segunda-feira, 4 de março de 2013

COMO TER UM BOM DIA ?


Qual é o segredo para que tenhamos um bom dia? O que devemos fazer para podermos vencer todas as dificuldades que nos cercam? Tenho a certeza de que o segredo é descobrir que “todos os dias pertencem à Deus”! Ele criou os céus e a terra, criou eu e você, para que sejamos felizes e abençoados. Ele nos criou para “reinar”! Todos nós pertencemos ao “Reino de Deus” como filhos Dele. Por este motivo, não podemos viver o dia com amarguras e lamentações, mas sim descobrir coisas novas que realmente tem valor para a nossa vida. Veja o que Deus nos fala em Isaias 55,12: “Sim, partireis com júbilo, e sereis reconduzidos em paz, montanhas e colinas aclamar-vos-ão, e todas as árvores do campo vos aplaudirão”. O Pai nos dá de presente a própria natureza por Ele criada. Aproprie-se desta beleza como um presente que é dado todos os dias a você, olhe ao redor, busque perceber o ambiente que lhe cerca. Comece a fazer esta experiência de observação e não dê espaço para os pensamentos negativos em sua vida. Todo cristão necessita cuidar da sua fé e lembrar-se constantemente de que é através da oração que se alcança as bênçãos divinas. Converse com Deus, tenha-O como um amigo, Ele sempre está pronto a ouvir. Abra cada vez mais o seu coração para que maravilhas aconteçam em sua vida. Estar vivo já é uma grande benção, mesmo em meio às dificuldades. Tudo depende da maneira como você enxerga a vida. Aprenda a apreciar tudo de bom que nosso Deus nos proporciona a cada dia e peça ao consolador Espírito Santo que ilumine a sua mente para que você seja mais positivo e corajoso para encarar a vida.
Senhor, dá-nos a alegria de viver. 
Tu prometestes que darias o Espírito Santo
àqueles que te pedissem.
Nesta hora te pedimos, envia-nos o Santo Espírito,
para que ele nos ilumine,
nos aqueça e nos fortifique. Amém!


Todo o cristão deve ser alegre. Um cristão triste é sem dúvida um mal cristão. O apóstolo Paulo nos deixou um sábio conselho a este respeito, como lemos em 1Ts 5, 16-17: “Vivei sempre contentes, Orai sem cessar”. A tristeza traz a doença, enquanto a alegria nos devolve a saúde. Deixe de lado o semblante pesado, a fisionomia que muitas vezes confunde seriedade com mal-estar. Não passe aos outros a impressão de estar de mal com a vida, isto não só não faz bem a você como também não faz bem aos que estão a sua volta. Jesus não quer que suportemos sozinhos as lutas do dia a dia que muitas vezes endurecem e entristecem o nosso coração. Cristo nos convida a busca-Lo contantemente através da oração para renovar nossas forças e ganhar coragem para viver uma vida alegre e feliz. Quem reconhece os benefícios do amor de Deus torna-se capaz de sorrir para a vida e assim afastar de si o que não é bom. Pense, aja, fale e viva como quem tem da vida o sabor da bondade, do amor e do bem-querer.

Bondoso Pai, dá-nos a alegria de viver. 
Que estejamos sempre alegres e 
que tenhamos sabor e vontade de viver, 
infunde também em nós a vontade de evangelizar. 
Amém!


Não deixe de ler o Evangelho do dia: www.encontrocomcristo.org.br

Todo o cristão deve ser alegre. Um cristão triste é sem dúvida um mal cristão. O apóstolo Paulo nos deixou um sábio conselho a este respeito, como lemos em 1Ts 5, 16-17: “Vivei sempre contentes, Orai sem cessar”. A tristeza traz a doença, enquanto a alegria nos devolve a saúde. Deixe de lado o semblante pesado, a fisionomia que muitas vezes confunde seriedade com mal-estar. Não passe aos outros a impressão de estar de mal com a vida, isto não só não faz bem a você como também não faz bem aos que estão a sua volta. Jesus não quer que suportemos sozinhos as lutas do dia a dia que muitas vezes endurecem e entristecem o nosso coração. Cristo nos convida a busca-Lo constantemente através da oração para renovar nossas forças e ganhar coragem para viver uma vida alegre e feliz. Quem reconhece os benefícios do amor de Deus torna-se capaz de sorrir para a vida e assim afastar de si o que não é bom. Pense, aja, fale e viva como quem tem da vida o sabor da bondade, do amor e do bem-querer.

