sábado, 11 de janeiro de 2014
CONFESSIONÁRIO
Se Jesus Cristo descesse a uma igreja, e se sentasse num confessionário para administrar o sacramento da Penitência, ao mesmo tempo que um padre sentado no outro, o divino Redentor diria: Eu te absolvo o padre diria o mesmo: Eu te absolvo; e os penitentes ficariam igualmente absolvidos, tanto por um como pelo outro.
Santo Afonso Maria de Ligório
Si Jesucristo vendría a una Iglesia, y se sentase en un confesionario para administrar el sacramento de la Penitencia, al mismo tiempo que un sacerdote sentado en el otro, el divino Redentor diría: Yo te absuelvo, el padre diría lo mismo: Yo te absuelvo; y los penitentes quedarían igualmente absolvidos, tanto por uno como por el otro.
San Alfonso María de Ligorio
Santo Afonso Maria de Ligório
Si Jesucristo vendría a una Iglesia, y se sentase en un confesionario para administrar el sacramento de la Penitencia, al mismo tiempo que un sacerdote sentado en el otro, el divino Redentor diría: Yo te absuelvo, el padre diría lo mismo: Yo te absuelvo; y los penitentes quedarían igualmente absolvidos, tanto por uno como por el otro.
San Alfonso María de Ligorio
O QUE FAZER NESTE ANO 2014?
Guardemos Cristo na nossa vida para guardar os outros
A expressão é de um conhecido poema de Carlos Drummond de Andrade, mas a mesma pergunta pode ser feita a José de Nazaré ou a tantos "Josés" presentes dentro de nós e em torno de nós. Depois do Natal e das festas que ocorrem neste tempo, o que fazer da vida e como aproveitar as muitas lições do ano que termina? Se o cenário do Natal é carregado de ensinamentos, pedimos, hoje, licença às outras figuras nele presentes, para contemplar, de modo especial, o homem a quem foi confiada a guarda da Sagrada Família, inspirados por palavras de fogo e simplicidade pronunciadas pelo Papa Francisco, quando começou seu ministério de Sucessor de Pedro:
"Como vive São José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos Seus sinais, disponível mais ao projeto d'Ele que ao seu. Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à Sua Palavra, ao Seu desígnio; e é o próprio Deus quem constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo Seu Espírito. E José é "guardião", porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela Sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia e toma as decisões mais sensatas. Nele vemos como responder à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação! Entretanto, a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Gênesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e de cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que, muitas vezes, estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente; depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente, tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus" (Homilia do Papa Francisco - Praça de São Pedro - Terça-feira, 19 de março de 2013, Solenidade de São José).
E agora? O que fazer do ano que está para começar?
O primeiro passo é reconhecer que o tempo e as capacidades foram dadas de presente. Deus não precisa fazer previsões, mas oferece um momento depois do outro, com calma até para nos permitir curtir, a cada dia, Suas riquezas e possibilidades para a nossa felicidade. Sabemos que se o Senhor não construir a casa, em vão trabalham os que a edificam (Cf. Sl 126,1). Para isso, o ano há de ser preenchido com escuta, fidelidade à Palavra de Deus e discernimento dos sinais que ele envia, sabedoria para colher as lições de cada acontecimento. Cada fato alegre ou triste é carregado de sentido e de apelos de Deus.
O primeiro passo é reconhecer que o tempo e as capacidades foram dadas de presente. Deus não precisa fazer previsões, mas oferece um momento depois do outro, com calma até para nos permitir curtir, a cada dia, Suas riquezas e possibilidades para a nossa felicidade. Sabemos que se o Senhor não construir a casa, em vão trabalham os que a edificam (Cf. Sl 126,1). Para isso, o ano há de ser preenchido com escuta, fidelidade à Palavra de Deus e discernimento dos sinais que ele envia, sabedoria para colher as lições de cada acontecimento. Cada fato alegre ou triste é carregado de sentido e de apelos de Deus.
O José que está dentro de cada um de nós há de escolher, para ser feliz, a missão de guardião ou guardiã. Faz bem e realiza a existência de uma pessoa quando esta assume responsabilidades, olhando ao redor, para descobrir o bem a ser feito. O guardião toma iniciativa para praticar o bem, começa em si mesmo a mudança do mundo e não deixa qualquer pessoa ou situação sem a marca de sua presença. A sujeira da rua, o trânsito, as plantas e, mais ainda, as pessoas, são de nossa responsabilidade. Todas as oportunidades sejam aproveitadas para fazer o bem e construir um mundo melhor.
São José guardou a Sagrada Família. Uma bela proposta para o ano novo, olhando para seus exemplos e, contando com sua intercessão, trabalhar por valores que alguns consideram tradicionais no sentido negativo. Recordo-me de uma belíssima canção do Padre Zezinho: "Agora falam do desquite e do divórcio, o amor virou consórcio, compromisso de ninguém. E há tantos filhos que bem mais do que um palácio gostariam de um abraço e do carinho de seus pais. Se os pais se amassem, o divórcio não viria, chamam a isso de utopia, eu a isso chamo paz". Volto ao Papa Francisco: "É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais". Faço um apelo a valores tradicionais, no sentido bem positivo e provocante. Trata-se de uma campanha pela família e pelo matrimônio, justamente no ano em que acontecerá um Sínodo Extraordinário dos Bispos sobre a Família e a Nova Evangelização. Redescobrir na família os valores da fidelidade, da fecundidade e da intimidade, tudo fecundado por uma vida de oração e comunhão com a Igreja.
Nossa vida é tecida por relacionamentos com as outras pessoas. Quanta gente nova entrou com tudo em nosso coração no ano que termina! Com São José aprendamos a "viver com sinceridade as amizades, que são um se guardar mutuamente na intimidade, no respeito e no bem". No ano que vai começar, cultivar o trato de pessoa por pessoa, aprofundar as amizades verdadeiras, alegrar-se com elas. Mais dos que as listas existentes em nossos aparelhos, que constituem comunidades virtuais, trazer estes nomes para a realidade concreta, visitar, ajudar, ouvir, manifestar ternura e misericórdia. Se cada pessoa for ao encontro, pelo menos uma vez no ano, de cada um de seus contatos de lista, muito teremos feito para um mundo mais fraterno e justo. Haverá mais gente feliz!
Como um bom programa do tempo novo, que é dado por Deus, "cada qual veja bem como está construindo. De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que já está colocado: Jesus Cristo. Se então alguém edificar sobre este alicerce com ouro, prata, pedras preciosas ou com madeira, feno, palha, a obra de cada um acabará sendo conhecida: o dia a manifestará, pois ele se revela pelo fogo, e o fogo mostrará a qualidade da obra de cada um. Aquele cuja construção resistir ganhará o prêmio; aquele cuja obra for destruída perderá o prêmio – mas ele mesmo será salvo, como que através do fogo" (1 Cor 3, 10-13).
Dom Alberto Taveira Corrêa
PRECISAMOS SER A MISERÍCORDIA PARA OS NOSSOS
“Vieram pessoas trazendo numa padiola um homem que estava paralisado; eles procuravam fazê-lo entrar e coloca-lo diante dele; e como, por causa da multidão, não viam por onde faze-lo entrar, subiram ao telhado e, através das telhas, fizeram-no descer com a sua padiola no meio da assistência, diante de Jesus. Vendo-lhes a fé, ele disse: ‘Teus pecados te são perdoados’” (Lc 5,18-19).
Aquele homem não tinha mais como ir sozinho, tal era a situação a que ele havia chegado. Foram seus amigos que o colocaram na maca e o levaram para Jesus. Tiveram um grande trabalho porque não tinham como entrar no local. Mas finalmente conseguiram leva-lo à presença de Jesus.
É assim que precisamos fazer com os nossos. Não podemos parar de trabalhar enquanto não conseguirmos levá-los todos até Jesus. Ao ver aquele homem na padiola, Jesus percebeu que a maior necessidade desse homem era o perdão dos seus pecados.
A maior necessidade dos nossos é essa também. Eles estão nesta situação porque foram para longe de Deus e acabaram no pecado, como aquele homem paralisado. O pecado vai entrevando a pessoa de tal maneira que se torna vão qualquer socorro humano. É preciso o socorro divino.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Aquele homem não tinha mais como ir sozinho, tal era a situação a que ele havia chegado. Foram seus amigos que o colocaram na maca e o levaram para Jesus. Tiveram um grande trabalho porque não tinham como entrar no local. Mas finalmente conseguiram leva-lo à presença de Jesus.
É assim que precisamos fazer com os nossos. Não podemos parar de trabalhar enquanto não conseguirmos levá-los todos até Jesus. Ao ver aquele homem na padiola, Jesus percebeu que a maior necessidade desse homem era o perdão dos seus pecados.
A maior necessidade dos nossos é essa também. Eles estão nesta situação porque foram para longe de Deus e acabaram no pecado, como aquele homem paralisado. O pecado vai entrevando a pessoa de tal maneira que se torna vão qualquer socorro humano. É preciso o socorro divino.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
SER VERDADEIRO DIANTE DO SENHOR
palavra "sincero" vem de "sem cera". Os antigos gregos e romanos faziam um teatro bem semelhante ao teatro moderno: uma mesma pessoa fazia vários personagens, e a troca de personagens era feita apenas trocando as máscaras, as quais eram feitas de cera. Por isso, "sem cera" quer dizer sem máscara, sem representação.
Não podemos representar diante de Deus, precisamos ser sinceros com Ele! Temos de ser verdadeiros até mesmo diante de nossas fraquezas. São Paulo nos diz isso de uma maneira linda: "Portanto, eu me comprazo nas fraquezas, nos insultos, nos constrangimentos, nas perseguições e nas angústias por Cristo, pois quando sou fraco, então é que sou forte" (II Cor 12,10).
Deus é forte em você, por isso, Ele o faz forte. Não tenha medo de ser sincero diante do Senhor, de confessar-Lhe seus pecados mais secretos. Não tenha medo do pecado, mas sim de não ser sincero com Deus.
Padre Jonas Abib
EIS QUE EU RENOVO TODAS AS COISAS
Ano novo, vida nova, novos sonhos, novos projetos. Por que novo? Por que, de um dia para o outro, gritamos “Feliz Ano Novo”? Por que há queima de fogos, confraternizações, ceias e tantas outras coisas?
As comemorações vêm do desejo de vivermos de uma maneira nova, com o coração e a alma abertos às novidades do Espírito Santo, que faz novas todas as coisas. Não dá para arrastarmos os fardos do ano que passou e vivermos tudo do mesmo jeitinho cansado e apático.
Com Deus podemos começar sempre tudo de novo, de uma maneira nova; por isso, deixemo-nos guiar por Ele a todo momento. Vem, Espírito Santo, e renova a nossa vida!
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
ESCAPULÁRIO
O Escapulário é um sinal de aliança com Nossa Senhora, e exprime nossa consagração a Ela. Assim vestia Maria a seu Filho Jesus, desde o seu nascimento, como esmerada e devotada Mãe. E da mesma forma quer revestir também a nós, seus filhos adotivos, Aquela que “como névoa cobre a terra inteira”. Pois a Ela fomos entregues na mesma ocasião em que os soldados, pela sorte, decidiam sobre a propriedade da túnica de Jesus: “Mulher, eis aí teu filho” (Jo 19,26).
Assinar:
Postagens (Atom)






