quinta-feira, 7 de abril de 2011

QUEM ESTÁ A FAVOR DA VIDA É UMA NOVA PESSOA

Dom Bosco teve sonhos proféticos. Um deles foi assim: ele viu a barca da Igreja em meio a uma grande tempestade: ondas encapeladas, um vento terrível. Na frente da barca da Igreja estava o Papa, de braços abertos, conduzindo-a. Atrás dele estava a cristandade enfrentando toda aquela tempestade.
O santo italiano observou que o Santo Padre estava conduzindo a barca para uma direção. Ele viu duas colunas. Em cima da coluna menor estava a imagem de Nossa Senhora, e em cima da coluna mais alta estava a Eucaristia. Quando a barca da Igreja se colocou no meio daquelas duas grandes colunas todo o mar se acalmou! O que Jesus disse aconteceu: “A Potência da morte não terá força contra ela” (Mt 16,18).
Esse sonho é profético! Se a barca da Igreja, hoje, está nessa tempestade, é porque a família está na tempestade, é porque a família está em tempestade! A Igreja é formada pelas “igrejas domésticas”, que são as nossas famílias.
“Eu vim para que os homens tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).
Deus não quer apenas filhos para esta terra, mas quer uma multidão de filhos com Ele, na eternidade. Deus quer “vida eterna”. O plano do demônio é acabar com a vida: a vida nesta terra e a vida eterna. O próprio Jesus atesta que o maligno é assassino: “desde o princípio ele se empenhou em fazer morrer o homem” (cf. Jo 8,44). Ele faz isso por inveja:
“Ora, Deus criou o homem para ser incorruptível e o fez imagem daquilo que lhe é próprio. Mas, pela inveja do diabo, a morte entrou no mundo e a experimentaram os que são do seu partido” (Sb 2,23-24).
Quem está com Cristo só pode ser a favor da vida e de tudo aquilo que promove a vida! Quem está com Cristo precisa estar contra tudo aquilo que é a favor da morte. Todos os que estão no trabalho de legalizar a morte, sob qualquer forma, estão com aquele que trouxe a morte a este mundo, ou seja, o maligno.
Estamos em Cristo! Estamos com a Igreja! Estamos com o Papa! Estamos com o defensor da vida e da família! Estamos com Aquele que disse: “Eu vim para que os homens tenham a vida, e a tenham em abundância” (Jo 10,10).
No sonho de Dom Bosco, o Papa fazia com que a barca da Igreja chegasse entre as duas colunas: a Virgem Maria e a Eucaristia. É preciso consagrar a nossa família e a nossa casa àqueles que são os seus verdadeiros donos. Se você ainda não lhes deu o direito de serem os donos do seu lar, está na hora de fazê-lo! Se as coisas andam erradas, certamente é porque você ainda insiste em ser o dono da sua casa. Quem somos nós para solucionar alguma coisa!
“Vã é a salvação que vem do homem. Com Deus realizaremos façanhas” (Sl 108,13b-14).
Só por Deus faremos proezas, milagres, para salvar e santificar a nossa família. É preciso dar a Nossa Senhora a chave da nossa casa e fazer com que ela seja a dona dela. Precisamos consagrar a nossa casa a Santíssima Virgem. Não precisa ficar com medo! A primeira coisa que Maria vai fazer quando você a constituir dona da sua casa é entronizar Jesus nela! (Trecho extraído do livro “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” de monsenhor Jonas Abib)

HÁ NO CÉU UMA MORADA PARA A SUA FAMILIA

O Pai tem uma morada para cada um de nós no céu. Essa é a esperança que nós, combatentes, precisamos assumir cada dia mais e proclamar aos quatro cantos da terra. Temos lá uma morada: somos cidadãos do céu!
Pousada é o lugar onde você pousa para descansar e depois, no dia seguinte, continua a caminhada. Mas morada é o lugar onde a pessoa permanece. Não é lugar de passagem: é lugar para morar; lugar para permanecer.
Deus Pai afirma que existem MORADAS para nós no céu. Se o seu sobrenome é, por exemplo, Silva, saiba que no céu há uma morada própria da família Silva. Se o seu sobrenome é Ferreira, há no céu uma morada própria da família Ferreira. Há no céu uma morada para a sua família. Sempre comparo as moradas do céu com a beleza dos arranjos de flores. Sua família é um arranjo, e o Pai precisa de você para que toda a sua família possa morar no céu. Lá há lugar para ela. Jesus foi preparar esse caminho.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O PAPA BENTO XVI E A CONFISSÃO

Esse sacramento nos permite descobrir o dom da misericórdia de Deus
Ao constatar "a crise do sacramento da reconciliação", o Papa convidou os bispos da Suíça, em visita “ad limina apostolorum”, "a relançar em vossas dioceses uma pastoral penitencial que estimule a confissão individual". O Santo Padre disse: "Pedi a vossos sacerdotes que sejam confessores assíduos, oferecendo generosamente aos fiéis horários apropriados para a Confissão pessoal; estimulai-os para que eles mesmos se aproximem com frequência deste sacramento". E "Exortai os fiéis a aproximar-se regularmente do sacramento da Penitência, que permite descobrir o dom da misericórdia de Deus e que leva a ser misericordioso com os outros, como Ele".A confissão "ajuda a formar a consciência, a lutar contra as más inclinações, a deixar-se curar por Cristo, a progredir na vida do Espírito".
No dia 7 de novembro de 2006 o Sumo Pontífice falou da confissão comunitária e pediu aos sacerdotes para observar rigorosamente as normas da Igreja sobre o sacramento da Penitência, em particular as que afetam a absolvição coletiva.E convidou os sacerdotes “a observar rigorosamente as normas da Igreja sobre a absolvição coletiva” [confissão comunitária], “que exigem situações verdadeiramente excepcionais para recorrer a esta forma extraordinária do sacramento da Penitência”.
Estas normas, recordou, são apresentadas pelo «Motu proprio» «Misericordia Dei», publicado por João Paulo II em 7 de abril de 2002. Segundo este documento, a “absolvição geral” ou “coletiva” tem um “caráter de excepcionalidade” e não se pode enviar com caráter geral, a não ser que se deem duas condições.
Quando pode ser feita a confissão comunitária, por meio da qual o sacerdote dá a absolvição a todos sem ouvir o pecado de cada um individualmente? Somente em casos muito especiais a Igreja permite isso; e não deve haver abuso sobre isso.
O Catecismo da Igreja Católica ensina que:"Em casos de necessidade grave, pode-se recorrer à celebração comunitária da reconciliação com Confissão e absolvição gerais. Esta necessidade grave pode apresentar-se quando há um perigo iminente de morte sem que o ou os sacerdotes tenham tempo suficiente para ouvir a confissão de cada penitente. A necessidade grave pode também se apresentar quando, tendo-se em vista o número dos penitentes, não havendo confessores suficientes para ouvir devidamente as confissões individuais num tempo razoável, de modo que os penitentes, sem culpa de sua parte, se veriam privados durante muito tempo da graça sacramental ou da sagrada Eucaristia. Nesse caso os fiéis devem ter, para a validade da absolvição, o propósito de confessar individualmente seus pecados no devido tempo" (CDC, cân. 962,1).
Cabe ao bispo diocesano julgar se os requisitos para a absolvição geral existem (CDC, cân. 961). Um grande número de fiéis, por ocasião das grandes festas ou de peregrinação, não constitui caso de tal necessidade grave (CDC, cân. 961,1). (§1483)
Portanto, a confissão comunitária só deve ser realizada em casos extraordinários, e assim mesmo, os que receberam esta absolvição ficam obrigados a uma confissão auricular (com o sacerdote) tão logo seja possível. O Vaticano tem chamado a atenção para os abusos que tem se realizado sobre isso.
Especialmente no tempo da Quaresma, quando o povo mais se aproxima da confissão (sacramento da reconciliação), não se pode usar a confissão comunitária por simples comodidade; “para se ganhar tempo”; seria uma violação às normas da Igreja e desrespeito ao sacramento.
Felipe Aquino

ACREDITAR NA PALAVRA É CERTEZA DE VIDA EM ABUNDÂNCIA

A maior graça que podemos obter é a de acolhermos Jesus na nossa vida e na nossa família. A presença de Cristo dá vida ao que está morto; renova o que está velho, dá sentido ao que não tem sentido, ordena o que está desencontrado…
Tudo o que precisamos é acreditar na Palavra do Senhor, como o fez o oficial romano sobre o qual nos narra o Evangelho, cujo filho estava enfermo, por isso foi ao encontro do Messias e pediu-Lhe que fosse à sua casa curar o herdeiro, a quem o Senhor diz: “Podes ir, o teu filho está vivo. O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora” (Jo 4,50-51). E ao chegar em casa no dia seguinte, viu que o filho realmente estava vivo e constatou que a hora em que este ficou curado foi a mesma hora em que Jesus declarou: “Podes ir, o teu filho está vivo”.
Acreditar na Palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo é certeza de vida em abundância.
Senhor, nós cremos na Tua Palavra e no Teu amor.
Jesus, eu confio em Vós!

ORAÇÃO RÉMEDIO CONTRA A TENTAÇÃO


A tristeza pode ser uma provação. Na sabedoria da cruz, na tribulação é um tempo favorável, é uma forma de Deus te 'desmunisar'. Deus tem um plano para nós, Deus só permite aquilo que pode transformar em nós para o bem.
Se não for uma vida de oração profunda bambeamos, e quando nos tornamos muito mundano, Deus nos permite a provação. Nós somos necessitados de Deus, e Ele na sua sabedoria permite a tribulação para nos puxar para Si.
A primeira leitura diz : “Vinde, voltemos para o Senhor, ele nos feriu e há de tratar-nos, ele nos machucou e há de curar-nos. Em dois dias, nos dará vida, e, ao terceiro dia, há de restaurar-nos, e viveremos em sua presença. É preciso saber segui-lo para reconhecer o Senhor. Certa como a aurora é a sua vinda, ele virá até nós como as primeiras chuvas, como as chuvas tardias que regam o solo”. Como vou tratar-te, Efraim? Como vou tratar-te, Judá? O vosso amor é como nuvem pela manhã, como orvalho que cedo se desfaz. Eu os desbastei por meio dos profetas, arrasei-os com as palavras de minha boca, mas, como luz, expandem-se meus juízos; quero amor, e não sacrifícios, conhecimento de Deus, mais do que holocaustos.”'
As vezes Deus nos fere para nos salvar, as vezes nos contentamos com coisas que dá alegria passageira, coisas futeis. Jesus ferido, 5 chagas, no silêncio de Deus, mas não recuou. Nossa Senhora uma mulher que sepultou o filho, e que depois foi rezar com aqueles que trai o filho. arece que as pessoas estão com mais gordura no coração, e devido a isso a flecha do amor de Deus está com dificuldade de penetrar . É horrível estar com a pessoa que acha que é boa e que não precisa mais mudar, por isso quero que diante de tudo você peça ao Senhor para fortalecer o seu coração, dando-lhe sensibilidade!
Não peçamos a Deus para ele tirar a nossa cruz, mas para nos dar força para carregá-la.
Padre Reginaldo Manzotti






terça-feira, 5 de abril de 2011

PACIENCIA , SINAL DE CONFIANÇA EM DEUS

 
Paciência é uma palavra que foi perdendo o seu sentido. Quando ouvimos paciência imaginamos que é alguma pessoa que espera calmamente todas as coisas, mas paciência não é isso, isso é longanimidade, que é a qualidade que o homem e mulher de Deus tem de saber esperar.
Paciência é a qualidade que o homem e a mulher de Deus tem de suportar o sofrimento, suportar a tribulação. Nós precisamos da palavra de Deus para entendermos o que é paciência.
“Em Damasco, havia um discípulo de nome Ananias. O Senhor o chamou numa visão: “Ananias!” Ele respondeu: “Aqui estou, Senhor!” 11.O Senhor lhe disse: “Levanta-te, vai à rua chamada Direita e procura, na casa de Judas, por um homem de Tarso, chamado Saulo. Ele está em oração 12.e acaba de ver, em visão, alguém que se chama Ananias entrar e impor-lhe as mãos para que recupere a vista”. 13.Ananias respondeu: “Senhor, já ouvi muitos falarem desse homem e do mal que fez aos teus santos que estão em Jerusalém. 14.E aqui, † em Damasco, ele tem plenos poderes, da parte dos sumos sacerdotes, para prender todos os que invocam o teu nome”. 15.Mas o Senhor disse a Ananias: “Vai, porque este homem é um instrumento que escolhi para levar o meu nome às nações pagãs e aos reis, e também aos israelitas. 16.Pois eu vou lhe mostrar o quanto ele deve sofrer pelo meu nome”.” (Atos 9,10-16)
Precisamos no meio de mundo, proclamar que Jesus está voltando. E nós cristãos não podemos ter medo de falar disso. Pois Jesus dirá: “vinde benditos de meu Pai”. No céu: “Ele mesmo será o fim de nossos desejos, aquele que contemplaremos sem fim, amaremos sem sociedade, louvaremos sem cansaço. ” Você precisa ter sede da vida eterna.
O espírito Santo nessa manhã quer nos ensinar que para você morrer bem, você precisa viver bem. Precisamos ir treinando para que no dia da nossa páscoa, passagem da terra para o céu, possamos estar no colo de Deus. Quando Jesus voltar, será maravilhoso, pois todos estaremos no colo de Deus. Hoje estamos na primeira condição, temos choro, morte, mas essa primeira condição irá passar e precisamos proclamar que nosso Deus está voltando para nos libertar dessa primeira condição. Eu sei que você passa por uma grande tribulação, mas diga ao Senhor que não quer mais ficar com os olhos fixos nessa tribulação. Seja testemunha da esperança assim como Paulo e dizer: “Eu sei em quem eu pus minha confiança”
O Senhor nos treina em suportar a tribulação nas coisas do dia a dia. Na paciência de chamar a sua filha para te ajudar e ela não deixa de fazer suas coisas para ver o quanto você precisa de ajuda.
Precisamos viver como homens e mulheres do Espírito e não estamos vivendo assim, olhamos para nosso problema, mas não olhamos para Deus. O Senhor hoje quer pai e mãe que orem pelos seus filhos, que rezem com autoridade. Deus dá a graça, mas é preciso rezar. Marido e mulher rezem um pelo outro.
Paciência se adquire no dia a dia, tendo uma visão espiritual, aguardando a vida do Senhor. Se você quer ter a experiência com o Senhor, ponha-se a caminho. Para sermos homens paciente precisamos ter a visão de céus novos e terras novas e ser homens do Espírito Santo
Neste texto começamos a entender que o seguimento de Deus, não é somente “Glória”, pois Jesus diz “vou lhe mostrar o quanto ele deve sofrer pelo meu nome”. Deus foi formando Paulo na escola da paciência. A tribulação que hoje você vive, a situação em que você se depara na sua família, hoje Deus nos desafia para dizermos: “Bendita essa tribulação na minha vida” A tribulação que enfrentamos nos faz reconhecer o que somos, e nos põe em nosso devido lugar. Todos nós queremos ser “deus”, queremos resolver as coisas num simples estalar de dedos. Os boletos que você tem para pagar te coloca no seu devido lugar, mas você queria num estalar de dedos pagar todos de uma vez só.
O grande desafio para nós, é sairmos daqui e dizermos bendita essa tribulação, que não manda na minha vida. Pegue essa tribulação e a coloque nas mãos de Deus. Olhe para sua vida e o que Deus fez por você.
Quando você começou a ir na Igreja e mudou e as pessoas que viviam te levando para o mal caminho, o seus “amigos” de deixaram. E começaram a falar mal de você , dizendo que ficou louco. E as pessoas foram te abandonando, e você começa a chorar as “cebolas do Egito”, pare de chorar pelas pessoas que te deixaram. Não ponha esperança em homens. Não tenha saudade da miséria, agora é uma vida nova.
O segredo de Paulo, é porque ele compreendeu que a vida não se resume nesta terra. Não importa se sua vida é benção sobre benção, ou tribulação sobre tribulação. Pois o que importa é sermos de Deus.