quarta-feira, 29 de maio de 2013

SEMANA EUCARÍSTICA EM PREPARAÇÃO PARA CORPUS CHRIST


MILAGRE EUCARISTICO  LANCIANO

Em Lanciano (Itália), por volta do ano de 750, Jesus quis dar uma prova da sua presença real na Eucaristia. Os antigos documentos e a contínua tradição, relatam que no mosteiro de São Legonciano, onde habitavam os monges de São Basílio (hoje igreja de São Francisco), vivia um monge não muito firme na fé que, embora letrado nas ciências do mundo, ignorava as de Deus. Dia após dia, andava cada vez mais incerto, se na Hóstia consagrada estava o verdadeiro Corpo de Cristo, assim como no vinho o verdadeiro Sangue de Cristo. Todavia, ele suplicava constantemente a Deus que lhe tirasse do coração aquela chaga que lhe estava envenenando a alma. O Pai de misericórdia comprazeu-se em tirá-lo de tal obscuridade.
Uma manhã, durante a celebração da Missa, depois de ter proferido as santíssimas palavras da consagração, o monge encontrava-se mais do que nunca mergulhado nas dúvidas. De repente, viu o pão transformar-se em Carne e o vinho em Sangue. Aterrorizado e confuso, ficou bastante tempo como que em êxtase e, finalmente, como o rosto cheio de alegria, ainda banhado de lágrimas, virando-se para os circunstantes, disse: ‘O bendito Deus, para confundir minha incredulidade, quis desvelar-Se neste Santíssimo Sacramento e tornar-Se visível aos nossos olhos: Vinde irmãos, e contemplai. Eis a Carne e o Sangue do nosso diletíssimo Cristo!

Graças e Louvores sejam dados a todo momento, ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento.
Apesar das pessoas acharem que dinheiro não traz felicidade, a grande maioria das pessoas vive como se isso fosse verdade. Veja, trabalhamos mais do que devemos, muitas vezes sacrificamos nossas famílias e também nossa saúde. Sem falar que gastamos mais do que recebemos e ainda invejamos aqueles que tem mais que nós.

Mas se o dinheiro não traz felicidade por que somos ainda tão materialistas? Em Eclesiastes 5,9 lemos: “Aquele que ama o dinheiro nunca se fartará, e aquele que ama a riqueza não tira dela proveito. Também isso é vaidade”.

O materialismo é uma tentativa de transformar a felicidade na posse de algo visível e que estará a nossa disposição quando desejarmos. Isto pode até funcionar por algum tempo, mas logo nos sentiremos vazios, em busca de outros bens e nunca nos sentiremos plenamente satisfeitos.

O dinheiro é importante para a sobrevivencia, devemos sim trabalhar com a dignidade de quem tem algo a cumprir mas não somente para ganhar o dinheiro.

Nossa satisfação só será plena quando entendermos que somos um capítulo especial na obra da criação, o dinheiro, a riqueza ou até a falta dela é consequencia das nossas atitudes, é preciso aprender a confiar na generosidade com que Deus nos ampara e nos cumula de bens e acima de tudo como Ele nos ama e é providencial.
Senhor,
Faz-nos conscientes do Vosso amor,
Queremos estar Contigo e para sempre amar-Te.
Vem em nosso socorro,
ilumina o nosso pensamento,
dá-nos equilíbrio e sabedoria.
Amém!

SEJAMOS IMPREGNADOS NO ESPÍRITO

Se pegarmos um lenço e o mergulharmos em uma vasilha com suco de morango, o suco penetrará nas fibras do tecido e ele ficará vermelho. E se o levarmos à boca, sentiremos o gosto de suco. Se o espremermos, o que sairá dele? Suco, é claro, porque o suco penetrou nele. Era isso que Jesus estava dizendo ao usar o verbo batizar: “Porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui a poucos dias” (Atos dos Apóstolos 1,5).

Não se trata de derramar o Espírito Santo em nós, mas de sermos “mergulhados” no Espírito Santo. É como mergulhar um lençol na água: o lençol acaba ficando impregnado deste líquido, porque todas as fibras do tecido ficam cheias d’água. É preciso que o mesmo aconteça com cada um de nós. “Vós sereis batizados no Espírito Santo”. Para que o Espírito nos impregne totalmente, penetrando em todas as fibras do nosso ser, é preciso que aceitemos ser mergulhados n’Ele.

Ser banhados no Espírito é a grande graça que recebemos, de tal maneira que Ele tome conta de todo o nosso ser. O que levamos aos outros não somos nós, mas o próprio Espírito Santo. A partir disso, conclui-se uma coisa importante: os dons estão intimamente ligados à graça de receber a efusão do Espírito Santo. De modo que quem foi batizado n’Ele não pode ficar sem os dons, pois os dons são a mais legítima expressão d’Ele. 

Deus conta conosco!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

COMO AJUDAR EFIZCAZMENTE QUEM PRECISA DA NOSSA AJUDA ?

Metodologia Terapêutica de Ajuda Emocional
Sempre há alguém precisando de ajuda emocional: uma palavra amiga, uma orientação ou simplesmente alguém que escute os sofrimentos da alma. Contudo, nem sempre sabemos como agir diante de determinadas situações, pois somos extremamente complexos e frágeis. Sempre existe o medo de que nossas palavras sejam mal interpretadas. Como ajudar eficazmente quem precisa de nossa ajuda?
Ajudar é um processo que exige, em primeiro lugar, uma maturidade emocional e espiritual. Uma pessoa imatura dificilmente poderá contribuir com alguém que enfrenta crises pessoais complexas e que exigem um cuidado especial no acolhimento do que será partilhado. Por isso mesmo, é preciso nos questionarmos se temos condições humanas e espirituais de ajudar alguém ou se, no momento, seria mais prudente e oportuno indicar outra pessoa com um nível de maturidade maior para poder auxiliar em determinados contextos enfrentados por quem nos procurou.

Quem nos procura não quer ser tratado como um objeto. Não é uma mercadoria. Não deseja ser analisado, mas necessita de compreensão e empatia. Uma atitude que vê o outro como um problema sem solução não contribui para uma ajuda eficaz. É necessária a disponibilidade interior para compreender os sentimentos do outro sem nos perdermos dos nossos.
O que é revelado sempre deverá conter o caráter confidencial. Talvez, o que ouviremos nunca tenha sido partilhado com outra pessoa. Diante de nós será depositado tudo aquilo que a pessoa vive e sente, e, neste caso, o respeito à dor e ao sofrimento do outro torna-se fundamental. No processo de acolhimento, é necessário ser quem se é, não tendo necessidade de fingimentos. Faz-se necessário abrir mão das máscaras que, supostamente, poderão desejar ocupar um lugar que não lhes pertence.
Diante de determinados relatos, corremos o risco de nos irritarmos com aquilo que nos é apresentado. Talvez, o relato seja longo demais ou não concordemos com determinadas atitudes. Quando a pessoa percebe a irritação expressa na fala ou no semblante do interlocutor, cria-se um bloqueio emocional que rouba a confiança que estava sendo depositada até então.

Somente poderá compreender os sentimentos do outro quem antes estiver consciente dos seus e aceitá-los. Não há como compreender o outro se antes não houver compreensão de si próprio. Atitudes de atenção, afeição, ternura, interesse, respeito nem sempre são fáceis de serem transmitidas, mas são essenciais para quem deseja ser um canal de ajuda.

Na relação de ajuda, corremos o risco de ficarmos deprimidos com a depressão do outro ou angustiado com a angústia que nos é apresentada. É preciso ter em si mesmo uma maturidade humana e espiritual para entrar no mundo do outro, procurando ver como ele vê a vida sem perder-se de si mesmo.

Nem sempre é fácil aceitar o outro como ele é. Diante de nós estão colocadas todas as fragilidades e pecados guardados em um coração sofrido e machucado. Como reagir a tudo isso? Condenar e decretar uma sentença? Não! Será preciso agir com extrema delicadeza para que nosso comportamento não seja interpretado como uma ameaça, criando assim um bloqueio na relação de ajuda.

Enfim, é preciso ver o outro como um ser humano em processo de transformação: uma pessoa amada por Deus e que, muitas vezes, precisa resgatar a sua dignidade diante de si mesmo e da sociedade. Quando quem nos procura é acolhido como uma criança imatura, alguém ignorante ou ainda como um problema sem solução, limitamos a relação de ajuda e não permitimos que a pessoa desenvolva suas possibilidades de crescimento interior, tanto em nível humano quanto espiritual.

A compreensão é um processo de misericórdia e compaixão, o qual se estabelece quando a confiança e o respeito são preservados como algo sagrado na relação interpessoal. Não há ajuda eficaz quando quem nos procura não encontra uma oportunidade de recomeçar a escrever sua história de vida.
Padre Flávio Sobreiro

TEMOS DIREITO Á VIDA

A vida humana é sagrada, pois tem como origem a ação criadora de Deus
A lei brasileira permite o uso, para pesquisa e terapia, de células-tronco obtidas de embriões humanos de até cinco dias, que sejam sobras do processo de fertilização in vitro, inviáveis para implantação ou congelados por mais de três anos com o consentimento dos genitores. Todavia, ainda que a lei aprove, esta prática é um atentado contra a vida humana.

Em primeiro lugar, a destruição do blastocisto, embrião na segunda semana de gestação, para a obtenção de células-tronco, é um atentado contra a vida, porque esta é inviolável, ainda que em sua fase inicial de formação. Esta prática é eticamente incorreta, porque é um desrespeito contra a dignidade humana. Uma vida, ainda que em sua fase inicial, não pode ser usada para pesquisas e/ou terapias. Ainda que o fim dessas pesquisas seja para o bem da humanidade, não se pode dispor de um meio mau para chegar a esse fim. Além da questão ética, há também implicações do ponto de vista religioso a respeito do uso de células tronco embrionárias para pesquisas e terapias

Segundo a Carta Encíclica Evangelium Vitae, do Papa João Paulo II, o quinto mandamento da Lei é lembrado, em primeiro lugar, por Jesus ao jovem rico: “Não matarás; não cometerás adultério; não roubarás...” (Mt 19, 18). Segundo o Pontífice, o mandamento de Deus não pode ser desvinculado do seu amor, que é sempre um dom para a alegria do homem. Este constitui um aspecto essencial e um elemento inalienável do Evangelho, uma boa e feliz notícia.
O Evangelho da vida é um grande dom de Deus e, ao mesmo tempo, uma exigente tarefa para o homem. “Aquele suscita assombro e gratidão na pessoa livre e pede para ser acolhido, guardado e valorizado com vivo sentimento de responsabilidade: dando-lhe a vida, Deus exige do homem que a ame, respeite e promova. Deste modo, o dom faz-se mandamento, e o mandamento é em si mesmo um dom”. O homem tem o dever de amar, respeitar e promover a vida, por isso a destruição do embrião para a obter células-tronco é pecado grave contra Deus e Sua Lei.

João Paulo II afirma que o homem é rei e senhor não apenas das coisas, mas também, e em primeiro lugar, de si mesmo e da vida que lhe é dada. O gênero humano pode transmitir a vida por meio da geração cumprida no amor e no respeito do desígnio de Deus. Porém, o seu domínio não é absoluto, mas um reflexo concreto do domínio único e infinito de Deus. Por isso, o homem deve viver esse domínio com sabedoria e amor, participando da sabedoria e do amor de Deus, o qual é tão grande que não pode ser medido (cf. EV 52). O homem não é senhor absoluto e árbitro incontestável, mas ministro do desígnio de Deus. A vida é confiada ao homem como um tesouro que não pode desprezar, como um talento que deve fazer render, pois dele terá de prestar contas ao seu Senhor (cf. Mt 25, 14-30; Lc 19, 12-27).

A vida humana é sagrada, pois tem como origem a ação criadora de Deus e mantém para sempre uma relação especial com o Criador, seu único fim. “Só Deus é Senhor da vida, desde o princípio até ao fim: ninguém, em circunstância alguma, pode reivindicar o direito de destruir diretamente um ser humano inocente” (EV 53). Somente Deus é o Senhor absoluto da vida do homem, formado à Sua imagem e semelhança (cf. Gn 1, 26-28), por isso, não podemos manipular a vida.

A vida humana possui um caráter sagrado e inviolável, no qual se reflete a própria inviolabilidade do Criador. Por isso, Deus se fará juiz severo de qualquer violação do mandamento “não matarás”, colocado na base de toda a convivência social. Deus é o defensor do inocente (cf. Gn 4, 9-15; Is 41, 14; Jr 50, 34; Sal 19 18, 15), que não Se alegra com a perdição dos vivos (cf. Sb 1, 13). Com a perdição, somente satanás pode se alegrar. Foi pela inveja do homem que a morte entrou no mundo (cf. Sb 2, 24). O demônio é assassino desde o princípio e também mentiroso e pai da mentira (cf. Jo 8, 44).

Enganando o homem, satanás levou-o ao pecado e à morte, que lhe foram apresentados como objetivos e frutos de vida (cf. EV 52). Não nos enganemos, pois tais pesquisas com células-tronco embrionárias podem ser apresentados da mesma forma, como objetivos e frutos de vida, mas na verdade fazem parte da cultura de morte, que se espalha pelo mundo. Protejamos estas vidas contra qualquer tipo de manipulação, pois nos lembra o Beato João Paulo II, o ser humano tem direito à vida desde a concepção até o momento da morte natural (cf. Exortação Apostólica Christifideles laici, 38).
Natalino Ueda - Comunidade Canção Nova

terça-feira, 28 de maio de 2013


VOCE CONHECE ALGUÉM QUE VIVE SOLITÁRIO , NO FUNDO DO POÇO DO DESESPERO E DA DEPRESSÃO ?

 A pessoa que está nessa situação não sente animo algum diante da vida e imagina não ter valor e nem ser importante para ninguém.

Este é um engano terrível, existe alguém que se importa com você, este alguém é Deus.

Em Isaías 49, 15-16, Ele diz: “Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto de suas entranhas? E mesmo que ela o esquecesse, eu não te esqueceria nunca. Eis que estás gravada na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas.”

Deus nos diz que somos importantes, que temos valor. Ele diz que estamos gravados, cada uma de nós, na palma da sua santa mão. O que isto significa? Que estamos sempre juntos Dele. Não fique olhando para o passado, para os erros, fracassos ou sonhos não realizados. Viva o hoje com toda a coragem.

Risque definitivamente da sua vida a frase “Ninguém se importa comigo”, Deus estará sempre com você aconteça o que acontecer.
Se você cair Ele lhe estenderá a mão, se estiver se sentindo cansado, ele aliviará o seu fardo, se precisa ser perdoado, Ele está sempre disposto a te resgatar. Aprenda a enxergar a vida com os olhos da fé e você será capaz de vencer todas as barreiras.

Meu bom Deus, muito obrigado pela tua graça,
não pagamos nada por ela, é tudo dom gratuito de tua bondade.
Perdoa a nossa ingratidão e faz-nos sempre carentes de tua ajuda.
Muda a nossa maneira de ser,
reforma o nosso procedimento,
faz-nos instrumentos de tua paz e dá-nos o dom do equilíbrio.
Amém!
Padre Alberto Gambarini