terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
O PECADO ESCRAVIZA
No livro de Daniel, está escrito que o rei Nabucodonosor mandou escolher três jovens judeus fortes, a fim de que construíssem a imagem dele feita de ouro, a qual todos eram obrigados a adorar. No entanto, aqueles três jovens judeus não aceitaram adorar a estátua do rei e responderam a ele: "Se o nosso Deus, a quem rendemos culto, pode livrar-nos da fornalha de fogo ardente, ele também poderá libertar-nos de tuas mãos, ó rei. Mas se ele não quiser nos libertar fica sabendo, ó rei, que não prestaremos culto a teus deuses e tampouco adoraremos a estátua de ouro que mandaste fazer" (Dn 3,17-18).
Nabucodonosor ficou furioso com a firmeza daqueles jovens, por causa disso mandou acender a fornalha ardente e jogar os três dentro dela. Por três dias os guardas ficaram vendo que os jovens estavam ilesos e repararam também que havia um jovem a mais com eles. O rei, informado disso, foi às pressas para lá e viu que era verdade. Era um anjo do Senhor que foi enviado aos jovens
Essa história é como uma parábola, pois nos mostra que, a cada dia, estamos mais próximos da vinda do Senhor, mas também do anticristo, o qual vai procedê-lo, governar o mundo inteiro e querer que adoremos a sua estátua. Desde o livro de Daniel, Deus está nos preparando para que nenhum de nós caia na tentação.
Precisamos aguentar firmes, pois Deus vai guardar os seus. Hoje é dia de colhermos d'Ele esta verdade, especialmente você que é jovem precisa adestrar-se e ser firme. Você, jovem, não foi feito para fazer todas as estripulias, mas para ser forte e firme como aqueles jovens do livro de Daniel.
É um erro total quando os pais consentem com o comportamento errado dos seus filhos. Quantos jovens por recuperar, quantos estão por aí perdidos! O pecado é como uma picada de cobra que tem um veneno que leva à morte.
Aquele que entra pelo caminho do pecado acaba tornando-se escravo dele. Quantos jovens dizem que são livres, mas, na verdade, estão se tornando escravos do pecado, do vício, do álcool, escravos da própria sexualidade. Quantas meninas existem por aí que não vivem sem fazer sexo! A coisa mais linda que Deus criou foi a sexualidade, um meio maravilhoso que foi dado por Ele para o casal se unir, mas o inimigo pegou a coisa mais linda que Deus nos deu e jogou na lama.
Você que é jovem, tem toda a oportunidade de livrar-se desse vício que o está estragando. É preciso ser franco, porque o próprio Jesus vai dizer: "Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará"(Jo 8,31-32).
A Canção Nova é um meio de evangelização, especialmente para os jovens, mas Deus foi estendendo isso aos adultos. Nós somos evangelizadores e vivemos para isso. Não podemos nos enganar com as falsas liberdades. Os pais precisam ter muito juízo e não facilitar as coisas para seus filhos. Quanto pai, quanta mãe permitindo que seus filhos durmam no quarto da namorada com toda liberdade! Perderam totalmente a noção de paternidade, de filiação e de sexo. É possível reverter essa situação, mas é preciso que muitos assumam a verdade da Palavra de Deus.
"Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8,31-32). É isso o que Deus quer para você e para muita gente. Una-se a nós.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Nabucodonosor ficou furioso com a firmeza daqueles jovens, por causa disso mandou acender a fornalha ardente e jogar os três dentro dela. Por três dias os guardas ficaram vendo que os jovens estavam ilesos e repararam também que havia um jovem a mais com eles. O rei, informado disso, foi às pressas para lá e viu que era verdade. Era um anjo do Senhor que foi enviado aos jovens
Essa história é como uma parábola, pois nos mostra que, a cada dia, estamos mais próximos da vinda do Senhor, mas também do anticristo, o qual vai procedê-lo, governar o mundo inteiro e querer que adoremos a sua estátua. Desde o livro de Daniel, Deus está nos preparando para que nenhum de nós caia na tentação.
