sábado, 8 de fevereiro de 2014
CONFIE NA MISERICÓRDIA DE DEUS
Quanto a mim, eu confio no teu amor!” Não é na minha capacidade de lutar e vencer que eu confio, meu Deus, mas na Sua misericórdia. Eu luto e, muitas vezes, venço, mas é na Sua misericórdia, no Seu amor e na Sua bondade que está a minha confiança.
Precisamos acreditar que Deus é bom, que da parte d’Ele não falta misericórdia, amor, compaixão, ternura e cuidado conosco. Mas só desfrutaremos desses benefícios à medida que confiarmos n’Ele.
Nós precisamos aprender a dizer, em voz alta, na frente de todos, sobretudo diante das dificuldades, que confiamos na misericórdia do Senhor.
Se estamos doentes, se recebemos uma notícia ruim ou sentimos que corremos perigo, que alguém nos persegue e jurou nos fazer mal, de todo o coração, digamos ao Senhor: “Quanto a mim, eu confio no Seu amor, meu coração exulta com a Sua salvação. Vou cantar ao Senhor por todo o bem que Ele me fez!”. É assim que vencemos o mal, o inimigo, os pensamentos negativos que, muitas vezes, são nosso maior inimigo.
Quando o nosso inimigo está do lado de fora, ainda temos uma chance de nos defender, de pedir ajuda, mas quando ele está dentro de nós, ele atinge nosso coração, aos poucos, e vai minando devagar a nossa confiança em Deus. Assim, vamos ficando fracos, tristes e sem fé.
Ao passarmos por uma tristeza muito grande ou nos entregarmos à depressão, a nossa visão da realidade fica distorcida, nossos pensamentos ainda mais pessimistas e a angústia ainda maior. Nessa hora, se não tivermos cautela, correremos o risco de um desequilíbrio tão grande, que tudo na nossa vida se tornará exagerado. Um simples problema acaba sendo uma enorme tragédia.
Além disso, a tristeza faz com que nós levemos tudo para o lado pessoal, nos faz tirar conclusões precipitadas de tudo e ter decisões extremas: é tudo ou nada. E tudo isso só aumenta a nossa angústia.
Se estamos tristes, magoados, se estamos nos sentindo abandonados por todos e até por Deus, não é hora de nos precipitarmos. Temos de entender que esse sentimento ruim distorce a nossa visão das coisas. Em situações assim, a primeira coisa a fazer é confiar na misericórdia do Senhor. Se já fizemos tudo o que poderíamos para resolver uma situação, mas nada deu certo, rezemos. Se já rezamos, rezemos ainda mais, porque a oração pode tudo, ela é mais forte do que a morte. Recorramos a Deus e confiemos na Sua misericórdia. Ele cuida de nós, vai nos ajudar e tudo vai terminar bem. Só precisamos acreditar nisso e reagir.
A segunda coisa que devemos fazer para vencer o inimigo é alegrar o nosso coração nas pequenas coisas e nas boas lembranças. Na hora da dor e da tribulação, não é momento de repassar o negativo, mas sim as coisas boas. Em terceiro lugar, temos de cantar, louvar e agradecer ao Senhor pelo bem que Ele já nos fez.
Veja: o nosso pensamento é muito traiçoeiro. Nós sempre nos lembramos das coisas ruins e nos esquecemos da parte boa da nossa vida. Por isso, precisamos treinar nossos pensamentos para as lembranças boas, assim vamos ter muito mais alegria na vida.
Primeiro: confiemos em Deus. Segundo: alegremo-nos com as pequenas coisas e com as boas lembranças. Terceiro: cantemos, louvemos e agradeçamos ao Senhor por tudo de bom que Ele já nos fez. Talvez, ainda não tenhamos visto resultados, mas sabemos que o bem já está garantido para quem coloca sua fé em Deus.
Deus nos ama, Ele cuida de nós e ouve a nossa oração. Louvado seja o nome do Senhor!
Márcio Mendes
Membro da Comunidade Canção Nova
SANTOS OU NADA
Nós temos que ser santos. É preciso chegar a uma de decisão! Primeiro, você declara: "Eu não quero mais pecar". Nós temos de estar limpos para levar a salvação aos nossos irmãos, mas para isso temos de estar inteiramente esterilizados, ou seja, precisamos estar batizados pelo Espírito Santo.
A cada dia é preciso dizer "por hoje não", "Por Hoje Não vou mais pecar". Escrevamos as siglas PHN, em um papel, para que sempre nos lembremos que "por hoje não". Se pecarmos, teremos de nos arrepender imediatamente, porque o arrependimento é um ato de vontade, no qual já está incluso o ato da confissão. E o Senhor nos perdoará.
Precisamos do batismo do Espírito Santo, e precisamos vivê-lo, constantemente, pois sem ele ninguém consegue se manter fora do pecado. Com a graça do Espírito Santo, tomemos essa decisão: ou santos ou nada.
Monsenhor Jonas Abib
A cada dia é preciso dizer "por hoje não", "Por Hoje Não vou mais pecar". Escrevamos as siglas PHN, em um papel, para que sempre nos lembremos que "por hoje não". Se pecarmos, teremos de nos arrepender imediatamente, porque o arrependimento é um ato de vontade, no qual já está incluso o ato da confissão. E o Senhor nos perdoará.
Precisamos do batismo do Espírito Santo, e precisamos vivê-lo, constantemente, pois sem ele ninguém consegue se manter fora do pecado. Com a graça do Espírito Santo, tomemos essa decisão: ou santos ou nada.
Monsenhor Jonas Abib
APRENDAMOS E NOS LIVRAR DAS ARMADILHAS DO MAL
Precisamos ser fortes diante das tribulações e das armadilhas do maligno; e para as vencermos necessitamos dos sacramentos e nos mantermos vigilantes e em oração. Com o tema "Não te deixes vencer pelo mal", o Acampamento "Livrai-nos do Mal" propõe aos peregrinos que façam a experiência de se entregarem e confiarem plenamente na ação e no poder de Deus.
Roberto Tannus: São Paulo nos ensina que enfrentamos uma luta espiritual todos os dias: “Enfim, fortalecei-vos no Senhor, no poder de sua força; revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do diabo. Pois a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados, as potestades, os dominadores deste mundo tenebroso, os espíritos malignos espalhados pelo espaço” (Ef 6,10-12).
Existe uma luta espiritual e ninguém pode ficar neutro nela. Ou ficamos com Deus ou ficamos com o diabo. Embora não a enxerguemos com os olhos humanos, podemos ver com os olhos da fé que estamos em uma batalha assustadora. Por um lado temos satanás, uma criatura maligna e asquerosa e, com ele, os anjos decaídos, os quais tentam nos privar da presença de Deus. Por outro lado temos Deus, o Criador de tudo, que nos deu Jesus, o Senhor, Aquele que venceu o diabo por Sua morte na cruz. Para isso mesmo Jesus, o Filho de Deus, veio ao mundo: para destruir as obras do diabo (cf. 1 João 3,15). Nesta batalha espiritual precisamos livremente aderir a Deus de todo o coração para, assim, ficarmos livres das setas inflamadas do maligno.
cancaonova.com: Qual a reflexão que podemos fazer de Romanos 12, 21: 'Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem'?
Roberto Tannus: A força do bem é muito maior que a do mal. Quando agimos com as forças da Luz as trevas não suportam. São Paulo nos ensina, um pouco mais adiante, neste trecho: “Pelo contrário, se teu inimigo estiver com fome, dá-lhe de comer; se estiver com sede, dá-lhe de beber. Agindo assim amontoarás carvões em brasa sobre sua cabeça. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal pelo bem” (Rm 12,20-21). Agir pagando o mal com o bem desarma todo tipo de malignidade. Vejamos um exemplo que vem do nosso trânsito, muitas vezes, caótico... Você está dirigindo, distraído, e de repente, dá uma fechada em outro carro, e o motorista, descontrolado, começa a xingá-lo. Então você para o carro e lhe pede desculpas... A discussão acaba na hora! Quantas mortes no trânsito já aconteceram porque alguém não cedeu, não reconheceu o erro! O mal poderia ter sido evitado com um simples pedido de desculpas. Mas, infelizmente, a humildade nessa hora desaparece, o homem velho vem à tona e nossa vontade é dizer palavrões para não ficarmos por baixo. Ao passo que, quando agimos com humildade, o mal sempre perde!
Como podemos vencer as armadilhas do mal na nossa vida?
Por que alguém cai em uma armadilha? Porque foi atraído por uma isca, foi pego desprevenido e, incautamente, se deixou prender.
Por que alguém cai em uma armadilha? Porque foi atraído por uma isca, foi pego desprevenido e, incautamente, se deixou prender.
As duas principais armas para vencermos as armadilhas do inimigo de Deus são: vigiar constantemente e jamais relaxar na vida de oração, como assim recomendou Jesus no Getsemani: “Vigiai e orai, para não cairdes em tentação, pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41).
O primeiro passo é VIGIAR, que significa ficar com os olhos abertos, isto é, manter-se atento ao que se passa à nossa volta, para enxergar a ação do inimigo. Vigiar significa, muitas vezes, fugir das ocasiões próximas [de pecado e perigo]. Vou dar um exemplo disso: Imagine um homem casado que trabalha num escritório e começa a notar que uma funcionária está dando dicas e lhe fazendo insinuações provocantes. Se esse homem for vigilante ele cortará o relacionamento pela raiz, para não acontecer um pecado grave. Vigiar é antecipar-se ao mal. É agir com a inteligência iluminada pelo Espírito Santo, para não se deixar levar pelas paixões pecaminosas.
O segundo passo é ORAR. Todas as vezes que relaxamos com a oração pessoal, com o jejum, com a frequência à Eucaristia e à oração do rosário, ficamos fracos. São Pedro, que um dia foi frágil diante das armadilhas de satanás, ao negar Jesus Cristo por três vezes, nos deu uma receita muito boa para vencermos o maligno: “Sede sóbrios e vigilantes. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor como um leão que ruge, procurando a quem devorar. Resisti-lhe firmes na fé, certos de que iguais sofrimentos atingem também os vossos irmãos pelo mundo afora” (1Pd5,8-9). Somente conseguiremos resistir, sendo fortes contra os ataques do maligno, se orarmos. Segundo Santo Agostinho, “a oração é a fortaleza do homem e a fraqueza de Deus”. A oração nos faz fortes, nos faz resistir às tentações. Por outro lado, a oração é a “fraqueza” de Deus, isto é, por meio dela tomamos posse de todas as bênçãos de que precisamos. Temos um Deus de coração misericordioso e, por intermédio da oração, o coração de nosso Pai se enternece e se derrama de amor por nós.
O primeiro passo é VIGIAR, que significa ficar com os olhos abertos, isto é, manter-se atento ao que se passa à nossa volta, para enxergar a ação do inimigo. Vigiar significa, muitas vezes, fugir das ocasiões próximas [de pecado e perigo]. Vou dar um exemplo disso: Imagine um homem casado que trabalha num escritório e começa a notar que uma funcionária está dando dicas e lhe fazendo insinuações provocantes. Se esse homem for vigilante ele cortará o relacionamento pela raiz, para não acontecer um pecado grave. Vigiar é antecipar-se ao mal. É agir com a inteligência iluminada pelo Espírito Santo, para não se deixar levar pelas paixões pecaminosas.
O segundo passo é ORAR. Todas as vezes que relaxamos com a oração pessoal, com o jejum, com a frequência à Eucaristia e à oração do rosário, ficamos fracos. São Pedro, que um dia foi frágil diante das armadilhas de satanás, ao negar Jesus Cristo por três vezes, nos deu uma receita muito boa para vencermos o maligno: “Sede sóbrios e vigilantes. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor como um leão que ruge, procurando a quem devorar. Resisti-lhe firmes na fé, certos de que iguais sofrimentos atingem também os vossos irmãos pelo mundo afora” (1Pd5,8-9). Somente conseguiremos resistir, sendo fortes contra os ataques do maligno, se orarmos. Segundo Santo Agostinho, “a oração é a fortaleza do homem e a fraqueza de Deus”. A oração nos faz fortes, nos faz resistir às tentações. Por outro lado, a oração é a “fraqueza” de Deus, isto é, por meio dela tomamos posse de todas as bênçãos de que precisamos. Temos um Deus de coração misericordioso e, por intermédio da oração, o coração de nosso Pai se enternece e se derrama de amor por nós.
Quais os caminhos para nos mantermos firmes e perseverantes diante das tribulações que enfrentamos diariamente?
O “caminho” é a frequência aos sacramentos. Dentre eles destacamos dois: o sacramento da reconciliação e da Eucaristia.
O “caminho” é a frequência aos sacramentos. Dentre eles destacamos dois: o sacramento da reconciliação e da Eucaristia.
O sacramento da reconciliação nos faz fortes para não cairmos no pecado. Todas as vezes que confessamos um pecado nos tornamos mais firmes para não voltarmos à vida velha. O pecado não confessado pode ser inclusive a sua de falta de prosperidade em muitas áreas da vida: “Quem acoberta seus crimes não prosperará. Quem os confessa e os deixa, esse alcança misericórdia” (Pv 28,13). A confissão desarma as armadilhas do inimigo e nos abre à misericórdia de Deus.
O sacramento da Eucaristia é o alimento que nos mantém em pé, como Santo Pio de Pietrelcina sempre rezava diante de Jesus Eucarístico: “Fica, Senhor, comigo, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair”.
Podemos dizer que todos os dias enfrentamos uma batalha interior entre o bem e o mal?
Roberto Tannus: São Paulo nos ensina que enfrentamos uma luta espiritual todos os dias: “Enfim, fortalecei-vos no Senhor, no poder de sua força; revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do diabo. Pois a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados, as potestades, os dominadores deste mundo tenebroso, os espíritos malignos espalhados pelo espaço” (Ef 6,10-12).
Existe uma luta espiritual e ninguém pode ficar neutro nela. Ou ficamos com Deus ou ficamos com o diabo. Embora não a enxerguemos com os olhos humanos, podemos ver com os olhos da fé que estamos em uma batalha assustadora. Por um lado temos satanás, uma criatura maligna e asquerosa e, com ele, os anjos decaídos, os quais tentam nos privar da presença de Deus. Por outro lado temos Deus, o Criador de tudo, que nos deu Jesus, o Senhor, Aquele que venceu o diabo por Sua morte na cruz. Para isso mesmo Jesus, o Filho de Deus, veio ao mundo: para destruir as obras do diabo (cf. 1 João 3,15). Nesta batalha espiritual precisamos livremente aderir a Deus de todo o coração para, assim, ficarmos livres das setas inflamadas do maligno.
Com a ajuda da oração conseguimos vencer esta luta interior entre o homem novo e o homem velho?
Roberto Tannus: Sim, a oração nos faz crescer espiritualmente e nos faz viver o homem novo. Jesus dedicava muito tempo para orar, pois isso fazia diferença para o Senhor, Ele era um Homem de oração. Ele rezava até de madrugada, acordando muito antes do amanhecer (cf. Mc 1,35). Todos os que buscam a Deus têm uma grande tentação, que é a de voltar ao homem velho e não fazer a vontade de Deus. Na Tentação do Getsêmani Jesus entrou em angústia. Como o Senhor venceu o inimigo de Deus? Como teve forças para enfrentar a cruz? Como conseguiu fazer a vontade do Pai, mesmo sabendo que teria de passar por sofrimentos terríveis? Por intermédio da oração. Vejamos: “Entrando em agonia, Jesus orava com mais insistência. Seu suor tornou-se como gotas de sangue que caiam no chão. Levantando-se da oração, Jesus foi para junto dos discípulos e encontrou-os dormindo, de tanta tristeza. E perguntou-lhes: ‘Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para não cairdes em tentação'” (Lc 22,44-46).
Roberto Tannus: Sim, a oração nos faz crescer espiritualmente e nos faz viver o homem novo. Jesus dedicava muito tempo para orar, pois isso fazia diferença para o Senhor, Ele era um Homem de oração. Ele rezava até de madrugada, acordando muito antes do amanhecer (cf. Mc 1,35). Todos os que buscam a Deus têm uma grande tentação, que é a de voltar ao homem velho e não fazer a vontade de Deus. Na Tentação do Getsêmani Jesus entrou em angústia. Como o Senhor venceu o inimigo de Deus? Como teve forças para enfrentar a cruz? Como conseguiu fazer a vontade do Pai, mesmo sabendo que teria de passar por sofrimentos terríveis? Por intermédio da oração. Vejamos: “Entrando em agonia, Jesus orava com mais insistência. Seu suor tornou-se como gotas de sangue que caiam no chão. Levantando-se da oração, Jesus foi para junto dos discípulos e encontrou-os dormindo, de tanta tristeza. E perguntou-lhes: ‘Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para não cairdes em tentação'” (Lc 22,44-46).
Segundo Santa Faustina, no seu Diário (número 872), Jesus falou a ela que foi exatamente no momento de maior agonia que Ele rezou com mais insistência, com mais força. Foi com a ajuda da oração que Jesus venceu a luta interior e nos ensinou que é necessário nos levantarmos e orarmos para não cairmos em tentação. Portanto, quando estivermos mais agonizantes, com mais problemas e desesperados, é que deveremos orar com mais insistência. Muitas vezes, vejo pessoas que estão tristes e cheias de agonia. Tomam, muitas vezes, a decisão de sair desse estado: “Ah, vou pescar para sair da agonia e da tristeza!” Ou dizem ainda: “Ah, estou triste e com agonia, por isso vou às compras!”. Infelizmente, dessa forma, a agonia segue a pessoa, isso quando não retorna com mais intensidade ainda. A oração nos faz vencer a luta interior, nos dando paz e serenidade.
cancaonova.com: Qual a reflexão que podemos fazer de Romanos 12, 21: 'Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem'?
Roberto Tannus: A força do bem é muito maior que a do mal. Quando agimos com as forças da Luz as trevas não suportam. São Paulo nos ensina, um pouco mais adiante, neste trecho: “Pelo contrário, se teu inimigo estiver com fome, dá-lhe de comer; se estiver com sede, dá-lhe de beber. Agindo assim amontoarás carvões em brasa sobre sua cabeça. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal pelo bem” (Rm 12,20-21). Agir pagando o mal com o bem desarma todo tipo de malignidade. Vejamos um exemplo que vem do nosso trânsito, muitas vezes, caótico... Você está dirigindo, distraído, e de repente, dá uma fechada em outro carro, e o motorista, descontrolado, começa a xingá-lo. Então você para o carro e lhe pede desculpas... A discussão acaba na hora! Quantas mortes no trânsito já aconteceram porque alguém não cedeu, não reconheceu o erro! O mal poderia ter sido evitado com um simples pedido de desculpas. Mas, infelizmente, a humildade nessa hora desaparece, o homem velho vem à tona e nossa vontade é dizer palavrões para não ficarmos por baixo. Ao passo que, quando agimos com humildade, o mal sempre perde!
Roberto Tannus
NÃO TE DEIXEIS VENCER PELO MAL
Deus é maior do que tudo o que nos acontece, diante de tudo que acontece em nossa família se tivermos um olhar de fé, acreditaremos que Deus é maior.
Quando me preparava para este acampamento, percebi que a liturgia de hoje nos apresenta duas grandes figuras bíblicas: o rei Davi e São João Batista, e ao fazer isso pude me lembrar da minha vocação. Em um atendimento como monsenhor Jonas Abib, antes de eu ser ordenado padre, vivia um deserto espiritual tão forte, que confesso não sentir nada na época, estava num verdadeiro deserto. Nesse atendimento, monsenhor Jonas recordou o meu lema sacerdotal: “Preparai o caminho do Senhor”.
Para se ter uma ideia, Dom Alberto Taveira estava doente e um dia antes da minha ordenação, ele disse que não poderia vir e que estava tentando encontrar um outro bispo para me ordenar. No dia seguinte, o bispo tentou vir, no entanto, por um problema, o avião não conseguiu levantar voo, ele só conseguiu chegar 30 minutos antes da minha ordenação. Veja, irmãos, como é grande a luta que travamos contra o mal.
O Senhor me preparou e me quis para que eu preparasse o caminho d'Ele. E saibam que, em um outro momento, Dom Alberto disse-me que o demônio não queria que eu fosse ordenado, tamanho o estrago que minha ordenação iria fazer nas obras malignas dele. Deus é maior do que tudo o que nos acontece, e isso é uma verdade diante das armadilhas que temos: o mundo, o diabo e a carne.
A direção de Deus, para esta homilia, está no livro do Eclesiástico 47, que faz um elogio a Samuel, e para quem lembra, este pecou muitas vezes diante de Deus. Mas a verdade é que Deus olha o coração e os homens veem a aparência. Da mesma forma, o Senhor concedeu a Davi, que estava como que escondido, a graça de ser reconhecido, pois o Senhor conhecia também o seu coração. Amados, Deus é assim, por vezes, Ele permite este "escondimento" para que a pessoa sjae forjada segundo Sua vontade.
Deus escolheu a cada um de nós para sermos vencedores e quer que definitivamente tenhamos um decisão contra o mal. E que diante do mal sejamos levantados, por Ele, como vencedores. Irmão, tenha isso em sua mente, não importa como você está, saiba que o Senhor não olha as aparências, mas sim o seu coração e Ele o chamou para vencer. Desde o batismo, recebemos a graça de Deus para governarmos, com o auxílio d'Ele, este mundo. Mude de vida, pois o Senhor forja o caráter daqueles a quem Ele escolheu.
Quando me preparava para este acampamento, percebi que a liturgia de hoje nos apresenta duas grandes figuras bíblicas: o rei Davi e São João Batista, e ao fazer isso pude me lembrar da minha vocação. Em um atendimento como monsenhor Jonas Abib, antes de eu ser ordenado padre, vivia um deserto espiritual tão forte, que confesso não sentir nada na época, estava num verdadeiro deserto. Nesse atendimento, monsenhor Jonas recordou o meu lema sacerdotal: “Preparai o caminho do Senhor”.
Para se ter uma ideia, Dom Alberto Taveira estava doente e um dia antes da minha ordenação, ele disse que não poderia vir e que estava tentando encontrar um outro bispo para me ordenar. No dia seguinte, o bispo tentou vir, no entanto, por um problema, o avião não conseguiu levantar voo, ele só conseguiu chegar 30 minutos antes da minha ordenação. Veja, irmãos, como é grande a luta que travamos contra o mal.
O Senhor me preparou e me quis para que eu preparasse o caminho d'Ele. E saibam que, em um outro momento, Dom Alberto disse-me que o demônio não queria que eu fosse ordenado, tamanho o estrago que minha ordenação iria fazer nas obras malignas dele. Deus é maior do que tudo o que nos acontece, e isso é uma verdade diante das armadilhas que temos: o mundo, o diabo e a carne.
A direção de Deus, para esta homilia, está no livro do Eclesiástico 47, que faz um elogio a Samuel, e para quem lembra, este pecou muitas vezes diante de Deus. Mas a verdade é que Deus olha o coração e os homens veem a aparência. Da mesma forma, o Senhor concedeu a Davi, que estava como que escondido, a graça de ser reconhecido, pois o Senhor conhecia também o seu coração. Amados, Deus é assim, por vezes, Ele permite este "escondimento" para que a pessoa sjae forjada segundo Sua vontade.
Deus escolheu a cada um de nós para sermos vencedores e quer que definitivamente tenhamos um decisão contra o mal. E que diante do mal sejamos levantados, por Ele, como vencedores. Irmão, tenha isso em sua mente, não importa como você está, saiba que o Senhor não olha as aparências, mas sim o seu coração e Ele o chamou para vencer. Desde o batismo, recebemos a graça de Deus para governarmos, com o auxílio d'Ele, este mundo. Mude de vida, pois o Senhor forja o caráter daqueles a quem Ele escolheu.
“Não te deixes vencer pelo mal” é o tema do nosso acampamento, e essa é uma verdade! Leia o livro de Samuel, capítulo 17, e veja como Deus levanta um homem para que este vença, fazendo dele um homem de fé. Davi era o mais novo dentre seus irmãos, no entanto, não teve medo diante do gigante Golias, pois sabia que Deus estava com ele. Esta é a certeza que também precisamos ter. Diante de qualquer situação saibamos que Deus é maior que tudo, por isso não podemos nos deixar vencer pelo mal, que ruge contra nós.
Padre Roger Luís
Padre da Comunidade Canção Nova
JESUS VERDADE ETERNA
Jesus, verdade eterna, nossa vida, peço e suplico vossa misericórdia para os pobres pecadores. Dulcíssimo Coração do meu Senhor, cheio de compaixão e misericórdia inescrutável, suplico-vos pelos pobres pecadores. Ó Coração Santíssimo, fonte de misericórdia, do qual brotam raios de graças incompreensíveis para todo o gênero humano, suplico-Vos luz para os pobres pecadores. Ó Jesus, lembrai-vos da vossa amarga paixão e não permitais que se percam as almas remidas com vosso precioso sangue santíssimos. Ó Jesus, quando medito sobre esse grande preço do vosso sangue, alegro-me com a sua grandeza, porque uma só gota seria suficiente para todos os pecadores. Embora o pecado seja o abismo da maldade e da ingratidão, contudo o preço oferecido por nós é sempre incomparável; por isso, que toda a alma confie na paixão do Senhor, e confie na misericórdia. Deus não negará a ninguém sua misericórdia. O céu e a terra poderão mudar, mas não se esgotará a misericórdia divina. Ó, que alegria arde em meu cor~ção quando vejo essa bondade inconcebível, ó meu Jesus. Desejo trazer todos os pecadores a Vossos pés, para que louvem por todos os séculos a vossa misericórdia
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