quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

CONHEÇA O SIGNIFICADO DA QUARESMA


Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum".
Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.
Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo.
Por que a cor roxa?
A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitênica e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento.
Nesta época do ano, os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. Antigamente, era costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.
O Jejum
A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.
Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.
Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.
Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?
As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da semana santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.
Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.
Depois, vem a missa da Sexta-feira da paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte do Senhor, às 15h00. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.
No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no Domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.
CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil


NÃO DÁ PARA IMPROVISAR

Quando pensamos na vinda de Jesus, imaginamos um fim horrível, mas o que realmente acontecerá é que o Senhor virá e acabará com todo o mal do mundo, acabará com aqueles que persistiram numa vida errada. Embora, o inimigo de Deus nos atormente para que não alcancemos a salvação, quando Jesus vier, o inferno será fechado e lacrado, e todo o mal que existe na terra será eliminado. A nossa família se reencontrará no Céu. Será uma vida eterna.

Às vezes, até pensamos que será algo chato, que ficaremos o tempo todo parados e contemplando o Senhor. Mas Jesus nunca nos disse que seria assim, ao contrário, Ele sempre nos falou em vida eterna, uma vida em que não haverá dor nem sofrimento. Haverá vida em plenitude.

Se você soubesse que o Senhor viria hoje ou amanhã, como seria a sua vida? Como você procederia? Com certeza, seria um corre-corre, não é verdade? Você, com certeza, desejaria mudar de vida radicalmente! É assim que precisamos viver sempre, mas o mundo nos ensina a sermos como aquelas moças descuidadas. Por isso, quantos de nós, por causa de nosso relaxamento, perderemos a vida eterna?

Não dá para improvisar, na hora em que Jesus vier, é com essa vida que seremos julgados, do jeito que estivermos.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

DEUS NÃO O FEZ TRISTE

Toda transformação precisa ser pautada na verdade
Você é um homem de Deus, você é uma mulher de Deus. Quando estamos com o Senhor, queremos descobrir o que Ele tem de bom para nós. Se você buscar por Ele, nunca ficará perdido. Você pode dizer que houve momentos na sua vida em que ficou perdido, mas Deus o encontrou.
“Desde o princípio Deus criou o ser humano e o entregou às mãos do seu arbítrio, acrescentou-lhe seus mandamentos e preceitos e a inteligência, para fazer o que lhe é agradável. Se quiseres observar os mandamentos, eles te guardarão; se confias em Deus, tu também viverás. Diante de ti, ele colocou o fogo e a água; para o que quiseres, tu podes estender a mão. Diante do ser humano estão a vida e a morte, o bem e o mal; ele receberá aquilo que preferir. A Sabedoria do Senhor é imensa, Ele é forte e poderoso e tudo vê. Os olhos do Senhor estão voltados para os que o temem; Ele conhece todas as obras do ser humano. Não mandou ninguém agir como ímpio e a ninguém deu licença para pecar” (cf. Eclesiástico 15, 14-21).Toda transformação em nossa vida tem que partir da verdade, que é o ponto para a transformação, para a vida nova. Quando você busca o Senhor, Ele ilumina seu caminho, e a sabedoria passa a visitá-lo de maneira nova. Quem busca o Senhor nunca fica perdido, porque Ele mostra por onde se deve caminhar.
Existe um caminho infalível para a felicidade. A pessoa que coloca em prática a Palavra de Deus é resguardada; este é o caminho infalível para a felicidade. Não adianta saber, é preciso querer fazer a coisa certa. A pergunta que deve acompanhar você é: “Estou fazendo a coisa certa? Nesta minha vida tão curta, estou sendo agradável Àquele que me criou?”.
Peça a Deus o que você quiser, mas saiba que quem manda na sua vida é Ele, pois, do contrário, você será o deus e não Ele. É o Senhor quem governa a nossa vida, basta nos lembrarmos disso para que nossos fardos se tornem mais leves.
Já parou para pensar que, talvez, você seja o grande meio para salvar as pessoas que convivem contigo? É a sua missão. Imagine se você estivesse nesse mundo só para se realizar e ser feliz. Sua vida seria um fracasso! Quanta coisa difícil você já experimentou e teve de superar! Quem quer só se realizar, diminui muito o que é a vida. Os grandes homens descobriram que o sentido da vida é servir a Deus e por causa d'Ele servir aos outros.
Quantas pessoas você conhece que se tornaram infelizes, porque a vida delas era se preocupar com elas mesmas? Quanta gente você conhece que se tornou infeliz, porque se fechou em seu passado, vive dos restos que não voltam mais, está presa nas lembranças e não consegue avançar?

São João da Cruz diz: “Não importa se o passarinho está amarrado com uma corrente de aço ou um barbante, ele nunca vai voar”. Essas coisas que, no seu passado, foram românticas e bonitas, mas que o prendem a ele, não irão voltar. Às vezes, as pessoas fazem de tudo para avançar, mas a vida delas não deslancha. Por que não? Porque o coração está amarrado a um fato do qual elas não se libertaram, não avançaram. Você precisa se desamarrar do passado que o prende na tristeza.

Deus não o fez triste, a sua tristeza não é agradável a Ele. Você não é, nunca foi e nunca será uma pessoa triste, porque o Senhor não o fez assim. Você pode estar entristecido, mas se lavar o seu passado com o perdão, ficará livre desse mal.

Você não pode deixar que a paixão vivida no passado o impeça de viver um novo amor. Quantas mulheres não se realizaram afetivamente, porque ficaram presas a um amor ilusório! Quantos homens se casaram com uma mulher, mas o coração deles estava preso a outra? Não deixe que uma paixão do passado continue destruindo seu relacionamento. 

Márcio Mendes


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


INDULGÊNCIAS O QUE SÃO E QUAIS SEUS EFEITOS


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"A absolvição sacramental livra a pessoa do inferno e a indulgência livra a pessoa do purgatório", explica o sacerdote da Arquidiocese de Cuiabá, padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior.
Segundo ele, o perdão dos pecados não resolve o problema das doenças espirituais do homem, portanto, as indulgências são necessárias para que os efeitos do pecado, ainda no coração humano, sejam curados.
 - Como surgiram as indulgências na Igreja? No início do Cristianismo, quando as pessoas iam recorrer ao Sacramento da Reconciliação, a ordem das coisas era diferente como nos tempos de hoje. Atualmente, nós vamos ao padre, ele nos dá o perdão dos pecados e passa uma penitência para cumprirmos depois da confissão. No início da Igreja, era diferente: a pessoa confessava os seus pecados, o padre passava a penitência e, então, a pessoa ficava cumprindo aquela penitência durante vários meses e, às vezes, longos anos para que, finalmente, fosse perdoada. 

Acontece que nesta época, havia a perseguição da Igreja e também havia vários mártires. Então, os cristãos que estavam aprisionados e que iam morrer condenados à morte pelos perseguidores do Império Romano, muitas vezes, escreviam cartas aos bispos dizendo: "senhor bispo, eu vou morrer e a minha morte será uma penitência. Use esta minha penitência para remir as penas, para perdoar a penitência de outra pessoa". 
Eram mártires que se ofereciam para cumprir penitência no lugar daquelas pessoas. A origem da indulgência consiste nisso: sabermos que somos um só corpo. E sendo um só corpo enquanto Igreja, a penitência, o martírio de alguns, pode servir para compensar a penitência de outros. Na verdade, essa história de amor está na raiz do surgimento das indulgências. 
A questão das indulgências é uma prática antiga na Igreja e sofreu algumas incompreensões em certos momentos da história. A que se deve a visão negativa que muitos tiveram com relação às indulgências?
Deve-se principalmente à reação de Lutero àquilo que era a prática das indulgências na Alemanha, na época da reforma protestante. A Igreja acredita que essas penitências que o fiel faz, podem realmente remir a pena do purgatório. Seja do próprio fiel, sejam das almas que estão no purgatório.
 - Por que é necessário buscar as indulgências mesmo após ter recebido o Sacramento da Reconciliação?
 - Por que o perdão dos pecados não resolve o problema das nossas doenças espirituais, ou seja, uma vez que nós formos perdoados, nós precisamos ainda assim fazer práticas penitenciais. Por que é a penitência que irá, aos poucos, tornar o nosso coração um coração melhor. A indulgência é a Igreja que vem em socorro do fiel que faz penitência para, como mãe, aliviá-la. 
 Qual a diferença entre a indulgência plenária e a parcial?
Indulgência plenária, o próprio nome diz, ela redime totalmente a pena que a pessoa teria que cumprir no purgatório. Enquanto a parcial, redime só em partes. A plenária é totalmente eficaz e definitiva para as pessoas mortas. Por exemplo, se eu tenho um parente que faleceu e cumpro uma obra indulgenciada, essa pessoa então, estaria liberta de todo o tempo do seu purgatórioA Igreja ensina que para obter as indulgências o fiel precisa estar em estado de graça. O vem a ser este estado? É um estado de amizade com Deus em que a pessoa não só recebeu o perdão dos pecados, mas também está disposta a abandonar qualquer tipo de pecado, até mesmo o venialQuais as outras condições para se obter indulgências? Quem pode e quem não pode recebê-las?
As indulgências plenárias, geralmente, consistem em uma obra que é indulgenciada e mais outras três condições: confissão, comunhão e oração pelo Santo Padre, o Papa. Estas três condições básicas sempre acompanham as obras que são indulgências plenárias.

A pessoa, para receber a indulgência, precisa ter condição para cumprir as obras. Se uma pessoa está em estado de pecado, numa situação irregular e não pode se confessar, logo, é evidente que ela não pode receber indulgência.
 Quais as obras que, cumpridas, oferecem indulgência aos fiéisAs obras podem ser: uma visita a um cemitério, uma Igreja, a um santuário; fazer uma peregrinação, dentre outras práticas. Mas, neste Ano da Fé, o Santo Padre indulgenciou o fato de as pessoas estudarem o Catecismo da Igreja Católica ou os documentos do Concílio Vaticano II. 

Então, se as pessoas que, durante esse Ano da Fé, estudarem o Catecismo num certo tempo ou lerem piedosamente os documentos do Vaticano II, elas podem, fazendo aquelas três condições básicas de confissão, comunhão e oração pelo Papa, receber indulgências plenárias
Padre Ricardo

JESUS CRISTO NOSSO CONSELHEIRO ADMIRÁVEL


“Louvado sejas tu, meu Senhor, por quem perdoa pelo teu amor; por quem sofre provações e doenças, feliz quem as sustenta em paz, porque será por ti coroado!” (São Francisco de Assis).
O Senhor, durante este tempo novo em que estamos vivendo, convida-nos, a cada momento, para nos aproximarmos d’Ele, de forma a que não nos desviemos do verdadeiro caminho.
“Eu, o Senhor teu Deus, te ensinou coisas úteis, te conduzo pelo caminho em que andas” (Isaías 48,17b).
É muito fácil nos confundirmos, errarmos o caminho e cairmos no buraco do pecado, dos erros e vícios. Somos como as ovelhas: possuímos pouca “visão” e não sabemos caminhar por conta própria. Sozinhos, sem alguém para nos orientar, corremos o risco de nos perder; principalmente quando agimos a partir de nossos sentimentos feridos.
Jesus Cristo é o ”Conselheiro Admirável”, e junto d’Ele precisamos permanecer, para que as coisas deste mundo não nos levem a perder de vista as coisas essenciais.
Renovemos, hoje, a nossa confiança no Senhor:
Jesus eu confio em vós
Luzia Santiago
Muitas vezes quando rezamos, somos tomados pelo sentimento da dúvida sobre a eficácia das nossas orações e questionamos, será que Deus escuta a minha prece?
Tal preocupação deveria nunca povoar os nossos pensamentos e coração, por que Deus mesmo nos diz em Mateus 21,22: “Tudo o que pedirdes com fé na oração, vós o alcançareis”. A dúvida tira a certeza necessária para que a oração seja eficaz. É preciso clamar, acreditando que Deus já esta agindo em sua vida. 
Quando aprendemos a acreditar no poder da nossa oração, aprendemos a dar para Deus todo o nosso ser, todas as alegrias e tristezas, seguranças e inseguranças, e aí experimentaremos uma ajuda como nunca sonhamos ser possível.
Não basta, porém, que você abra seus lábios e articule as palavras, é indispensável a Fé Naquele a quem você se dirige. A Fé é o espírito que anima a oração. Deus se dá aos que se entregam e o buscam intensamente. Quem está com Deus se torna uma pessoa feliz, determinada e entusiasmada com tudo o que pode conquistar. Portanto, em cada instante da vida, em cada ato que você pratica, em cada pensamento, em cada gesto, em cada olhar, saiba que Deus o vê e o assiste.


Deus, enxuga as nossas lágrimas, 
afasta de nós os nossos problemas, 
dá-nos sabedoria para que possamos vencê-los, 
sê-nos favorável. 
Amém!
Muitas vezes quando rezamos, somos tomados pelo sentimento da dúvida sobre a eficácia das nossas orações e questionamos, será que Deus escuta a minha prece?
Tal preocupação deveria nunca povoar os nossos pensamentos e coração, por que Deus mesmo nos diz em Mateus 21,22: “Tudo o que pedirdes com fé na oração, vós o alcançareis”. A dúvida tira a certeza necessária para que a oração seja eficaz. É preciso clamar, acreditando que Deus já esta agindo em sua vida. 
Quando aprendemos a acreditar no poder da nossa oração, aprendemos a dar para Deus todo o nosso ser, todas as alegrias e tristezas, seguranças e inseguranças, e aí experimentaremos uma ajuda como nunca sonhamos ser possível.
Não basta, porém, que você abra seus lábios e articule as palavras, é indispensável a Fé Naquele a quem você se dirige. A Fé é o espírito que anima a oração. Deus se dá aos que se entregam e o buscam intensamente. Quem está com Deus se torna uma pessoa feliz, determinada e entusiasmada com tudo o que pode conquistar. Portanto, em cada instante da vida, em cada ato que você pratica, em cada pensamento, em cada gesto, em cada olhar, saiba que Deus o vê e o assiste.

Deus, enxuga as nossas lágrimas,
afasta de nós os nossos problemas,
dá-nos sabedoria para que possamos vencê-los,
sê-nos favorável.
Amém
Padre Alberto Gambarini