segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A PATERNIDADE RESPONSÁVEL

Sede fecundos e multiplicai-vos

Pela sua própria natureza, a instituição matrimonial e o amor conjugal estão ordenados à procriação e à educação dos filhos, os quais constituem o ponto alto da sua missão e a sua coroa. Os filhos são, sem dúvida, o mais excelente dom do matrimônio e contribuem muitíssimo para o bem dos próprios pais. O mesmo Deus que disse: "não é bom que o homem esteja só" (Gn 2,18) e que "desde o princípio fez o homem varão e mulher" (Mt 19, 4), querendo comunicar-lhe uma participação especial na Sua obra criadora, abençoou o homem e a mulher dizendo: "Sede fecundos e multiplicai-vos" (Gn 1,28).Por isso, o culto autêntico do amor conjugal e toda a vida familiar que dele nasce, sem pôr de lado os outros fins do matrimônio, tendem a que os esposos, com fortaleza de ânimo, estejam dispostos a colaborar com o amor do Criador e do Salvador, que, por meio deles, aumenta continuamente e enriquece a sua família» (Catecismo, 1652). Por isso, entre «os esposos que deste modo satisfazem a missão que Deus lhes confiou, devem ser especialmente lembrados aqueles que, de comum acordo e com prudência, aceitam com grandeza de ânimo educar uma prole numerosa» (Gaudium et Spes, 50).O estereótipo da família, apresentada pela cultura atualmente dominante, opõe-se à família numerosa, justificado por razões econômicas, sociais, de saúde etc. Mas «o verdadeiro amor mútuo transcende a comunidade de marido e mulher e estende-se aos seus frutos naturais, os filhos. O egoísmo, pelo contrário, acaba por rebaixar esse amor à simples satisfação do instinto e destrói a relação que une pais e filhos. Dificilmente haverá quem se sinta bom filho – verdadeiro filho – de seus pais, se puder vir a pensar que veio ao mundo contra a vontade deles, que não nasceu de um amor limpo, mas de uma imprevisão ou de um erro de cálculo (…).

Vejo com clareza que os ataques às famílias numerosas provêm da falta de fé, são produto de um ambiente social incapaz de compreender a generosidade, um ambiente que tende a encobrir o egoísmo e certas práticas inconfessáveis com motivos aparentemente altruístas» (São Josemaria Escrivá, Temas Atuais do Cristianismo).

Mesmo com uma atitude generosa face à paternidade, os esposos podem encontrar-se «em situações em que, pelo menos temporariamente, não lhes é possível aumentar o número de filhos» (Gaudium et Spes, 51). «Se existem motivos sérios para distanciar os nascimentos, que derivem ou das condições físicas ou psicológicas dos cônjuges, ou de circunstâncias exteriores, a Igreja ensina que então é lícito ter em conta os ritmos naturais imanentes às funções geradoras, para usar do matrimônio só nos períodos infecundos e, deste modo, regular a natalidade» (Paulo VI, Enc. Humanae Vitae, 16).É intrinsecamente má «toda a ação que, ou em previsão do ato conjugal, ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento das suas consequências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação» (Paulo VI, Enc. Humanae Vitae, 16).Mesmo que se procure atrasar uma nova concepção, o valor moral do ato conjugal realizado no período infecundo da mulher é diferente do efetuado com o recurso a um meio contraceptivo. «O ato conjugal, ao mesmo tempo que une profundamente os esposos, torna-os aptos para a geração de novas vidas, segundo leis inscritas no próprio ser do homem e da mulher. Salvaguardando estes dois aspectos essenciais, unitivo e procriador, o ato conjugal conserva integralmente o sentido de amor mútuo e verdadeiro e a sua ordenação para a altíssima vocação do homem para a paternidade» (Paulo VI, Enc. Humanae Vitae, 12).Mediante o recurso à contracepção, exclui-se o significadoprocriativo do ato conjugal; o uso do matrimônio nos períodos infecundos da mulher respeita a inseparável conexão dos significados unitivos e procriativos da sexualidade humana. No primeiro caso, comete-se um ato positivo para impedir a procriação, eliminando do ato conjugal a sua potencialidade própria em ordem à procriação; no segundo, só se omite o uso do matrimônio nos períodos fecundos da mulher, o que por si não lesa nenhum outro ato conjugal da sua capacidade procriadora no momento da sua realização (João Paulo II, Familiaris Consortio, 32).Assim, a paternidade responsável, tal como a proclama a Igreja, não admite de nenhum modo a mentalidade contraceptiva; antes pelo contrário, responde a determinada situação provocada por circunstâncias pontuais, que em si não se desejam, mas suportam-se, e que podem contribuir, com a ajuda da oração, por unir mais os cônjuges e toda a família.
Rafael Díaz

NA ADORAÇÃO ,SENHOR LIMPA NOSSO INTERIOR

A impressão que temos, hoje, é que o mundo foi nos tirando a sensibilidade a Deus. Chamo à atenção daqueles que assumiram uma consagração, e ao longo dos anos, foram se tornando insensíveis ao Senhor; Ele foi se tornando apenas “algo mais” nas vidas dessas pessoas. 

Estamos sendo agredidos pelo mundo anticristão, mas não podemos ser ingênuos. É por isso que precisamos de Jesus na Eucaristia, na oração, por meio das quais nos unimos a Ele. Precisamos adorar o Santíssimo Sacramento, porque é na adoração, principalmente, que vamos limpando o nosso interior, a nossa alma, o nosso espírito violentamente atingido. 

Jesus acrescenta algo muito importante para nós: "Se alguém ouvir as minhas palavras e não as observar, eu não o julgo, porque eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo" (João 12,47). Cristo continua presente neste mundo e fala a ele através de nós. Se não falarmos, Deus não tem meios para falar, pois somos a boca, o coração de Jesus para este mundo. 

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

domingo, 16 de dezembro de 2012


JESUS É A NOSSA ALEGRIA !

Jesus é a nossa alegria. Viver sem Deus é estar perdido. Jesus veio para nos trazer de volta para Deus. Salvação é isso: é voltar para Deus! 
O verbo assumiu um corpo como nós em tudo, exceto no pecado. Houveram várias heresias que negavam a humanidade de Cristo, ou seja dizer que Jesus não tinha alma humana. Se assim fosse ele não poderia ser a ponte entre Deus e o homem. Jesus veio restaurar uma ponte entre o homem e Deus.
O Pecado derrubou a ponte que ligava a humanidade com Deus e Jesus restabelece essa ligação com Ele. Jesus é o pontífice que veio para ligar o homem ao seu criador.
Nos EUA os ateus querem negar a existência do natal dizendo que é um mito. E os cristãos americanos por sua vez rebatem dizendo: Isso é real. Precisamos assumir cada vez mais essa realidade para que ela não se perca.
Jesus se fez pobre para nos enriquecer com sua divindade. Por que Jesus se esconde na Eucaristia? Por que Ele teima em ser assim tão humilde? Por que ele quer ser tão humilde na manjedoura, no calvário, na eucaristia? Jesus não quer assustar ninguém por isso, Ele não mostra sua glória.

Jesus diz: Venha não tenha medo de mim! Eu estou aqui para te ouvir. Jesus não mostra sua glória como tal, porque senão você teria que morrer. Se virmos a Deus em sua glória, morreremos, o corpo desintegra. Então podemos encontrar o Senhor escondido em sua humildade no presépio, na cruz e na eucaristia.
Quero trazer para você a diferença de alegria e do prazer. O prazer é diferente da alegria porque depois que ele passa ele deixa sabor de morte, enquanto alegria deixa vida.
“A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade. A alegria do homem torno a mais longa a sua vida.”(Eclesiástico 30,23)
Se você quer ser feliz você tem que lutar pela santidade! É simples de entender mas é difícil de viver.
1)Viver os mandamentos de Deus
2)Fugir do pecado
3)Aceitar a vontade de Deus naquilo que você não pode mudar
Cristo é nossa paz! Cristo é nossa alegria! Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo! 
Felipe Aquino

JESUS CRISTO É MEU SENHOR

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível" (São Francisco de Assis).

Volto a repetir: Para nós católicos está sendo uma vergonha como estamos vivendo os domingos e os feriados santos, pois para muitos de nós esses dias são sinônimos de festas, viagens e descanso. Estamos os vivendo de qualquer jeito, por isso a Nova Era vem tomando conta desses dias. Mas também há aqueles que os vivem adequadamente, mas Cristo não é o Senhor em suas casas; de forma que estão vivendo uma farsa, esquecendo-se de que a vinda do Senhor está cada vez mais próxima... São como os sepulcros caiados de que falam os Evangelhos.

Precisamos reverter tudo e colocar o Senhor como o primeiro em nossas vidas, proclamando: Jesus Cristo é o meu Senhor! 

É preciso que o Senhor seja o Senhor da sua família, do seu trabalho, do seu namoro, matrimônio. De tudo! É necessário "arregaçarmos as mangas". Nós precisamos mudar enquanto há tempo, por isso, peçamos que o Espírito Santo nos ajude. 

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

NA DIFICULDADE ENXERGUEMOS UMA NOVA OPORTUNIDADE


O amor é a única força capaz de nos transformar. Quando nos sentimos amados e amamos, somos capazes de realizar qualquer coisa, mesmo quando parece impossível; temos coragem para superar os desafios que a vida nos propõe.
O amor faz-nos compreender que, na dificuldade, devemos enxergar sempre uma oportunidade de fazermos o bem, a exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, que encheu-se de compaixão da multidão, a qual estava com Ele há três dias, no deserto, e não tinha o que comer.
Ele não queria mandar aquele povo embora com fome, para que não desmaiassem pelo caminho. No entanto, havia uma dificuldade: eles estavam no deserto, lugar onde não havia nada para comer. Nessa hora, Jesus enxergou uma oportunidade para realizar um grande milagre na vida daquele povo.
“Jesus perguntou aos discípulos: Quantos pães tendes? Eles responderam: ‘Sete pães, e alguns peixinhos’. O Senhor mandou que a multidão se sentasse pelo chão. Depois pegou os sete pães, os peixes, deu graças, partiu-os, e os dava aos seus discípulos, e os discípulos, às multidões. Todos comeram, e ficaram satisfeitos; e encheram sete cestos com os pedaços que sobraram” (Mt 15iago,34-37).
Nós temos duas possibilidades diante das dificuldades: enxergar uma nova oportunidade de crescer, de ser melhor, de fazer o bem, de criar algo ou ficarmos amargos, desesperados, críticos excessivamente e até mesmo depressivos.
Jesus,  ensina-nos e ajuda-nos a fazer sempre a melhor  escolha.
Obrigada, Senhor!
Luzia Santiago