Precisamos aguentar firmes, pois Deus vai guardar os seus. Hoje é dia de colhermos d'Ele esta verdade, especialmente você que é jovem precisa adestrar-se e ser firme. Você, jovem, não foi feito para fazer todas as estripulias, mas para ser forte e firme como aqueles jovens do livro de Daniel.
É um erro total quando os pais consentem com o comportamento errado dos seus filhos. Quantos jovens por recuperar, quantos estão por aí perdidos! O pecado é como uma picada de cobra que tem um veneno que leva à morte.
Aquele que entra pelo caminho do pecado acaba tornando-se escravo dele. Quantos jovens dizem que são livres, mas, na verdade, estão se tornando escravos do pecado, do vício, do álcool, escravos da própria sexualidade. Quantas meninas existem por aí que não vivem sem fazer sexo! A coisa mais linda que Deus criou foi a sexualidade, um meio maravilhoso que foi dado por Ele para o casal se unir, mas o inimigo pegou a coisa mais linda que Deus nos deu e jogou na lama.
Você que é jovem, tem toda a oportunidade de livrar-se desse vício que o está estragando. É preciso ser franco, porque o próprio Jesus vai dizer: "Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará"(Jo 8,31-32).
A Canção Nova é um meio de evangelização, especialmente para os jovens, mas Deus foi estendendo isso aos adultos. Nós somos evangelizadores e vivemos para isso. Não podemos nos enganar com as falsas liberdades. Os pais precisam ter muito juízo e não facilitar as coisas para seus filhos. Quanto pai, quanta mãe permitindo que seus filhos durmam no quarto da namorada com toda liberdade! Perderam totalmente a noção de paternidade, de filiação e de sexo. É possível reverter essa situação, mas é preciso que muitos assumam a verdade da Palavra de Deus.
"Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8,31-32). É isso o que Deus quer para você e para muita gente. Una-se a nós.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
A BELEZA DO CRISTIANISMO
Ele não é apenas belo em si, também é produtor de beleza
O filósofo espanhol Julián Marías, ao comentar sobre as perseguições antigas e presentes ao Cristianismo, afirmou que não se compreende a hostilidade contra algo que é admirável. Assim, o ódio anticristão seria intrinsecamente irracional. Efetivamente, o que há de mais belo, neste mundo, do que o Cristianismo? Uma Virgem concebe e dá à luz um Menino. Este Menino é o próprio Deus feito homem, andando no mundo e vivendo a vida dos homens, com suas dores e alegrias; o Verbo Criador, sem nada perder de Sua divindade, assume a natureza humana de Sua criatura. «Verdadeiro homem, concebido do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, viveu em tudo a condição humana, menos o pecado, anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a liberdade, aos tristes, a alegria» (Oração Eucarística n. 4).
Filho eterno de Deus Pai, consubstancial com o Pai e o Espírito Santo na mesma e única essência divina, doou-se totalmente para a salvação da humanidade e o reparo do pecado do homem. «Porque Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu seu Filho Unigênito, para que todo o que crê n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna» (Jo 3,16). Este Deus feito homem deixou-se crucificar pelos homens e, ao terceiro dia, ressuscitou dos mortos, vencendo a morte e nos dando a vida. Após a Ressurreição, apareceu aos discípulos e subiu aos céus, «não para afastar-se de nossa humildade, mas para dar-nos a certeza de que nos conduzirá à glória da imortalidade» (prefácio da Ascensão). Pois, então, existe história mais bonita que esta?Uma história sublime e, ao mesmo tempo, tão simples, que não encontra emulação em página alguma da literatura humana. Podem convocar todos os críticos literários do mundo, nenhum deles, honestamente, poderá apontar narrativa mais bela que o Evangelho. Nada do que a criatividade humana soube escrever pode ousar comparar-se. Esta é uma das provas da autoria divina dos Evangelhos: aquilo não pode ser obra humana, pois nada do que o homem produziu se lhe compara. Só o mesmo Deus poderia compor história tão bela, capaz de comover os homens de todos os tempos e de todos os lugares. Ademais, as narrativas que o homem criou foram inventadas pela imaginação e produzidas com papel e tinta, enquanto Deus fala nos fatos: antes de ser escrita nos livros, a narrativa evangélica foi representada diante dos homens por personagens de carne e osso, mediante fatos reais.
Se o Evangelho, centro da Sagrada Escritura, resplandece por sua sublime beleza, nem por isso o restante da Sacra Página encontra-se privado de encanto e ornamento. Vejam só a história de Abraão e de Sara, de Isaac e de Rebeca, e de Jacó que «sete anos de pastor serviu Labão, pai de Raquel, serrana bela» (Camões). A história de José, vendido por seus irmãos e, depois, salvando os mesmos irmãos que o tinham entregue, numa figura do Messias que viria. A singela história de fé de Tobias e a luta heroica dos macabeus. E, no Novo Testamento, a conversão de São Paulo no caminho de Damasco: o perseguidor que se torna o apóstolo dos gentios, pregando o Verbo entre os surdos e os descrentes. Entre tantos outros episódios que poderiam ser citados.
Porém, de fato, o que pode haver de mais belo do que Deus assumindo a nossa própria natureza? «O Verbo se fez carne e habitou entre nós» (Jo 1,14). Este é o mistério da Encarnação do Verbo Divino; é, em certo sentido, a diferença específica do Cristianismo. Em nenhuma outra religião o Deus único e Criador de todas as coisas assumiu a natureza humana, tornando-se «em tudo à nossa semelhança, exceto no pecado» (cf. Hb 4,15), tomando para si um corpo e uma alma de homem. Ainda não contente, quis esse Deus ser mesmo nosso alimento na Eucaristia, em que Ele está substancialmente presente em Sua divindade e humanidade.
O Cristianismo não é apenas belo em si, como também é produtor de beleza. Por séculos, a verdade cristã inspirou os maiores artistas e promoveu a produção de inúmeras obras artísticas que enriqueceram a civilização não apenas nas letras, como em cada uma das belas artes.Diante dos magníficos tesouros artísticos produzidos e inspirados pelo Cristianismo, o que uma doutrina como o ateísmo teria a oferecer de semelhante? Será que a negação de Deus pode ser suficiente para inspirar um artista a produzir coisas belas?
Rodrigo R. Pedroso
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O Senhor me chama a "subir o monte", a dedicar-me ainda mais à oração e à meditação. Mas isso não significa abandonar a Igreja, ao contrário, se Deus me pede isto é precisamente para que eu possa continuar servindo-a com a mesma dedicação e o mesmo amor com que procurei fazê-lo até agora, porém de um modo mais adaptado à minha idade e às minhas forças" (Do último Angelus de Bento XVI, 24/02/2013)
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BENTO XVI ENVIA MENSAGEM PARA CAMPANHA DA FRATERNIDADE
O Papa Bento XVI enviou uma mensagem aos brasileiros por ocasião do ínicio da Campanha da Fraternidade nesta quarta-feira de Cinzas, 13. O Papa destacou que a Campanha é um estímulo em preparação à Páscoa e que de bom grado se une a esta iniciativa quaresmal da Igreja no Brasil.
Ao falar sobre o tema da Campanha “Fraternidade e Juventude”, o Papa recordou o pedido que fez aos jovens brasileiros quando esteve em São Paulo em 2007, para serem protagonistas de uma sociedade mais justa e fraterna inspirada no Evangelho, e explicou que na sociedade e na Igreja os “sinais dos tempos” surgem também através dos jovens e menospreza-los seria perder ocasiões de renovação.
Por fim, Bento XVI deixou um convite a juventude e fez votos que a quaresma seja frutuosa na vida dos brasileiros. "Convido os jovens brasileiros a buscarem sempre mais no Evangelho de Jesus o sentido da vida, a certeza de que é através da amizade com Cristo que experimentamos o que é belo e nos redime."
Diante de nós se abre o caminho da Quaresma, permeado de oração, penitência e caridade, que nos prepara para vivenciar e participar mais profundamente na paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. No Brasil, esta preparação tem encontrado um válido apoio e estímulo na Campanha da Fraternidade, que este ano chega à sua quinquagésima realização e se reveste já das tonalidades espirituais da XXVII Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em julho próximo: daí o seu tema “Fraternidade e Juventude”, proposto pela Conferência Episcopal Nacional com a esperança de ver multiplicada nos jovens de hoje a mesma resposta que dera a Deus o profeta Isaías: “Eis-me aqui, envia-me!”(6,8).
De bom grado associo-me a esta iniciativa quaresmal da Igreja no Brasil, enviando a todos e cada um a minha cordial saudação no Senhor, a quem confio os esforços de quantos se empenham por ajudar os jovens a tornar-se – como lhes pedi em São Paulo – “protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna inspirada no Evangelho” (Discurso aos jovens brasileiros, 10/05/2007). É que os “sinais dos tempos”, na sociedade e na Igreja, surgem também através dos jovens; menosprezar estes sinais ou não os saber discernir é perder ocasiões de renovação. Se eles forem o presente, serão também o futuro. Queremos os jovens protagonistas integrados na comunidade que os acolhe, demonstrando a confiança que a Igreja deposita em cada um deles. Isto requer guias – padres, consagrados ou leigos – que permaneçam novos por dentro, mesmo que o não sejam de idade, mas capazes de fazer caminho sem impor rumos, de empatia solidária, de dar testemunho de salvação, que a fé e o seguimento de Jesus Cristo cada dia alimentam.
Por isso, convido os jovens brasileiros a buscarem sempre mais no Evangelho de Jesus o sentido da vida, a certeza de que é através da amizade com Cristo que experimentamos o que é belo e nos redime: “Agora que isto tocou os teus lábios, tua culpa está sendo tirada, teu pecado, perdoado” (Is 6,7). Desse encontro transformador, que desejo a cada jovem brasileiro, surge a plena disponibilidade de quem se deixa invadir por um Deus que salva: “Eis-me aqui, envia-me!’ aos meus coetâneos” - ajudando-lhes a descobrir a força e a beleza da fé no meio dos “desertos (espirituais) do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: (…) o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como o é o Catecismo da Igreja Católica” (Homilia na abertura do Ano da Fé, 11/10/2012).
Que o Senhor conceda a todos a alegria de crer n’Ele, de crescer na sua amizade, de segui-Lo no caminho da vida e testemunhá-Lo em todas situações, para transmitir à geração seguinte a imensa riqueza e beleza da fé em Jesus Cristo. Com votos de uma Quaresma frutuosa na vida de cada brasileiro, especialmente das novas gerações, sob a proteção maternal de Nossa Senhora Aparecia, a todos concedo uma especial Bênção Apostólica.
Vaticano, 8 de fevereiro de 2013
[Benedictus PP. XVI]
Ao falar sobre o tema da Campanha “Fraternidade e Juventude”, o Papa recordou o pedido que fez aos jovens brasileiros quando esteve em São Paulo em 2007, para serem protagonistas de uma sociedade mais justa e fraterna inspirada no Evangelho, e explicou que na sociedade e na Igreja os “sinais dos tempos” surgem também através dos jovens e menospreza-los seria perder ocasiões de renovação.
Por fim, Bento XVI deixou um convite a juventude e fez votos que a quaresma seja frutuosa na vida dos brasileiros. "Convido os jovens brasileiros a buscarem sempre mais no Evangelho de Jesus o sentido da vida, a certeza de que é através da amizade com Cristo que experimentamos o que é belo e nos redime."
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