Bondoso Pai, dá-nos a alegria de viver.
Que estejamos sempre alegres e
que tenhamos sabor e vontade de viver,
infunde também em nós a vontade de evangelizar.
Amém

Padre Alberto Gambarini

É LÓGICA DE DEUS


Eles são chamados a ser diferentes, mas para melhor
O Cristianismo se espalhou a partir de um grupo de discípulos escolhidos por Jesus, cuja missão desafiadora era desproporcional às suas capacidades humanas. O ambiente judaico da época e o poder romano, que dominava o quadro cultural em que se encontravam, não lhes eram propícios para divulgarem a Boa Nova do Evangelho. No entanto, pessoas limitadas se puseram a falar de Jesus Cristo e a proclamar que Ele está vivo. A perseguição desencadeada nos anos que se sucederam provocou a chamada “diáspora”, dispersão que se revelou providencial, pois fez com que o Evangelho chegasse a rincões mais distantes. Até hoje, cada situação adversa é oportunidade – Kairós – aproveitado por Deus, para novas oportunidades para testemunhar o nome de Cristo. O resultado aí está, com a presença da Igreja em toda parte, malgrado todas as dificuldades encontradas no correr dos séculos.

Já nos primeiros séculos, escritores cristãos deixaram o testemunho do caminho seguido para o crescimento da Igreja: “Depois de receberem a força do Espírito Santo com o dom de falar e de realizar milagres, os apóstolos começaram a dar testemunho da fé em Jesus Cristo na Judéia, onde fundaram Igrejas; partiram em seguida por todo o mundo, proclamando a mesma doutrina e a mesma fé entre os povos. Em cada cidade por onde passaram fundaram Igrejas, nas quais outras Igrejas que se fundaram e continuam a ser fundadas foram buscar mudas de fé e sementes de doutrina. Por esta razão, são também consideradas apostólicas, porque descendem das Igrejas dos apóstolos.
Apesar de serem tão numerosas e tão importantes, estas Igrejas não formam senão uma só Igreja: a primeira, que foi fundada pelos apóstolos e que é origem de todas as outras. Assim, todas elas são primeiras e apostólicas, porque todas formam uma só. A comunhão na paz, a mesma linguagem da fraternidade e os laços de hospitalidade manifestam a sua unidade. Estes direitos só têm uma razão de ser: a unidade da mesma tradição sacramental” (Do Tratado sobre a prescrição dos hereges, de Tertuliano, presbítero, capítulo 20 – Século III). A “certidão de nascimento” de uma comunidade cristã é dada pelo laço da sucessão apostólica, que a liga aos primórdios da fé cristã.
Nosso tempo é de pluralismo, por isso exige testemunho mais qualificado dos cristãos. A Igreja pede, em sua oração, que no tempo da renovação da festa pascal, quando o Senhor reacende a fé em Seu povo, estes compreendam melhor o batismo que os lavou, o Espírito que lhes deu nova vida e o Sangue que os redimiu (Cf. Oração do dia do Segundo Domingo da Páscoa). É que não lhes é lícito esmorecer diante de qualquer situação. Antes, cabe-lhes exercitar a criatividade suscitada pelo Espírito Santo a fim de fermentarem de novo e sempre os ambientes em que se encontram.

Após a Ressurreição, o Senhor Jesus Cristo apareceu aos Apóstolos (cf. Jo 20,19-31), estando “as portas fechadas”. Comunicou-lhes Sua paz, confirmou-lhes a fé, fazendo-os superar o medo das chagas – agora gloriosas! – entregou-lhes a missão de serem portadores da misericórdia infinita com que quer restaurar a vida dos homens e mulheres de todos os tempos com o sacramento do perdão. Enfim, deu-lhes “instrumentos de trabalho”. Dali para frente, as mudas da fé foram plantadas em toda parte e não existem portas fechadas que não possam ser superadas. Não é necessário nem conveniente ou permitido usar as armas da violência, do engodo ou da mentira. Basta anunciar Jesus Cristo, pois só Ele pode converter os corações.
Formaram-se as primeiras comunidades cristãs (Cf. At 2, 42-47; At 4, 32-35; At 5,12-16), como relatam os Atos dos Apóstolos. Perseverança na escuta da Palavra de Deus, na Oração, na Eucaristia e na Partilha dos bens. E em toda a sua história, a Igreja constatou que os bens, quando partilhados, se multiplicam. É a lógica de Deus, diferente do que o senso comum possa oferecer! Todas as gerações de cristãos se descobriram chamadas à fraternidade, lenir as chagas e suscitar obras com as quais os mais frágeis da sociedade são por eles acolhidos e promovidos. Venha à luz, de forma especial, o que os cristãos fazem, ao lado de outras forças da sociedade, para defender a vida do nascituro, ou a Pastoral da Criança, as grandes obras de acolhimento às pessoas com necessidades especiais ou as instituições que cuidam da saúde dos mais pobres.
E em tempos como o nosso, em que o valor da vida é vilipendiado e a verdade relativizada, continua verdadeira a afirmação do Apóstolo São João: “A vitória que vence o mundo é a nossa fé” (I Jo 5,4). Vitória para o cristão não é a destruição do adversário! É que, amado, este se transforma! Os valores pelos quais lutam os cristãos são o que existe de melhor para a humanidade! Não a destroem ou impedem a felicidade. Eles são chamados a ser diferentes, mas para melhor, no rumo de realização plena para todos, sem exceção.
Dom Alberto Taveira Corrêa

domingo, 3 de março de 2013



CIRCUNDE SEU PROBLEMA COM MISSAS

O sacrifício de Jesus não é uma repetição: é o mesmo sacrifício que se renova e se atualiza para nós em cada Santa Missa celebrada. Em cada Celebração Eucarística, mais uma vez, Cristo está derramando Seu Sangue por nós. Neste momento toda muralha cai por terra e o poder do inimigo é desfeito. As soluções chegam e a vitória de Deus se dá em qualquer situação.

Por isso, a minha palavra para os que me procuram é: volte-se para a Eucaristia. Participe da Santa Missa. Comungue diariamente. Adore ao Senhor no Santíssimo Sacramento. Isso não é tolice! Não é alienação! Não é perda de tempo! Muito pelo contrário: tenha consciência de que qualquer batalha será vencida pela Santa Missa e pela comunhão.

Circunde o seu problema com Missas! Mande celebrá-las com essa intenção. Comungue, porque com isso você estará sendo impregnado de Jesus vitorio

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

O REINOS DOS CÉUS É DOS HUMILDES


 
Felizes os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus" (Sl 48). Meus irmãos, esta é a primeira bem-aventurança. Os pobres de espírito são o oposto dos soberbos e arrogantes, porque são humildes e penetram na realidade do Reino de Deus. 

Nós percebemos, irmãos, o quanto precisamos de mudança, de transformação. O próprio João, que foi "o discípulo amado", tinha no coração uma "riqueza" de espírito, chegando a fazer um grupinho com os outros apóstolos, como se eles fossem "os queridinhos" de Jesus. Mas, ele foi mudando a ponto de se tornar o discípulo do amor: tornou-se amor nas suas palavras, nos seus gestos, naquilo que era e fazia. Se ele precisou de toda essa mudança, imagine como nós também necessitamos dela! Como o nosso coração precisa ser mudado e possuído pela primeira bem-aventurança!

Por isso, o Senhor tem tido paciência conosco, pois sabe que não mudamos de uma hora para outra. O bem está em nós, mas precisa ser lapidado, e isso vai tirar “pedaços”, vai doer. Para mudarmos, o Senhor permite que nos aconteçam situações de humilhação. No fundo, meus irmãos, precisamos do nosso próprio esforço e também que Cristo permita a nossa humilhação para que tenhamos um coração novo, humilde como o d’Ele.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova