu papel de tutelar o bem comum, o Estado possui determinados direitos e deveres sobre a educação e a eles voltaremos num próximo artigo. Mas tal intervenção não pode chocar com a legítima pretensão dos pais de educar os seus próprios filhos em consonância com os bens que eles defendem e vivem, e que consideram enriquecedores para a sua descendência.  
Como o Concílio Vaticano II ensina, o poder público – ainda que seja por uma questão de justiça distributiva – deve oferecer os meios e as condições favoráveis para que os pais possam «escolher com liberdade absoluta, de acordo com a sua própria consciência, as escolas para os seus filhos»  (Concílio Vaticano II, decl. Gravissimum educationis, n. 6). Daí a importância de que aqueles que trabalham em ambientes políticos ou relacionados com a opinião pública procurem que tal direito fique salvaguardado e, na medida do possível, seja promovido.
O interesse dos pais pela educação dos filhos manifesta-se em mil detalhes. Independentemente da instituição em que os filhos estudem, é natural interessarem-se pelo ambiente existente e pelos conteúdos que se transmitem.  Tutela-se assim a liberdade dos alunos, o direito a que não se deforme a sua personalidade e não se anulem as suas aptidões, o direito a receber uma formação sã, sem que se abuse da sua docilidade natural para lhes impor opiniões ou critérios humanos parciais; permite-se e fomenta-se assim que as crianças desenvolvam um espírito crítico são, ao mesmo tempo que se lhes mostra que o interesse paterno neste âmbito vai para além dos resultados escolares.
Tão importante como esta comunicação entre os pais e os filhos é a que se verifica entre os pais e os professores. Uma clara consequência de se entender a escola como um instrumento mais da própria tarefa educativa, é colaborar ativamente com as iniciativas ou o ideário da escola.  
Neste sentido, é importante participar nas suas atividades; felizmente, é cada vez mais comum que as escolas, independentemente de serem de iniciativa pública ou privada, organizem, de tempos a tempos, jornadas de portas abertas, encontros desportivos, ou reuniões informativas de caráter mais acadêmico. Especialmente neste último tipo de encontros, convém que participem – se for possível – os dois cônjuges, mesmo que isso requeira certo sacrifício de tempo ou de organização; deste modo, transmite-se ao filho – sem necessidade de palavras – que os dois, pai e mãe, consideram a escola um elemento relevante na vida familiar.
Neste contexto, comprometer-se nas associações de pais – colaborando na organização de eventos, fazendo propostas positivas, ou inclusivamente participando nos órgãos de direção – abre toda uma série de novas possibilidades educativas. Sem dúvida que desempenhar corretamente uma função desse tipo requer um notável espírito de sacrifício: é necessário dedicar tempo ao convívio com outras famílias, conhecer os professores, assistir a reuniões... 
No entanto, estas dificuldades são amplamente compensadas – sobretudo, para a alma enamorada de Deus e ansiosa de servir – pela abertura de um campo apostólico cuja amplitude não se pode medir; mesmo que os regulamentos da escola não permitam intervir diretamente em alguns aspectos dos programas educativos, está-se em condições de envolver e impulsionar professores e dirigentes para que o ensino transmita virtudes, valores e beleza.
Os outros pais são as primeiras pessoas que agradecem esse esforço, e para eles um pai envolvido na tarefa da escola – quer seja porque tem esse encargo, quer seja porque por iniciativa própria mostra a sua preocupação pelo ambiente da turma, etc. – converte-se num ponto de referência, uma pessoa de cuja experiência se pode aproveitar, ou cujo conselho se pode procurar na educação dos próprios filhos.
Abre-se assim o caminho à amizade pessoal, e com ela a um apostolado que acaba beneficiando todas as pessoas do âmbito educativo em que os filhos se desenvolvem. É aqui plenamente aplicável o que São Josemaria deixou escrito em Caminho, sobre a fecundidade do apostolado pessoal: És, entre os teus -alma de apóstolo – a pedra caída no lago. – Produz, com o teu exemplo e a tua palavra um primeiro círculo...; e este, outro... e outro, e outro... Cada vez mais largo. Compreendes agora a grandeza da tua missão? (São Josemaria. Caminho, n. 831.)
J.A. Araña - J.C. Errázuriz

domingo, 11 de novembro de 2012


APRENDER A SER FIEL


Nossa Senhora manteve o seu sim e convida-nos a ser leais

A fidelidade a uma pessoa, a um amor, a uma vocação, é um caminho em que se alternam momentos de felicidade e períodos de escuridão e dúvida. Nossa Senhora manteve o seu sim e convida-nos a ser leais, vendo a mão de Deus também naquilo que não compreendemos.

Decorreram quarenta dias após o nascimento de Jesus, e a Sagrada Família põe-se a caminho para cumprir o que está mandado pela Lei de Moisés: todo varão primogênito será consagrado ao Senhor (Lc 2, 23). A distância de Belém a Jerusalém não é muita, mas são necessárias várias horas para percorrê-la a cavalo; uma vez na capital judaica, Maria e José dirigem-se ao Templo. Antes de entrar, cumpririam com toda piedade os ritos de purificação; também comprariam, em uma tenda próxima, a oferta prescrita aos pobres: um par de rolas ou duas pombinhas. A seguir, através das portas de Hulda e dos monumentais corredores subterrâneos por onde transitavam os peregrinos, chegariam à grande explanada. Não é difícil imaginar a sua emoção e recolhimento enquanto se encaminhavam para o átrio das mulheres.


Talvez neste momento teria se aproximado um homem idoso. Em seu rosto reflete-se a satisfação. Simeão saúda com afeto a Maria e a José, e manifesta a ansiedade com que esperava esse momento. É consciente de que seus dias estão chegando ao fim, mas sabe também – o Espírito Santo revelou-lhe (Lc 2, 26) – que não morreria sem ver o Redentor do mundo. Ao vê-los entrar, Deus fez-lhe reconhecer, nesse Menino, o Santo de Deus. Com o lógico cuidado que a tenra idade de Jesus requeria, Simeão o toma em seus braços e eleva comovido a sua oração: agora, Senhor, podes deixar teu servo ir em paz, segundo tua palavra: porque meus olhos viram a tua salvação, a que preparastes ante a face de todos os povos: luz para iluminar aos gentios e glória de teu povo Israel (Lc 2, 29-32). 

Ao final da sua prece, Simeão dirige-se especialmente a Maria, introduzindo naquele ambiente de luz e alegria, um vislumbre de sombra. Continua falando da Redenção, mas acrescenta que Jesus será sinal de contradição, a fim de que se descubram os pensamentos de muitos corações, e diz à Virgem: uma espada traspassará a tua alma (Lc 2, 34-35). É a primeira vez que alguém fala desse modo. 

Até esse momento, tudo - o anúncio do Arcanjo Gabriel, as revelações a José, as palavras inspiradas da sua prima Isabel e as dos pastores - tinha proclamado a alegria pelo nascimento de Jesus, Salvador do mundo. Simeão profetiza que Maria levará em sua vida o destino do seu povo, e ocupará um papel de primeira grandeza na salvação. Ela acompanhará o seu Filho, colocando-se no centro da contradição, em que os corações dos homens se manifestarão a favor ou contra Jesus. 

Evidentemente, a Virgem Maria percebe que a profecia de Simeão não desmente, mas completa tudo o que Deus lhe foi dando a conhecer anteriormente. A sua atitude, nesse momento, será a mesma que as páginas do Evangelho sublinham em outras ocasiões: Maria guardava todas estas coisas meditando-as no seu coração (Lc 2, 19; cf. Lc 2, 51). A Virgem medita os acontecimentos; busca neles a vontade de Deus, aprofunda nas inquietações que Yahvé põe em sua alma e não cai na passividade perante o que acontece ao seu redor. Esse é o caminho, como assinalava João Paulo II, para poder ser leais com o Senhor: «Maria foi fiel antes de mais nada quando se pôs a buscar, com amor, o sentido profundo do desígnio de Deus nela e para o mundo (...). Não haverá fidelidade se não houver, na raiz, esta ardente, paciente e generosa busca; se não se encontrasse no coração do homem uma pergunta, para a qual só Deus tem a resposta, melhor dito, para a qual só Deus é a resposta» (João Paulo II, Homilia na Catedral Metropolitana da Cidade do México, 26/01/1979).
 Essa busca da vontade divina leva Maria à acolhida, à aceitação do que descobre. Maria encontrará ao longo de seus dias numerosas oportunidades para poder dizer «que se faça, estou pronta, aceito» (ibid). Momentos cruciais para a fidelidade, nos quais provavelmente advertiria que não era capaz de compreender a profundidade do desígnio de Deus, nem como se levaria a termo; e no entanto, observando-os atenciosamente aparecerá claramente o seu desejo de que se cumpra o querer divino. São acontecimentos nos quais Maria aceita o mistério, encontrando-lhe um lugar na sua alma «não com a resignação de alguém que capitula em frente a um enigma, a um absurdo, senão com a disponibilidade de quem se abre para ser habitado por algo –por Alguém!– maior que o próprio coração»(ibid). 

Sob o olhar atento de Nossa Senhora, Jesus crescia em sabedoria, em idade e em graça diante de Deus e dos homens (Lc 2, 52); quando chegaram os anos da vida pública do Senhor, ia se dando conta de como se realizava a profecia de Simeão: este será posto para ruína e ressurreição de muitos em Israel, e para sinal de contradição (Lc 2, 34). Foram anos em que a fidelidade de Maria se expressou no «viver de acordo com o que se crê. Ajustar a própria vida ao objeto da própria adesão. Aceitar incompreensões, perseguições antes que permitir rupturas entre o que se vive e o que se crê»; anos de manifestar de mil modos o seu amor e lealdade a Jesus. Anos, enfim, de coerência: «o núcleo mais íntimo da fidelidade». Mas toda fidelidade – como lhe é própria – «deve passar pela prova mais exigente: a da duração», isto é, a da constância. «É fácil ser coerente por um dia ou por alguns dias. Difícil e importante é ser coerente por toda a vida. É fácil ser coerente na hora da exaltação, difícil ser na hora da tribulação. E só pode se chamar fidelidade uma coerência que dura ao longo de toda a vida» (João Paulo II, Homilia na Catedral Metropolitana da Cidade do México, 26/01/1979). 

Assim o fez Nossa Senhora: leal sempre, e mais ainda na hora da tribulação. Encontra-se lá, no transe supremo da Cruz, acompanhada de um reduzido grupo de mulheres e do Apóstolo João. A terra cobriu-se de trevas. Jesus, fincado no madeiro, com uma imensa dor física e moral, lança ao céu uma oração que reúne sofrimento pessoal e radical segurança no Pai: Eloí, Eloí, lemá sabacthaní? –que significa: meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes? (Mc 15, 34). Assim começa o Salmo 22, que culmina em um ato de confiança: lembrar-se-ão e converter-se-ão ao Senhor todos os confins da terra (Sl 22 (21), 28). 

Quais seriam os pensamentos de Nossa Mãe ao escutar o grito de seu Filho? Durante anos tinha meditado no que o Senhor esperava dela. Agora, vendo o seu Filho sobre a Cruz, abandonado por quase todos, Nossa Senhora teria presentes as palavras de Simeão: uma espada traspassava as suas entranhas. Sofreria, de modo singular, a injustiça que se estava consumando. E, no entanto, na escuridão da Cruz, sua fé lhe poria diante dos olhos a realidade do Mistério: estava se realizando o resgate de todos os homens, de cada homem. 

As palavras de Jesus, cheias de confiança, lhe fariam entender com luzes novas que a sua própria aflição a associava mais intimamente à Redenção. Do alto do patíbulo, no momento mesmo da sua morte, Jesus cruza o olhar com o de sua Mãe. Encontra-a ao seu lado, em união de intenções e de sacrifício. E assim, «o fiat de Maria na Anunciação encontra a sua plenitude no fiat silencioso que repete ao pé da Cruz. Ser fiel é não trair, às escuras, o que se aceitou em público» (João Paulo II, Homilia na Catedral Metropolitana da Cidade do México, 26/01/1979). 

Com a sua diária correspondência, a Virgem tinha-se preparado para este instante. Sabia que, com a sua entrega incondicional no dia da Anunciação, também tinha abraçado, de algum modo, estes acontecimentos nos quais agora participa com plena liberdade interior. «A sua dor forma um todo com a de seu Filho. É uma dor cheia de fé e de amor. A Virgem Maria no Calvário participa da força salvífica da dor de Cristo, unindo seu fiat, seu sim, ao de seu Filho» (Bento XVI, Discurso do Angelus, 17/09/2006). Maria permanece fiel, e oferece a seu Filho um bálsamo de ternura, de união, de fidelidade; um sim à vontade divina (Via Sacra, IV estação). E sob a proteção dessa fidelidade, o Senhor coloca São João e, com ele, a Igreja de todos os tempos: aí tens a tua mãe (Jo 19, 27). 
J.J. Marcos

DEUS É MISÉRICORDIA

Onde está a nossa salvação, o nosso acerto? Onde está a salvação dos nossos? Na fé e na obediência. Infelizmente, carregamos esta consequência do pecado original: a rebeldia contra Deus. É só observar a rebeldia das crianças, que, desde pequenas, fazem o contrário do que queremos. 

A primeira Carta de São João nos diz: "Se dissermos que não temos pecado estamo-nos enganando a nós mesmos, e a verdade não está dentro de nós" (1 João 1,8). É uma coisa linda, porque Deus é misericórdia. Se reconhecermos os nossos pecados e os confessarmos, declararemos para nós mesmos e para os outros que pecamos; e Deus está no ato deste nosso reconhecimento. 

São Paulo diz sentir como se houvesse dois homens dentro dele. Um que quer fazer o bem; outro que quer fazer o mal. Que beleza quando reconhecemos essa nossa má inclinação e dizemos, diante de Deus, que pecamos! Pois o Senhor está ao nosso lado para perdoar os nossos pecados e nos libertar de toda a iniquidade

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

QUAL MELHOR FORMA DE TESTEMUNHAR?

Qual a melhor maneira de testemunhar Deus? Sem dúvida alguma demonstrar alegria, humor e riso. Isso demonstra a fé que temos em Deus. Quando somos capazes de transmitir alegria estamos também revelando que temos confiança de que tudo esta s
ob controle do Cristo Ressuscitado. Por exemplo, este momento como você esta? Sorrindo ou mal humorado? A beata Juliana de Norwich costumava repetir constantemente: "Tudo estará bem, todos estarão bem, e todas as coisas estarão bem." A alegria atrai os outros para Deus, porque escondê-la?

Dá-me sentido para o humor, Senhor.
Dá-me a graça para não me irritar por qualquer coisa,
para que eu tenha um pouco de alegria na vida
e possa também transmiti-la aos outros.
Dá-me uma alma livre de toda a chatice,
que ignore o murmúrio,
o desabafo e as lamúrias. Amém.

Alberto Gambarini

SEJAMOS APÓSTOLOS DOS DONS DO ESPÍRITO SANTO

Você precisa crer que para Deus nada é impossível. Não podemos nos basear no intelectual dos homens, mas na sabedoria de Deus. O Senhor quer que sejamos apóstolos dos dons do Espírito; não tem como uma pessoa que recebeu a efusão d’Ele não usar os dons. Deus pode nos dar um carisma especial e este ser transformado em ministério, como o ministério de cura, de milagres, entre outros; também o de governar, porque governar é um ministério. 

Em Atos dos Apóstolos 11,26 está escrito que: “Durante um ano inteiro eles tomaram parte nas reuniões da comunidade e instruíram grande multidão, de maneira que em Antioquia é que os discípulos, pela primeira vez, foram chamados pelo nome de cristãos”. Ser chamados de cristãos é o mesmo que hoje ser chamado de carismático. Eles os chamaram assim porque viram os efeitos dos carismas. Cristão e carismático são sinônimos. A Igreja de hoje não pode ser diferente da Igreja primitiva, pois precisamos ser modelados nesta [Igreja primitiva].

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova