"Senhor Deus, celebrando de todo o coração o nascimento do vosso Filho, dai-nos a graça de aprofundar nossa fé em tão grande mistério e crescer cada vez mais em seu amor".
Essa oração da Missa de Natal nos dá uma preciosa dica para vivenciarmos verdadeiramente o Natal do Senhor. Celebrar de todo o coração: é assim que devemos nos preparar para viver este Natal, de dentro para fora. Deixar que nosso coração seja o presépio mais bonito, onde o Menino Jesus será acolhido.
Não estou desprezando os lindos enfeites externos e luzes do tempo natalino, porém, estou o convidando a deixar que este Natal aconteça primeiro dentro de você. Não tenha receio de oferecer seu coração para a acolhida do Menino que vai nascer. Isso fará toda a diferença em sua experiência neste tempo de Natal.
Um santo Natal para você e para sua família!
onsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
O AMOR DE DEUS É A UNICA FONTE QUE NÓS DÁ SEGURANÇA PLENA
São João nos diz que, no amor, não há temor e o perfeito amor lança fora o medo. Este sentimento de medo não vem de Deus; é verdade que precisamos ter uma vida reta em todas as áreas da nossa vida. Deus é amor e quer nos ver cheios de amor e com o coração sarado.
Se amamos é porque Deus nos amou primeiro, mas se não amamos os nossos irmãos, então estamos mentindo. Ter dificuldades com os irmãos é algo normal, são obstáculos a serem vencidos, mas não posso desistir da minha missão porque não aceito aqueles com quem não me dou bem. Para todas as dificuldades existe a correção fraterna, que deve ser feita no amor.
Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê”. Se queremos ter uma vida saudável, é preciso tê-la solidificada em Deus. Quanto mais amo o meu irmão, tanto mais me aproximo de Deus.
ando Deus aperfeiçoa o Seu amor em nós, não precisamos mais ter medos ou insegurança. É com a ajuda do amor que lançamos fora os nossos medos, e mesmo que erremos, muitas vezes, o fizemos querendo acertar. Não podemos parar nos nossos erros, pois até mesmo com eles aprendemos, porque é nesse momento que Deus nos trata com maior misericórdia. Também é necessário lançar fora todo o medo de Deus, o Senhor não condena ninguém, é importante saber que não precisamos temer o castigo, pois o Pai do céu é misericórdia. Nós somos livres para amar, precisamos nos lançar no amor.
O amor de Deus é a única fonte para que tenhamos segurança plena e todos nós podemos tê-la. São João nos ensina a respeito da vida em segurança que podemos ter em Cristo. Apegar-nos na confiança em Deus é o que nos faz pessoas mais seguras e cheias de fé. Para isso é preciso vivermos reconciliados, com os olhos fixos no Senhor, perdoando sempre calúnias e chateações, o Senhor nos ensina: "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem". A única maneira de vivermos em paz é vivermos reconciliados, pois estamos do mesmo lado da batalha e temos que nos juntar para nos fortalecermos. Perdoar e viver reconciliado é sinal de humildade.
Wellington Silva (Eto)
Comunidade Canção Nova
Se amamos é porque Deus nos amou primeiro, mas se não amamos os nossos irmãos, então estamos mentindo. Ter dificuldades com os irmãos é algo normal, são obstáculos a serem vencidos, mas não posso desistir da minha missão porque não aceito aqueles com quem não me dou bem. Para todas as dificuldades existe a correção fraterna, que deve ser feita no amor.
Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê”. Se queremos ter uma vida saudável, é preciso tê-la solidificada em Deus. Quanto mais amo o meu irmão, tanto mais me aproximo de Deus.
ando Deus aperfeiçoa o Seu amor em nós, não precisamos mais ter medos ou insegurança. É com a ajuda do amor que lançamos fora os nossos medos, e mesmo que erremos, muitas vezes, o fizemos querendo acertar. Não podemos parar nos nossos erros, pois até mesmo com eles aprendemos, porque é nesse momento que Deus nos trata com maior misericórdia. Também é necessário lançar fora todo o medo de Deus, o Senhor não condena ninguém, é importante saber que não precisamos temer o castigo, pois o Pai do céu é misericórdia. Nós somos livres para amar, precisamos nos lançar no amor.
O amor de Deus é a única fonte para que tenhamos segurança plena e todos nós podemos tê-la. São João nos ensina a respeito da vida em segurança que podemos ter em Cristo. Apegar-nos na confiança em Deus é o que nos faz pessoas mais seguras e cheias de fé. Para isso é preciso vivermos reconciliados, com os olhos fixos no Senhor, perdoando sempre calúnias e chateações, o Senhor nos ensina: "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem". A única maneira de vivermos em paz é vivermos reconciliados, pois estamos do mesmo lado da batalha e temos que nos juntar para nos fortalecermos. Perdoar e viver reconciliado é sinal de humildade.
Wellington Silva (Eto)
Comunidade Canção Nova
VIDA ABENÇOADA TEM AQUELES QUE SE COMPROMETEM COM A VERDADE DE DEUS
Nestes dias em que a Igreja se prepara para comemorar o nascimento de Jesus, a liturgia tem nos apresentado conteúdos bíblicos com mensagens riquíssimas. O que mais me impressiona no texto de hoje é a docilidade de algumas pessoas em relação à vontade de Deus.
No Evangelho de São Lucas 1,57-66, vemos que o nome do filho de Zacarias é João, porque esse nome corresponde ao projeto de Deus em relação a esse menino, pois João significa: “Deus manisfestou a Sua graça”. Também percebemos, na Palavra, que as pessoas esperavam que o menino tivesse o nome do pai, porque esta era a lógica da cultura da época, principalmente por ser o primogênito.
Isabel, imediatamente, retrucou: “Ele se chamará João”. Como a mulher, na circunstância da época, não tinha voz nem vez, as pessoas se dirigiram ao pai. Ele, então, escreveu numa pequena tábua: “João é o seu nome”; quebrando, assim, uma tradição. Vejam que maravilha é a vida daqueles que se rendem, que acolhem e realizam a vontade de Deus.
Isso me fez recordar que São Lucas, nesses dias, nos apresentou o anúncio do Anjo Gabriel a Maria, para que ela fosse a Mãe de Jesus. Ela, no final daquele diálogo, disse ao anjo: “Faça-se em mim segundo a sua palavra”.
Meus irmãos, celebrar o Natal do Senhor e acolher o dom da salvação significa realizar a própria liberdade. A Palavra de Deus quer nos ensinar que as pessoas verdadeiramente livres são as que têm a coragem de realizar a vontade do Senhor, de perguntar a Ele em oração: “Senhor, o que queres que eu faça?”.
Vivemos num mundo em que todos exigem de nós autonomia – no sentido de tomar a decisão por nós mesmos. Isso é bom, é louvável e Deus quer que sejamos pessoas maduras, responsáveis por nossas próprias escolhas. É na liberdade que se verifica a dignidade da pessoa humana. Fomos criados livres para que, no exercício da liberdade, realizemos o bem. Mas, à medida que, no exercício dessa liberdade, realizamos o mal, nós decrescemos em liberdade. Não há como sermos livres no pecado, na imoralidade.
Quem se compromete com o pecado e se associa ao mal se torna escravo de si mesmo. Em nome da independência, da falsa liberdade, a pessoa vai se comprometendo com o pecado, com o mal, com a corrupção e a mentira; vai se tornando cada vez mais escrava do próprio pecado.O Natal do Senhor é a festa em que Deus nos faz um apelo para que, verdadeiramente, o Salvador entre em nossa vida e nos faça pessoas livres, felizes, comprometidas com o Seu Reino, cuja alegria é mostrar ao mundo que a vida só tem sentido quando é vivida no compromisso com o bem. Engana-se redondamente quem acha que ser livre é se tornar independente de Deus.
A Palavra de hoje nos ensina que a vida abençoada, fecunda na graça, no amor e na misericórdia do Senhor é a vida daqueles que têm a coragem de comprometer a sua liberdade com a verdade de Deus. Este é o exemplo que a Virgem Maria nos dá.
Peçamos ao Senhor, com coragem, que a vontade d'Ele se realize em nossa vida e que tenhamos a docilidade em relação à Sua vontade
Padre Wagner Ferreira
No Evangelho de São Lucas 1,57-66, vemos que o nome do filho de Zacarias é João, porque esse nome corresponde ao projeto de Deus em relação a esse menino, pois João significa: “Deus manisfestou a Sua graça”. Também percebemos, na Palavra, que as pessoas esperavam que o menino tivesse o nome do pai, porque esta era a lógica da cultura da época, principalmente por ser o primogênito.
Isabel, imediatamente, retrucou: “Ele se chamará João”. Como a mulher, na circunstância da época, não tinha voz nem vez, as pessoas se dirigiram ao pai. Ele, então, escreveu numa pequena tábua: “João é o seu nome”; quebrando, assim, uma tradição. Vejam que maravilha é a vida daqueles que se rendem, que acolhem e realizam a vontade de Deus.
Isso me fez recordar que São Lucas, nesses dias, nos apresentou o anúncio do Anjo Gabriel a Maria, para que ela fosse a Mãe de Jesus. Ela, no final daquele diálogo, disse ao anjo: “Faça-se em mim segundo a sua palavra”.
Meus irmãos, celebrar o Natal do Senhor e acolher o dom da salvação significa realizar a própria liberdade. A Palavra de Deus quer nos ensinar que as pessoas verdadeiramente livres são as que têm a coragem de realizar a vontade do Senhor, de perguntar a Ele em oração: “Senhor, o que queres que eu faça?”.
Vivemos num mundo em que todos exigem de nós autonomia – no sentido de tomar a decisão por nós mesmos. Isso é bom, é louvável e Deus quer que sejamos pessoas maduras, responsáveis por nossas próprias escolhas. É na liberdade que se verifica a dignidade da pessoa humana. Fomos criados livres para que, no exercício da liberdade, realizemos o bem. Mas, à medida que, no exercício dessa liberdade, realizamos o mal, nós decrescemos em liberdade. Não há como sermos livres no pecado, na imoralidade.
Quem se compromete com o pecado e se associa ao mal se torna escravo de si mesmo. Em nome da independência, da falsa liberdade, a pessoa vai se comprometendo com o pecado, com o mal, com a corrupção e a mentira; vai se tornando cada vez mais escrava do próprio pecado.O Natal do Senhor é a festa em que Deus nos faz um apelo para que, verdadeiramente, o Salvador entre em nossa vida e nos faça pessoas livres, felizes, comprometidas com o Seu Reino, cuja alegria é mostrar ao mundo que a vida só tem sentido quando é vivida no compromisso com o bem. Engana-se redondamente quem acha que ser livre é se tornar independente de Deus.
A Palavra de hoje nos ensina que a vida abençoada, fecunda na graça, no amor e na misericórdia do Senhor é a vida daqueles que têm a coragem de comprometer a sua liberdade com a verdade de Deus. Este é o exemplo que a Virgem Maria nos dá.
Peçamos ao Senhor, com coragem, que a vontade d'Ele se realize em nossa vida e que tenhamos a docilidade em relação à Sua vontade
Padre Wagner Ferreira
É PRECISO QUE ESTEJAMOS COM PAPA
Se a barca da Igreja, hoje, está nessa tempestade, é porque a família está em tempestade! A Igreja é formada pelas "igrejas domésticas", que são as nossas famílias.
O Papa está conduzindo a barca da Igreja, a barca das nossas famílias, na direção da Virgem Maria e da Eucaristia. Ele está conduzindo a família, em meio a essa tempestade, na direção certa. É preciso que estejamos com o Santo Padre, o sucessor de Pedro, o representante de Jesus Cristo na terra!
Infelizmente, há pessoas que falam mal do Sumo Pontífice e não obedecem às orientações dele. Dizem que ele está travando o progresso da Igreja e da humanidade. Mas sabemos que tudo isso é mentira. São calúnias levantadas porque ele se opõe aos projetos da legalização do aborto, da esterilização em massa tanto de homens como de mulheres, da legalização da pena de morte.
Por lutar contra esses absurdos é que o Papa está sofrendo e muito
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
O Papa está conduzindo a barca da Igreja, a barca das nossas famílias, na direção da Virgem Maria e da Eucaristia. Ele está conduzindo a família, em meio a essa tempestade, na direção certa. É preciso que estejamos com o Santo Padre, o sucessor de Pedro, o representante de Jesus Cristo na terra!
Infelizmente, há pessoas que falam mal do Sumo Pontífice e não obedecem às orientações dele. Dizem que ele está travando o progresso da Igreja e da humanidade. Mas sabemos que tudo isso é mentira. São calúnias levantadas porque ele se opõe aos projetos da legalização do aborto, da esterilização em massa tanto de homens como de mulheres, da legalização da pena de morte.
Por lutar contra esses absurdos é que o Papa está sofrendo e muito
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
QUANDO O INESPERADO BATE Á NOSSA PORTA
-Precisamos aprender a viver intensamente cada momento
No nosso cotidiano, envolvidos nas tarefas e nas situações do dia a dia, sempre nos esquecemos de algumas coisas básicas, até depararmos com o inesperado. Muitas vezes, nós nos envolvemos tanto com as tarefas que acabamos nos esquecendo de Deus, dos irmãos e de que nossa vida aqui é finita. Vivemos como se o nosso tempo aqui fosse infinito; e assim, perdemos tempo. Deixamos de amar aqueles que nos cercam.
A finitude do nosso tempo faz com que nos esforcemos para aproveitar o tempo de vida de que dispomos e não deixemos passar em vão ocasiões e momentos irrepetíveis. Cada minuto de nossa vida, ao lado das pessoas que conhecemos e amamos, é único e precisa ser aproveitado com toda a intensidade. Cada encontro com o outro é uma oportunidade que não volta a se repetir.
Em 2002, vivi a experiência do inesperado bater à minha porta, quando meu irmão sofreu um grave acidente de carro e, em fevereiro de 2004, foi para junto de Deus. No ano do acidente, posso dizer que tive a graça de aproveitar breves momentos, intensamente.
orava em Araguaína (TO) e eu estava na missão de Natal (RN). Ele foi para casa em férias no final de ano, mas devido à missão eu não pude ir. Como somos pernambucanos ele estava a poucas horas da cidade onde eu estava, na hora de voltar para sua cidade, ele mudou a rota e passou, em plena madrugada, na minha casa, para matarmos um pouco a saudade. Essa foi a última vez que vi o meu irmão com vida. Foram poucos minutos, mas vividos com intensidade, vividos como únicos e irrepetíveis.
Hoje, compreendo que a consciência de nossa finitude nos dá oportunidade para concentrarmos a atenção no essencial. Dá-nos oportunidade de entendermos que cada pessoa é única e irrepetível. Ensina-nos a não pararmos nas diferenças, mas olharmos a individualidade de cada um como riqueza. Ensina-nos a sairmos de nós mesmos para servir o outro, para amar o outro. Ensina-nos a viver cada momento que vivemos como únicos. Dessa forma, conseguimos viver o tempo presente como ele deve ser vivido: colocando nossas preocupações em Deus e nos concentrando na essência da vida: Amar e Servir. Precisamos aprender a viver intensamente cada momento. Aprender a não nos deixarmos levar pelas tarefas e atividades do cotidiano, de forma a não deixarmos passar em vão os momentos de encontro com o outro, e a não deixarmos passar em vão os momentos oportunos para amar.
No nosso cotidiano, envolvidos nas tarefas e nas situações do dia a dia, sempre nos esquecemos de algumas coisas básicas, até depararmos com o inesperado. Muitas vezes, nós nos envolvemos tanto com as tarefas que acabamos nos esquecendo de Deus, dos irmãos e de que nossa vida aqui é finita. Vivemos como se o nosso tempo aqui fosse infinito; e assim, perdemos tempo. Deixamos de amar aqueles que nos cercam.
A finitude do nosso tempo faz com que nos esforcemos para aproveitar o tempo de vida de que dispomos e não deixemos passar em vão ocasiões e momentos irrepetíveis. Cada minuto de nossa vida, ao lado das pessoas que conhecemos e amamos, é único e precisa ser aproveitado com toda a intensidade. Cada encontro com o outro é uma oportunidade que não volta a se repetir.
Em 2002, vivi a experiência do inesperado bater à minha porta, quando meu irmão sofreu um grave acidente de carro e, em fevereiro de 2004, foi para junto de Deus. No ano do acidente, posso dizer que tive a graça de aproveitar breves momentos, intensamente.
orava em Araguaína (TO) e eu estava na missão de Natal (RN). Ele foi para casa em férias no final de ano, mas devido à missão eu não pude ir. Como somos pernambucanos ele estava a poucas horas da cidade onde eu estava, na hora de voltar para sua cidade, ele mudou a rota e passou, em plena madrugada, na minha casa, para matarmos um pouco a saudade. Essa foi a última vez que vi o meu irmão com vida. Foram poucos minutos, mas vividos com intensidade, vividos como únicos e irrepetíveis.
Hoje, compreendo que a consciência de nossa finitude nos dá oportunidade para concentrarmos a atenção no essencial. Dá-nos oportunidade de entendermos que cada pessoa é única e irrepetível. Ensina-nos a não pararmos nas diferenças, mas olharmos a individualidade de cada um como riqueza. Ensina-nos a sairmos de nós mesmos para servir o outro, para amar o outro. Ensina-nos a viver cada momento que vivemos como únicos. Dessa forma, conseguimos viver o tempo presente como ele deve ser vivido: colocando nossas preocupações em Deus e nos concentrando na essência da vida: Amar e Servir. Precisamos aprender a viver intensamente cada momento. Aprender a não nos deixarmos levar pelas tarefas e atividades do cotidiano, de forma a não deixarmos passar em vão os momentos de encontro com o outro, e a não deixarmos passar em vão os momentos oportunos para amar.
Manuela Melo
LIBERTANDO-SE DOS ENGANOS DA APARENCIA
As pessoas são muito mais do que imaginamos
É impressionante a capacidade que o ser humano tem de, em certas situações, tecer julgamentos ancorados apenas na aparência e, assim, destituídos de inteireza. Temos a esquizofrênica tendência a, muitas vezes, definir e conceituar a realidade a partir daquilo que nos sinalizam as aparências, estacionando, dessa forma, na exterioridade e não conhecendo as pessoas em seu íntimo e intenções profundas.
Quem julga a partir de aparências correrá o sério risco de cometer inúmeras injustiças, oprimindo aqueles que, porventura, não se encaixem em seus embalsamados padrões de perfeição.
Quem é realmente maduro não toma decisões a partir de simpatias ou antipatias, nem motivado por aparências. Estas – simpatias e antipatias – são realidades comuns a todo processo relacional, contudo, elas não podem se estabelecer como parâmetro para decisões e julgamentos acerca de pessoas.
Muitas vezes, quem não se aliena para nos agradar/bajular ao máximo grau, acaba sendo descartado por nossa carente e imatura maneira de absorver a vida e as pessoas.
As pessoas são muito mais do que imaginamos que sejam, e não temos o direito de as aprisionar na impressão que delas tivemos.
vivemos em uma sociedade que nos ensina a desconfiar constantemente de todos e a nunca acreditar em ninguém. Entretanto, se faz necessário acreditar nas pessoas sem exigir que sejam o que queremos, e tendo a caridade de as deixar apenas acontecer...
Precisamos acreditar que todo ser humano quer verdadeiramente acertar em sua história. Ninguém erra porque quer, ninguém elege a infelicidade como projeto de vida. Todo ser humano quer ser feliz na vida, mesmo quando busca isso sem o devido êxito. Por isso, é necessário sermos mais misericordiosos com nossos semelhentes buscando enxergar além das aparências.
É preciso buscar fazer uma experiência com cada pessoa, antes de a aprisionar em um rótulo infeliz.
É salutar e sinal de humanidade se prender mais ao que as pessoas têm de bom, sem as querer transformar em meras "cópias" daquilo que acreditamos ser o correto.
O combustível para a maturidade e o crescimento de alguém é ser acreditado... mesmo quando a sua aparência e o que ela manifesta não agradar tanto.
Lutemos para nos desprender das armadilhas da imagem e busquemos ver o coração das pessoas, pois, todos têm o direito de tentar... e isso mesmo quando o fruto da tentativa for o erro.
A fragilidade que Jesus mais condenou em Seu tempo não foi tanto o assassinato nem o adultério, mas a hipocrisia. Ele bem conhecia a precariedade de nosso olhar e de nossa compreensão, por isso mesmo nos ensinou como agir diante daqueles que, na aparência, não nos agradarem nem nos bajularem o bastante: "Eu não te condeno. Vá..." (cf. Jo 8,11b).
O Homem de Nazaré sempre acreditou no homem e sempre deu a este uma nova chance para acontecer, mesmo sabendo quem de fato ele é. Aprendamos, pois, com o Seu sublime exemplo.
Quem julga a partir de aparências correrá o sério risco de cometer inúmeras injustiças, oprimindo aqueles que, porventura, não se encaixem em seus embalsamados padrões de perfeição.
Quem é realmente maduro não toma decisões a partir de simpatias ou antipatias, nem motivado por aparências. Estas – simpatias e antipatias – são realidades comuns a todo processo relacional, contudo, elas não podem se estabelecer como parâmetro para decisões e julgamentos acerca de pessoas.
Muitas vezes, quem não se aliena para nos agradar/bajular ao máximo grau, acaba sendo descartado por nossa carente e imatura maneira de absorver a vida e as pessoas.
As pessoas são muito mais do que imaginamos que sejam, e não temos o direito de as aprisionar na impressão que delas tivemos.
vivemos em uma sociedade que nos ensina a desconfiar constantemente de todos e a nunca acreditar em ninguém. Entretanto, se faz necessário acreditar nas pessoas sem exigir que sejam o que queremos, e tendo a caridade de as deixar apenas acontecer...
Precisamos acreditar que todo ser humano quer verdadeiramente acertar em sua história. Ninguém erra porque quer, ninguém elege a infelicidade como projeto de vida. Todo ser humano quer ser feliz na vida, mesmo quando busca isso sem o devido êxito. Por isso, é necessário sermos mais misericordiosos com nossos semelhentes buscando enxergar além das aparências.
É preciso buscar fazer uma experiência com cada pessoa, antes de a aprisionar em um rótulo infeliz.
É salutar e sinal de humanidade se prender mais ao que as pessoas têm de bom, sem as querer transformar em meras "cópias" daquilo que acreditamos ser o correto.
O combustível para a maturidade e o crescimento de alguém é ser acreditado... mesmo quando a sua aparência e o que ela manifesta não agradar tanto.
Lutemos para nos desprender das armadilhas da imagem e busquemos ver o coração das pessoas, pois, todos têm o direito de tentar... e isso mesmo quando o fruto da tentativa for o erro.
A fragilidade que Jesus mais condenou em Seu tempo não foi tanto o assassinato nem o adultério, mas a hipocrisia. Ele bem conhecia a precariedade de nosso olhar e de nossa compreensão, por isso mesmo nos ensinou como agir diante daqueles que, na aparência, não nos agradarem nem nos bajularem o bastante: "Eu não te condeno. Vá..." (cf. Jo 8,11b).
O Homem de Nazaré sempre acreditou no homem e sempre deu a este uma nova chance para acontecer, mesmo sabendo quem de fato ele é. Aprendamos, pois, com o Seu sublime exemplo.
Adriano Zandoná
NÃO IMPORTA SABER SOMENTE QUE DEUS EXISTE
Entenda que o Senhor não se esqueceu de você
Não importa saber que Deus existe, importa saber que Ele é amor (dizia um filósofo). Quando penso nessa afirmação, quase ouço São Tiago dizendo: "Crês que há um só Deus? Fazes bem! Pois até os demônios creem e tremem".
O que Deus quer conosco é um relacionamento íntimo, pessoal, de pai para filho, de amigo para amigo; não só que acreditamos em Sua existência; visto que esta é definição de pagão: sabendo que Deus existe vivem como se Ele não existisse; esquecem-se dele, colocam-no em segundo lugar ama você e quer ser amado por você! Ele o ama de verdade, está atento à sua vida, sabe de seus sofrimentos, conhece os seus segredos; o que você nunca contou a ninguém, Ele sabe, e é assim que o ama, aceitando-o como você é
Deus nos cerca de cuidados, com certeza, Ele protege você!
Certo dia voltávamos para Cachoeira Paulista (SP), de uma missão em Valinhos (SP), o carro estava na velocidade permitida na Rodovia Dutra (110 km/h), quando, de repente, o volante começou a trepidar, a motorista tentou estabilizar o automóvel, mas a trepidação era cada vez maior; jogamos o carro para o acostamento e, por "coincidência", já era a entrada para um posto de gasolina.
Quando saltamos do veículo, qual não foi a nossa surpresa? A roda dianteira esquerda tinha perdido os três parafusos na estrada e o último que restava estava em sua última volta. Se aquele parafuso tivesse soltado, na velocidade em que estávamos, talvez estivéssemos capotando até hoje!
Mas o que me assusta não é aquele parafuso ter ficado ali, nem os outros três que soltaram... o que me assusta são as expressões que escutei "Nossa! Que sorte"! ou "Que coincidência! Vocês pararam na hora certa"!
Eu não tenho dúvidas de que a mão poderosa de Deus Pai preservou nossa vida e nos salvou da morte naquela noite. Não foi sorte, foi Deus! Não foi coincidência, mas o Seu amor que nos livrou!
Deus fez o que fez, não porque existe, mas porque me ama. Ele cuidou de mim e está cuidando de você neste momento.
Quando recolocamos a roda do carro no lugar havia uma só palavra em nossos lábios: "Graças a Deus! Como o Senhor é bom!"
Ainda que o mundo todo diga o contrário, ainda que os fatos atestem em desfavor, saiba que o Senhor não esqueceu você e que neste momento Ele o abraça e o protege! Alguns, porém, perguntam: "Por que tantas pessoas são atingidas por males, acidentes e desgraças? Por que tantos não experimentam esta proteção?" Poderia Ele ter se virado ou abandonado você? A resposta é "não". Podemos pensar que o Senhor não estivesse conosco em determinadas situações, mas Ele estava ao nosso lado, sim, vivendo conosco cada momento.
Deus nos cerca de cuidados, com certeza, Ele protege você!
Certo dia voltávamos para Cachoeira Paulista (SP), de uma missão em Valinhos (SP), o carro estava na velocidade permitida na Rodovia Dutra (110 km/h), quando, de repente, o volante começou a trepidar, a motorista tentou estabilizar o automóvel, mas a trepidação era cada vez maior; jogamos o carro para o acostamento e, por "coincidência", já era a entrada para um posto de gasolina.
Quando saltamos do veículo, qual não foi a nossa surpresa? A roda dianteira esquerda tinha perdido os três parafusos na estrada e o último que restava estava em sua última volta. Se aquele parafuso tivesse soltado, na velocidade em que estávamos, talvez estivéssemos capotando até hoje!
Mas o que me assusta não é aquele parafuso ter ficado ali, nem os outros três que soltaram... o que me assusta são as expressões que escutei "Nossa! Que sorte"! ou "Que coincidência! Vocês pararam na hora certa"!
Eu não tenho dúvidas de que a mão poderosa de Deus Pai preservou nossa vida e nos salvou da morte naquela noite. Não foi sorte, foi Deus! Não foi coincidência, mas o Seu amor que nos livrou!
Deus fez o que fez, não porque existe, mas porque me ama. Ele cuidou de mim e está cuidando de você neste momento.
Quando recolocamos a roda do carro no lugar havia uma só palavra em nossos lábios: "Graças a Deus! Como o Senhor é bom!"
Ainda que o mundo todo diga o contrário, ainda que os fatos atestem em desfavor, saiba que o Senhor não esqueceu você e que neste momento Ele o abraça e o protege! Alguns, porém, perguntam: "Por que tantas pessoas são atingidas por males, acidentes e desgraças? Por que tantos não experimentam esta proteção?" Poderia Ele ter se virado ou abandonado você? A resposta é "não". Podemos pensar que o Senhor não estivesse conosco em determinadas situações, mas Ele estava ao nosso lado, sim, vivendo conosco cada momento.
Márcio Mendes
Assinar:
Postagens (Atom)





