quinta-feira, 8 de maio de 2014
VIVA UM DIA DE CADA VEZ
Jesus ensinou isto bem claro: “Não vos preocupeis pois com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas próprias preocupações. A cada dia basta o seu cuidado.” (Mt 6,34)
Qualquer que seja a preocupação que você possa ter com o futuro: desemprego, cuidados dos filhos, doença…, deixe tudo nas mãos de Deus, e aceite o que Ele permitir que aconteça. Faça hoje a sua parte e “seja feita a vontade de Deus”. Viva o presente, em Deus. “O Senhor está perto.”
Lembre-se, Deus não toma a força o peso das suas preocupações, Ele caminha a seu lado, discreto e paciente, esperando que você o chame e lhe entregue as preocupações e tribulações do dia.
Lembre-se, Deus não toma a força o peso das suas preocupações, Ele caminha a seu lado, discreto e paciente, esperando que você o chame e lhe entregue as preocupações e tribulações do dia.
Portanto, é preciso você estar sintonizado com Deus o dia todo; daí a importância de você rezar sempre, de manhã, de tarde, de noite, no carro, na rua, na caminhada. O Senhor ressuscitado está perto, mas nos esquecemos disso e ficamos lutando sozinhos…
Habitue-se a falar com Ele, o tempo todo, nas horas boas e más, tome consciência profunda da sua Presença e lhe entregue tudo a todo momento. Aquele trabalho difícil a fazer o inquieta, entregue-o ao Senhor, você verá que será mais fácil. Se é o medo que o angustia, entregue-o a Deus, e descanse nele. Se é uma perda irreparável… entregue-lhe o que foi perdido. Só assim será possível a paz. Aprenda a entregar tudo a Deus e aceitar o que Ele permitiu que acontecesse. Isto é um aprendizado lento, longo e que requer perseverança, mas valioso. A cada dia aceite morrer para as preocupações, angústias, medos e provações. Repita mil vezes com o salmista:
“Nas tuas mãos, Senhor, está o meu destino.” (Sl 30,16)
“Ó Altíssimo, quando o terror me assalta, é em Vós que eu ponho a minha confiança.” (Sl 53,4)
“É em Deus que eu ponho a minha esperança; nada temo.”(Sl 55,12)
“Abrigo-me à sombra de vossas asas, até que a tormenta passe.”(Sl 56,2)
Repita esses Salmos muitas vezes, e muitos outros, especialmente nas horas em que a sua fé balançar. Recoloque o leme da sua vida nas mãos de Deus, a cada dia, e “viva um dia de cada vez”. Não pense no dia de amanhã porque você não terá energias para isto. Se houver tempestades no meio do caminho, não se assuste e nem se desespere.
No final da tempestade você verá que não houve um retrocesso e nem tempo perdido, mas uma rica experiência que você viveu, e que o fará mais forte, mais sereno e contente diante da vida. Perceberá que venceu um pouco mais os desejos egoístas e a sensação de insegurança que costumava oprimir você. É na luta que o combatente se torna mais forte.
Aos poucos você vai aprendendo, na luta da vida, dia após dia, que a sua segurança depende exclusivamente de Deus e não de você, nem de seus bens, nem de sua cultura, nem do seu poder ou de sua influência.
Prof. Felipe Aquino
Oh! Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, Rainha do céu e refúgio dos pecadores, ao Vosso Coração Imaculado consagramos nossa vida, todo nosso ser, tudo o que temos, tudo o que amamos, tudo o que somos.
A Vós pertencem nossos lares, nossa pátria.
Queremos que seja vosso, e participe dos benefícios de vossas bênçãos maternais, tudo o que existe em nós, e ao redor de nós.
E para que esta consagração seja realmente eficaz e duradoura, renovamos hoje, aqui aos vossos pés, oh! Maria, as promessas do nosso batismo e da nossa primeira comunhão.
Comprometemo-nos a professar, corajosamente e sempre, as verdades da fé, e a viver como católicos, submissos à sua Santidade, o Papa e aos Bispos em comunhão com ele.
Comprometemo-nos a observar os Mandamentos de Deus e da Igreja, particularmente a santificação do Domingo.
Considerai e depois fazei o que Vos disser o Coração.
Deixai Vosso Coração agir... conto com Ele, confio n'Ele e a Ele me entrego.
Queremos empenhar-nos, ó gloriosa Mãe de Deus e nossa Mãe, para que o Reino de Cristo, vosso Filho, seja uma presença em nossas almas na terra como no céu.
Queremos oferecer cinqüenta rosas pela reza do terço, meditando sobre os mistérios do Santo Rosário.
A Vós pertencem nossos lares, nossa pátria.
Queremos que seja vosso, e participe dos benefícios de vossas bênçãos maternais, tudo o que existe em nós, e ao redor de nós.
E para que esta consagração seja realmente eficaz e duradoura, renovamos hoje, aqui aos vossos pés, oh! Maria, as promessas do nosso batismo e da nossa primeira comunhão.
Comprometemo-nos a professar, corajosamente e sempre, as verdades da fé, e a viver como católicos, submissos à sua Santidade, o Papa e aos Bispos em comunhão com ele.
Comprometemo-nos a observar os Mandamentos de Deus e da Igreja, particularmente a santificação do Domingo.
Considerai e depois fazei o que Vos disser o Coração.
Deixai Vosso Coração agir... conto com Ele, confio n'Ele e a Ele me entrego.
Queremos empenhar-nos, ó gloriosa Mãe de Deus e nossa Mãe, para que o Reino de Cristo, vosso Filho, seja uma presença em nossas almas na terra como no céu.
Queremos oferecer cinqüenta rosas pela reza do terço, meditando sobre os mistérios do Santo Rosário.
O SEGREDO DE TER UM CASAMENTO FELIZ
Pequenos gestos que reforçam os laços da vida conjugal feliz
Se formos considerar a longevidade da proposta conjugal, certamente alguns poucos anos corresponderiam a um período de lua de mel. É o começo de uma vida nova que se desdobra.
O segredo para ter um casamento feliz é os casais aprenderem a deixar de conjugar os verbos na primeira pessoa – eu vou, eu quero, eu faço… – para conjugá-los na primeira pessoa do plural – nós vamos, nós queremos, nós faremos…
Muitas são as queixas de ambos. Parece que o romantismo vivido por eles no namoro e nas primeiras semanas de casados foi abandonado.
Se ficarem presos às coisas que deixamos para trás ou às situações que têm sido motivos de brigas, em muito pouco tempo os casais começarão a pensar em se separar, antes mesmo de fazerem a experiência da verdadeira vida conjugal, além da cama.
Diante das primeiras crises, eles reclamam que o cônjuge já não se preocupa em ser a mesma pessoa atenciosa com quem, um dia, se casaram. Com isso, muitas farpas são trocadas. Na tentativa de fazer valer sua opinião, o casal se prende ao objetivo de vencer uma batalha, na qual as palavras são as armas.
Obcecados em vencer a briga, eles se esquecem de que o objetivo da vida a dois está em eliminar os motivos de desavenças e não criar barreiras contra alguém que está no mesmo time.
Numa guerra, ainda que o soldado não seja morto, certamente alguns arranhões ele trará consigo. Tal situação não seria diferente para aqueles que travam uma guerra de palavras. Ainda que haja um vencedor, ambos perdem por causa dos resquícios das ofensas lançadas contra o outro.
Poderíamos fazer uma lista com muitas dicas usadas pelas revistas, mas nenhum conselho poderá ser útil se não houver a atitude de resgatar o primeiro objetivo que tiveram ao optar pelo casamento: ser feliz junto com a pessoa por quem se apaixonou. No entanto, nada será diferente se, nos momentos de crise, a pessoa começar a olhar apenas para os sinais que a fazem infeliz no casamento, pois, em pouco tempo, ela cogitará a hipótese de separação.
Em vez disso, será muito mais proveitoso para o casal fazer uma reflexão, em conjunto, sobre a situação, na tentativa de entender aquilo que poderia os tornar mais felizes dentro do novo estado de vida.
Mesmo que as nossas atividades e os nossos trabalhos não permitam que estejamos juntos, podemos fazer outras pequenas coisas que reforçam também os laços da vida de casados
Dado Moura
ORAÇÃO CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA
Ó minha Senhora, ó minha Mãe, eu me ofereço todo a Vós, e em prova de minha devoção para convosco, eu vos consagro nesta quarta-feira, meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente todo o meu ser. E como assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e, defendei-me como coisa e propriedade vossa. Amém.
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus!
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus!
É PROIBIDO JOELHAR-SE DURANTE CONSAGRAÇÃO ?
Assim está escrito: “para que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sob a terra, e, para glória de Deus, o Pai, toda língua confesse: Jesus é o Senhor.” (Fl 2,10)
Ora, o momento da consagração eucarística é o mais solene, o mais importante da vida do cristão. Ele faz memória, ou seja, traz para o presente, o sacrifício de Jesus. A imolação do Cordeiro. A Nova Aliança. A remissão dos pecados. Nada há de mais importante na vida do cristão católico que a celebração da Santa Missa e, por conseguinte, a consagração. Portanto, ajoelhar-se nesse momento e adorar Aquele que é, deveria ser tão natural quanto respirar.
Por que, então, surge a tendência entre os liturgistas de que não é necessário mais ajoelhar-se no momento da consagração eucarística? Alguns alegam razões históricas, razões contrárias à Tradição e tentam, de diversas maneiras, justificar o que não tem justificativa. Eles têm razões, mas não tem razão. A liturgia é regida por leis e estas leis devem ser obedecidas, tudo o mais se torna irrelevante diante dessa realidade.
Assim, é preciso analisar se essa nova tendência provém de algum documento oficial ou se faz parte da protestantização da fé católica, com a comunhão em pé e na mão, diminuição dos símbolos sacros na Santa Missa (como o latim, o canto gregoriano etc.), tudo isso culminando na transformação do sacrifício incruento de Nosso Senhor Jesus Cristo numa simples partilha, deixando de crer na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia.
Não querer ajoelhar-se diante do Deus Vivo e presente na Eucaristia é sinal de que algo desordenado está tomando conta da Igreja. O cristão católico que conhece a sua religião e sabe a importância da adesão ao Magistério da Igreja, à fé dos Apóstolos e às Sagradas Escrituras jamais deixará de enxergar no pão e no vinho consagrados a presença real Daquele que está vivo no meio nós.
Ora, o momento da consagração eucarística é o mais solene, o mais importante da vida do cristão. Ele faz memória, ou seja, traz para o presente, o sacrifício de Jesus. A imolação do Cordeiro. A Nova Aliança. A remissão dos pecados. Nada há de mais importante na vida do cristão católico que a celebração da Santa Missa e, por conseguinte, a consagração. Portanto, ajoelhar-se nesse momento e adorar Aquele que é, deveria ser tão natural quanto respirar.
Por que, então, surge a tendência entre os liturgistas de que não é necessário mais ajoelhar-se no momento da consagração eucarística? Alguns alegam razões históricas, razões contrárias à Tradição e tentam, de diversas maneiras, justificar o que não tem justificativa. Eles têm razões, mas não tem razão. A liturgia é regida por leis e estas leis devem ser obedecidas, tudo o mais se torna irrelevante diante dessa realidade.
Assim, é preciso analisar se essa nova tendência provém de algum documento oficial ou se faz parte da protestantização da fé católica, com a comunhão em pé e na mão, diminuição dos símbolos sacros na Santa Missa (como o latim, o canto gregoriano etc.), tudo isso culminando na transformação do sacrifício incruento de Nosso Senhor Jesus Cristo numa simples partilha, deixando de crer na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia.
Não querer ajoelhar-se diante do Deus Vivo e presente na Eucaristia é sinal de que algo desordenado está tomando conta da Igreja. O cristão católico que conhece a sua religião e sabe a importância da adesão ao Magistério da Igreja, à fé dos Apóstolos e às Sagradas Escrituras jamais deixará de enxergar no pão e no vinho consagrados a presença real Daquele que está vivo no meio nós.
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