terça-feira, 8 de janeiro de 2013

NA HORA DA ESCOLHA


Não podemos descartar os nossos valores

Há quem se diga “azarada (o)” para as coisas que se referem ao coração, pois nenhum de seus relacionamentos foram duradouros o bastante como  esperava.

Muitas pessoas reclamam da dificuldade de manter o namoro, argumentando as muitas incompatibilidades que apareceram ao longo do convívio. Aquele que demonstrava ser o príncipe de um conto de fadas, depois de um tempo, parece ter se transformado em sapo ao perceber que as palavras ou o romantismo envolvente dos primeiros encontros tinham data de validade.
Para muitas pessoas, encontrar alguém que esteja disposto a partilhar as coisas mais comuns do dia a dia parece ser uma tarefa difícil de ser realizada. Sabemos que ter alguém ao nosso lado, que nos ame e trabalhe pelo desenvolvimento da relação, traz muitos benefícios para a nossa vida; a começar pelo aspecto emocional. Contudo, em virtude de muitos outros relacionamentos fracassados, nós podemos nos tornar extremamente exigentes, buscando encontrar alguém que se adeque exatamente ao nosso modo de pensar e de agir.

Algumas pessoas falam do encantamento à primeira vista, mas, antes mesmo de iniciar um relacionamento, levado por uma paixão, precisamos nos lembrar das qualidades que julgamos imprescindíveis na pessoa com quem aspiramos iniciar um envolvimento amoroso.
A quem valoriza o porte físico – uma beleza semelhante a um ator de cinema –, coisas fora de um padrão natural podem desclassificar qualquer possível candidato. Outras consideram o fato de o pretendente ter sido casado ou se tem filhos, a idade, a ocupação profissional, o poder aquisitivo, a espiritualidade, etc. Entretanto, os aspectos sobre o caráter também precisam ser conhecidos e, entre esses, a inclinação da pessoa por algum tipo de vício ou hábitos que poderiam se tornar um problema futuro.

Se para adquirir um produto fazemos pesquisa de preços, verificamos a sua qualidade, entre outras coisas; é também importante não desconsiderar alguns valores que julgamos necessários identificar na personalidade da pessoa com que aspiramos partilhar nossa vida.

Viver um relacionamento duradouro é possível, mas requer esforço e compromisso do casal para resolver alguns conflitos gerados a partir das nossas diferenças.

Algumas incompatibilidades podem até ser negociáveis durante o namoro, mas vale a pena verificar o grau de importância que a pessoa atribuiu a elas, antes mesmo de nos aventurarmos num relacionamento, o qual, desde o início poderia demonstrar certa irredutibilidade por parte dos casais.

Para essas descobertas, não é preciso, necessariamente, estar envolvido num namoro para identificá-las. Por meio de processo de conhecimento, favorecido pela amizade inicial, teremos condições de perceber se a pessoa traz características de alguém que queremos como namorado (a).

As oportunidades de encontrar 
alguém podem estar nas atividades sociais às quais gostamos de viver, seja numa danceteria, cinema, teatro… E mesmo que, nesses eventos, não aconteça o encontro com a pessoa especial, pelo menos novas amizades serão estabelecidas sem deixar de viver aquilo que é normal e saudável.
Dado Moura

PRECISAMOS DA OUSADIA DOS SANTOS

Meus irmãos, vendo a vida dos santos vemos o quanto precisamos ser cheios do Espírito Santo. Paulo e Timóteo perceberam que Deus estava lhes indicando o caminho porque eram pessoas cheias d'Ele, eram pessoas de oração, decididas a fazer a vontade do Senhor. Então, o Espírito os conduziu para Filipos e para lá eles foram sem conhecer nada, pois nunca tinham ido para aqueles lados (cf. Atos 16, 6-9).

Uma coisa muito bonita é que Paulo, num dia de sábado, viu um lugar de oração à beira de um rio. Lá, encontrou um grupo de mulheres e ficou em oração com elas. Essas mulheres, certamente, estranharam a presença de homens naquele lugar. Mas foi ali que eles, a partir das Escrituras, falaram-lhes de Jesus. Entre aquelas mulheres estava Lígia, muito atenta e de coração aberto para receber a Palavra. Ela foi batizada e insistiu que o apóstolo Paulo ficasse em sua casa. Tendo ela muita influência sobre as outras pessoas do lugar, ele [Paulo] teve a oportunidade de evangelizar muitos. Assim, da Ásia Menor o Senhor o levou para a Europa; depois para o outro lado, na Grécia. 

Nós cristãos temos de pedir ao Divino Espírito Santo essa mesma ousadia dos homens e mulheres de Deus. 

Oremos juntos: "Vinde, Espírito Paráclito, nossas almas visitai, enchei-nos da vossa graça e os corações alentai. Amém"

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O LAICISMO E A PERSEGUIÇÃO Á RELIGIOSIDADE NO BRASIL


O laicismo ideológico tem mostrado sua cara no Brasil e perseguido a religiosidade que faz parte da cultura deste país. Será o início de uma perseguição religiosa na Terra de Santa Cruz?
Nos últimos anos, o Brasil vem assistindo a uma série de atos que visam excluir a religião e o discurso religioso das esferas públicas. Logo que aparece uma discussão na sociedade como o aborto, a política, o casamento homossexual, um pequeno – mas barulhento – grupo de ideólogos, dizem: “o Brasil é laico, a religião deve ser algo privado e não pode interferir nestes assuntos”.
Sim, o Brasil é um Estado laico, mas isso significa que a religião está excluída de debater e interferir no que acha essencial para a sociedade?
“Nós não podemos confundir Estado laico com laicista. Estado laico significa que ele não confessa uma religião e não é regido por normas religiosas. O contrário disso é o laicismo, uma espécie de ideologia que prega o racionalismo, ou seja, tudo o que não é racional ou possui um pouco de expressão religiosa é desprezado”
O laicismo tem emergido em muitos lugares do mundo como uma afronta ao Cristianismo e, muitas vezes, assumindo formas hostis de perseguição. No Brasil, ele tem avançado e estendido seus tentáculos por meio de pequenos grupos ideológico-políticos, como por exemplo a Liga Brasileira de Lésbicas que, em março de 2012, pediu à justiça do Rio Grande do Sul (RS) a retirada de crucifixos dos prédio públicos – decisão acatada pelo mesmo órgão – com o argumento de que o Estado brasileiro é laico.
Quando se fala de Estado laico não significa negar a cultura religiosa de seu povo. O Brasil tem uma cultura impregnada de religiosidade. Basta vermos o nome de nossas cidades e Estados como São Paulo, Santa Catarina, São João da Boa Vista e tantos outros. Será que teríamos que demolir o Cristo Redentor, símbolo cristão?”A decisão,
de retirada de símbolos religiosos de repartições públicas é uma grave ofensa à democracia do nosso país, uma clara ação do laicismo que quer implantar sua doutrina em terras brasileiras. “Num Estado democrático, o poder emana do povo; e numa sociedade, na qual a maioria se diz religiosa, este sentimento deve ser respeitado, portanto, ter um crucifixo num órgão público não é um desrespeito a quem não acredita, mas expressa o sentimento religioso da maioria. Tirar o crucifixo como o fez a Justiça gaúcha é uma ofensa gratuita ao sentimento religioso desta maioria da população.






OLHAR O MUNDO COM AMOR


Alguns acreditam serem livres para desfrutar o melhor da vida dada por Deus. Outros vivem na escravidão. As causas desta escravidão são as mais diferentes: traumas, complexos, carências afetivas, condição social...Alguns dizem não serem capazes de vencer toda esta situação. Jesus nos da a autoridade para reagir diante desta situação.É necessário deixar Jesus entrar em nossos problemas, e nos dar o remédio. Não permita que as feridas do passado roubem a sua libertação e cura em Jesus.

Senhor,quero olhar o mundo com olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, manso e prudente, quero ver além das aparências de teus filhos, como tu mesmo os vês, e assim... não ver senão o bem de cada um.
Fecha meus ouvidos a toda calúnia, guarda minha língua de toda maldade. Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quando se achegarem a mim sintam tua presença. Amém
Padre Alberto Gambarini

ENFRENTANDO OS PROBLEMAS

Todos os dias somos desafiados a enfrentar problemas. Como homens e mulheres de fé temos que agir como Davi diante do gigante Golias. Aparentemente, seria impossível Davi vencer este homem. Quantas vêzes o mesmo acontece conosco, e somos tentados a dizer: não posso, não consigo. Davi não se deixou dominar por esta sensação de fracasso. Ele saiu para enfrentar Golias com a certeza de não estar sozinho. Ele foi capaz de dizer:
" Não é por espada ou por lança que o Senhor concede vitória; pois a batalha é do Senhor, e ele entregará todos vocês em nossas mãos." (1Sm 17,47). Não se deixe intimidar pelos problemas, reconheça a presença de Jesus em sua vida, e você será capaz de vencer!

Ato de Fé
Ó meu Deus, creio em vós, porque sois a Verdade eterna. Creio em tudo o que a Santa Igreja me ensina. Aumentai a minha fé!

Padre Alberto Gambarini

JÁ SOMOS VITORIOSOS NESTA BATALHA

No Evangelho, Jesus diz: "Vereis o céu aberto e verás o Filho do homem". O Senhor gostava de se chamar assim, pois assumiu a natureza humana, viveu como um simples servo, morreu na cruz e, por ter sido obediente, a Igreja O mostra triunfante, vitorioso. Morreu na cruz, mas venceu a morte e vai vir em glória. É para esse Jesus que nos voltamos hoje.

A luta do inimigo não é contra nós, mas contra Cristo Jesus. Na Palavra de Deus, vimos que lúcifer era um anjo de luz, belo. Quando Deus lhe revelou que o Seu Filho Jesus viria ao mundo, não glorioso, mas para morrer na cruz, ele [o demônio] ficou decepcionado e, em seu orgulho, disse que não O serviria. E apesar de ter sido criado para essa missão, não a aceitou. Por essa razão, o maligno fez de tudo para acabar com o Filho de Deus, perseguindo-O desde o Seu nascimento até no ato da cruz. No entanto, pela obediência de Cristo ao Pai, acabou com a desobediência do demônio, abrindo-nos as portas da salvação, fazendo nascer o povo de Deus, o cristianismo. 

Agora a luta dele é contra os seguidores de Cristo, por isso quanto mais seguimos ao Senhor, mais o inimigo de Deus se põe contra nós. Pois não quer que sigamos Jesus. Quando vivemos no pecado, o demônio não se preocupa, porque somos dele, mas porque seguimos a Deus ele vem com toda força contra nós. Então, começamos a nos revoltar contra Deus. Mas é isso que o inimigo quer. Isso é uma guerra desleal, mas é uma guerra. 

Meu irmão, ainda estamos em batalha e até a nossa morte ou a vinda do Senhor, a perseguição continuará. É bom que nós cristãos entendamos isso. A batalha do demônio é contra Jesus, Seus seguidores e contra Maria também. 

Mas, graças a Deus, nessa batalha já somos vitoriosos
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova