terça-feira, 14 de janeiro de 2014
O AMOR DE DEUS AJUSTA NOSSOS ERROS
Papa Francisco explica que o amor de Deus pela humanidade é eterno e concreto
O amor de Deus ajusta os nossos erros, as nossas histórias de pecadores, porque Ele não nos abandona nunca, mesmo se não entendemos este amor”,, Na Casa Santa Marta. O Pontífice falou do chamado dos discípulos, que mesmo pecadores, foram escolhidos e preparados por Jesus.
“Após esta eleição, cometeram erros, fizeram propostas não cristãs ao Senhor: negaram o Senhor!”, relata Francisco. Porém, a partir desses erros, Jesus os preparou, destaca o Papa, e mesmo após a Ressurreição, após Pentecostes, esse caminho de preparação foi contínuo.
“E quando as coisas não vão bem, Ele se mistura à nossa história, organiza a situação e segue conosco”, afirma o Pontífice, referindo-se à genealogia de Jesus. “Nessa lista da história, há pecadores e pecadoras. Mas o que fez o Senhor? Ele corrigiu o caminho, organizou as coisas”, conclui.
Francisco ressalta que o amor de Deus pela humanidade é eterno e concreto, por isso Ele chama e prepara cada um para caminhar com retidão. “Um amor artesanal, porque Ele vai construindo a nossa história, vai preparando a estrada para cada um de nós”, afirma Francisco.
“O nosso racionalismo diz: ‘Mas, como o Senhor, com tantas pessoas no mundo, pensa em mim? Preparou esse caminho para mim?’ Com as nossas mães, com nossos avós, pais e bisavós o Senhor fez assim. É este o Seu verdadeiro amor: concreto, eterno e artesanal.
DEIXE QUE A LUZ DE JESUS BRILHE EM SUA VIDA
Nós queremos ser purificados, nós acreditamos que Jesus pode curar as nossas impurezas e as nossas lepras!
”Vendo Jesus, o homem caiu a seus pés, e pediu: ‘Senhor, se queres, Tu tens o poder de me purificar”’ (Lc 5, 12).
Aquele leproso mostrou toda a sua confiança naquilo que Deus podia fazer por ele, e só Deus podia fazê-lo! E uma vez que ele reconhece que Jesus é Senhor, ele sabe que Cristo age no poder de Deus e pode limpá-lo.
Meus queridos irmãos, que tristeza vivia aquele homem, imundo por causa daquilo que a lepra fazia com ele! E porque ele estava imundo e, porque ele estava impuro, ele não poderia viver junto das pessoas. O preconceito de todos, a visão de que poderiam ser contaminados e tantas outras coisas deixavam os leprosos marginalizados e distantes da sociedade e das pessoas. Mas esse leproso é um homem ousado, ele desafia todo e qualquer preconceito, ele desafia toda e qualquer lei que o impede de ir ao encontro d’Aquele que poderia fazer algo por ele.
Não basta separar as pessoas, deixá-las no canto, à margem, quando não apontamos o caminho, a direção a elas! E a luz de Jesus brilhou na vida desse homem, é por isso que ele diz: “Senhor, se tu queres, o Senhor pode sim, o Senhor pode me curar!” Ele não O “obrigou”, mas ele mostrou a sua fé e a sua confiança em Jesus, que poderia curá-lo. Por isso, ele [leproso] disse: “Sim, eu quero ser purificado”! E daquela hora em diante a lepra deixou aquele homem.
Você quer ser purificado? Nós queremos ser purificados, nós acreditamos que Jesus pode realmente curar as nossas impurezas, as nossas lepras. É verdade que nós, muitas vezes, andamos bem vestidos, cuidamos de nossa aparência externa, e ninguém vê o nosso lado “podre”, ninguém vê as sujeiras que se acumulam dentro de nós, ninguém vê as maldades que se escondem por baixo de nossas aparências. Esse tipo de coisa é pior do que a lepra daquele homem, porque a lepra dele era visível, todos a reconheciam e sabiam do que se tratava; a nossa se esconde! E porque a escondemos, não cuidamos delas; e porque não cuidamos dela, a lepra cresce e se torna um mal maior em nossa vida.
Meu irmão e minha irmã, olhemos para o Senhor e também digamos: Senhor, se Tu queres podes me curar, se Tu queres pode me lavar, me salvar, me purificar e me mostrar o caminho da vida. Lava-me, Senhor, das minhas lepras, lava-me dos meus pecados, purifica-me de todas as minhas faltas.
Padre Roger Araújo
O AMOR E O PERDÃO CAMINHAM LADO A LADO
O joio que o inimigo semeia no meio dos filhos de Deus é o desamor e a recusa em dar o primeiro passo para perdoar.
O perdão é um ato de vontade e, se não lutarmos para sair de nós mesmos, se não deixarmos de lado o nosso orgulho e formos ao encontro dos nossos irmãos, perderemos tudo e todos. A lei do amor precisa triunfar em nossa vida, em nossa casa, em nossa família. Quantas famílias, casamentos e comunidades cristãs estão sendo destruídos pela falta de perdão.
Precisamos entender: o perdão é a chave que nos devolve a unidade e que nos conduz a uma vida no amor. Não podemos nos deixar levar pelos sentimentos. Os nossos sentimentos nos arrastam e nos levam a fazer o que não devíamos.
Monsenhor Jonas Abib
ORÇAMENTO FAMILIAR : UM PAPO PARA TODOS
Cuidado com o dinheiro que 'escorre pelo ralo'
Começo de ano, sempre há muitas contas para pagar: despesas com a escola, com o carro, com as festas do fim de ano e tudo o que é típico desta época. Problemas à vista? Não, caso você decida organizar suas finanças.
A melhor situação, nesse caso, quando falamos do orçamento familiar, é tratar do assunto em família. Em muitas casas, apenas o marido é responsável por trazer a renda para casa. Em outras, marido e mulher. Mas e os filhos? Onde entram nessa história? Entram exatamente na necessidade de participarem da vida financeira da família, ou seja, desde pequenos, eles podem aprender a poupar, especialmente, saber usar bem o dinheiro.
Alguns passos são importantes para resolver questões financeiras em sua família. Vamos a eles:
1) A família precisa estar envolvida: saber o que gastar, como gastar, quais as prioridades (por exemplo, quitar um carro, uma casa, pagar dívidas pendentes, economizar nos gastos dos passeios, optar por passeios mais baratos ou gratuitos ou mesmo privar-se de algumas coisas faz parte do que chamamos de educação financeira). Ao colocar a família participando, o assunto se torna mais coletivo e compromete a todos em busca de um objetivo comum.
2) O que tenho para pagar? Muitas vezes, as famílias estão com dívidas que são três, quatro ou mais vezes o valor do salário mensal. Logo, há muito mais gastos do que dinheiro para receber. Equilibrar essas despesas é muito importante. Você sabe o que tem para pagar? Tem ideia de quanto gasta no mês? Acha que as suas dívidas estão um pouco exageradas? Coloque tudo no papel. Na internet, você pode encontrar muitos modelos de planilhas ou aplicativos para seu celular, que ajudam você, de forma simples, a controlar tudo isso.
3) Procure eliminar as dívidas: avalie o que tem juros mais altos, se existem contas que podem ser negociadas, procure comprar à vista e pedir desconto (as lojas têm concedido descontos de até 10 ou 12 % quando se opta pelo pagamento à vista em dinheiro ou cartão de débito). Tem pago apenas o mínimo da fatura do cartão de crédito? Procure fazer um esforço, pois os juros são altíssimos e, quando acumulados, aumentam muito seu débito.
4) Faça uma reserva financeira: faça o propósito de guardar parte do seu salário por mês. Assim, você se previne para situações de risco ou mesmo emergências em saúde ou desemprego.
5) Cuidado com o dinheiro que “escorre pelo ralo”:pequenas despesas, presentes, aquele jantar extra, aquela compra que você caracteriza como “eu mereço, porque.....” podem desequilibrar seu orçamento. É claro que podemos ter tais atitudes, mas se já existe um desequilíbrio nas suas contas, vale a pena pensar num presente alternativo, em algo que você sabe fazer ou evitar tais despesas para uma tranquilidade posterior.
6) Não encare isso como um sofrimento: estudos revelam que 15% dos trabalhadores sofrem estresse por problemas na forma de usar seu dinheiro. Logo, se há estresse nesta área, é porque as finanças não foram bem trabalhadas, e os problemas tendem a aumentar. Se houver um sacrifício, hoje, haverá paz amanhã, e isso, certamente, valerá muito a pena.
Alguns passos são importantes para resolver questões financeiras em sua família. Vamos a eles:
1) A família precisa estar envolvida: saber o que gastar, como gastar, quais as prioridades (por exemplo, quitar um carro, uma casa, pagar dívidas pendentes, economizar nos gastos dos passeios, optar por passeios mais baratos ou gratuitos ou mesmo privar-se de algumas coisas faz parte do que chamamos de educação financeira). Ao colocar a família participando, o assunto se torna mais coletivo e compromete a todos em busca de um objetivo comum.
2) O que tenho para pagar? Muitas vezes, as famílias estão com dívidas que são três, quatro ou mais vezes o valor do salário mensal. Logo, há muito mais gastos do que dinheiro para receber. Equilibrar essas despesas é muito importante. Você sabe o que tem para pagar? Tem ideia de quanto gasta no mês? Acha que as suas dívidas estão um pouco exageradas? Coloque tudo no papel. Na internet, você pode encontrar muitos modelos de planilhas ou aplicativos para seu celular, que ajudam você, de forma simples, a controlar tudo isso.
3) Procure eliminar as dívidas: avalie o que tem juros mais altos, se existem contas que podem ser negociadas, procure comprar à vista e pedir desconto (as lojas têm concedido descontos de até 10 ou 12 % quando se opta pelo pagamento à vista em dinheiro ou cartão de débito). Tem pago apenas o mínimo da fatura do cartão de crédito? Procure fazer um esforço, pois os juros são altíssimos e, quando acumulados, aumentam muito seu débito.
4) Faça uma reserva financeira: faça o propósito de guardar parte do seu salário por mês. Assim, você se previne para situações de risco ou mesmo emergências em saúde ou desemprego.
5) Cuidado com o dinheiro que “escorre pelo ralo”:pequenas despesas, presentes, aquele jantar extra, aquela compra que você caracteriza como “eu mereço, porque.....” podem desequilibrar seu orçamento. É claro que podemos ter tais atitudes, mas se já existe um desequilíbrio nas suas contas, vale a pena pensar num presente alternativo, em algo que você sabe fazer ou evitar tais despesas para uma tranquilidade posterior.
6) Não encare isso como um sofrimento: estudos revelam que 15% dos trabalhadores sofrem estresse por problemas na forma de usar seu dinheiro. Logo, se há estresse nesta área, é porque as finanças não foram bem trabalhadas, e os problemas tendem a aumentar. Se houver um sacrifício, hoje, haverá paz amanhã, e isso, certamente, valerá muito a pena.
Que essas dicas possam ajudar você e sua família. Tenha tranquilidade para falar sobre esse assunto com a sua família. Vamos conversar mais sobre isso?
Elaine Ribeiro
JESUS É O CORDEIRO DE DEUS
O Cordeiro que se imola, que se sacrifica, que é Jesus, é o Cordeiro que vem ao nosso encontro para agir em nossos corações, para tirar o pecado da nossa vida.
“No dia seguinte, João viu Jesus aproximar-se dele e disse: ‘Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”’ (João 1, 29).
Que maravilha João Batista, como mensageiro do Senhor, ele não só apenas nos mostra Jesus, mas também nos diz quem é Jesus! A primeira coisa que João nos diz é que Ele é o Cordeiro de Deus. Você sabe a importância que o cordeiro tem para a cultura judaica, sobretudo, para a cultura religiosa.
Durante a Páscoa costumavam oferecer o cordeiro em sacrifício, o primeiro animalzinho, ainda novinho, era sacrificado em expiação dos pecados; e, muitas vezes, os judeus se acostumavam somente a isto: A acreditar que um ritual fosse capaz de purificar os pecados. Por mais sagrado e valoroso que fosse aquele ritual, e por mais que ele até purificasse os pecados; aquele cordeiro, aquele animalzinho sacrificado, não tinha o poder de tirar o pecado da vida e do coração dos homens. Por isso que Deus não quis mais o sacrifício de cordeiros. Ele enviou o Seu próprio Filho, e o Seu Filho é o único Cordeiro de Deus, que é capaz de tirar os nossos pecados.
Ele se imola por nós, se sacrifica, se oferece por nós, e o Seu ato de se imolar a cada dia vai nos lavando e nos purificando de nos nossos pecados. O Cordeiro que se imola, que se sacrifica, que é Jesus, é o Cordeiro que também vem ao nosso encontro para agir em nossos corações e para tirar o pecado da nossa vida.
Quando nós proclamamos que Jesus é o Nosso Salvador, que é o Nosso Libertador, a primeira libertação e salvação que Ele opera em nós é nos libertar do pecado que nos escraviza. Para isso a primeira coisa que precisamos fazer é: eu e você precisamos reconhecer que somos pecadores, e uma vez que somos pecadores, recorrermos, implorarmos e pedirmos ao Senhor e ao nosso Deus, a este Cordeiro abençoado que veio para nos salvar, que nos liberte da escravidão do pecado.
Algum vício, algum pecado mais forte, que já dura tanto tempo que vai nos mantendo cativos, nós não precisamos nos angustiar nem nos prender ao pecado. O que nós precisamos é olhar para Ele, o que nos precisamos é confiar n’Ele e não tirar o nosso olhar d’Ele e ter a certeza de que Cristo é o único Cordeiro, imolado e crucificado, que nos liberta dos nossos pecados.
Jesus, eu sou pecador, eu confio em Vós, e como eu preciso do Senhor, Jesus! Por isso eu peço: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende pena e compaixão de mim!
Padre Roger Araújo
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