Quando um cristão me diz, não é que não ama Nossa Senhora, mas que não gosta de se aproximar e de rezar à Mãe de Deus, sinto-me triste. Um cristão sem Nossa Senhora é um órfão. Um cristão sem a Igreja também é um órfão.
Como está a minha relação com a Igreja, com a minha mãe Igreja, com a santa mãe Igreja hierárquica? E como está a minha relação com Nossa Senhora, que é a minha 'Mamma', a minha Mãe?
segunda-feira, 7 de julho de 2014
LOUVAI O SENHOR A TODO TEMPO
“A alegria da pessoa prolonga-lhe a vida” (Eclo 30-23).
Desde que acordamos, temos razões de sobra para dar graças a Deus. O fato de deitarmos e acordarmos já é motivo de ação de graças. Não podemos nos acostumar com a bondade do Senhor na nossa vida.
Vivamos, hoje, numa atitude de louvor, de confiança e ação de graças em todas as circunstâncias.
Louvai o Senhor a cada manhã! Louvado seja o Senhor a todo tempo!
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago
O AMOR VERDADEIRO SE ENCONTRA NO SENHOR
“
Hoje, o Senhor nos chama para segui-Lo, para deixarmos o pecado e vivermos uma vida nova.
Perguntemo-nos: Quais situações temos vivido que nos distanciam de Deus? Em todas essas circunstâncias, o Senhor, com Seu amor, vem ao nosso encontro e nos diz: “Segue-me”.
Lembremo-nos de que nossa primeira vocação não pode ser outra senão amar a Deus de todo o coração, buscando uma sublime comunhão com Ele.
A cada dia, busquemos a verdadeira felicidade que será plena quando fizermos a vontade de Deus. O amor verdadeiro se encontra no Senhor.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago
A DIFERENÇA QUE A MISSA FAZ
Ir à missa é ir para o céu, onde “Deus… enxugará toda lágrima” (Ap 21,3-4). Porém, o céu é ainda mais do que isso. O céu é onde nos colocamos sob julgamento, onde nos vemos na clara luz matinal do dia eterno e onde o justo juiz lê nossas obras no livro da vida. Nossas obras nos acompanham quando vamos à missa.
Ir à missa é renovar nossa aliança com Deus, como em uma festa de núpcias – pois a missa é o banquete das núpcias do Cordeiro. Como em um casamento, fazemos votos, comprometemo-nos, assumimos uma nova identidade. Mudamos para sempre.
Ir à missa é receber a plenitude da graça, a própria vida da Trindade. Nenhum poder no céu ou na terra nos dá mais do que recebemos na missa, pois recebemos Deus em nós mesmos.
Jamais devemos subestimar essas realidades. Na missa, Deus nos dá sua própria vida. Isso não é apenas uma metáfora, um símbolo ou uma antecipação. Precisamos ir à missa com os olhos e ouvidos, mente e coração abertos à vontade que está diante de nós, a verdade que se eleva como incenso. A vida de Deus é uma dádiva que precisamos receber apropriadamente e com gratidão. Ele nos dá graça como nos dá fogo e luz. Fogo e luz, mal usados, podem nos queimar ou cegar. De modo semelhante, a graça recebida indignamente sujeita-nos a julgamento e a consequências muito terríveis.
Em toda missa, Deus renova sua aliança com cada um de nós, colocando diante de nós a vida e a morte, a benção e a maldição. Precisamos escolher a bênção para nós e rejeitar a maldição, e precisamos fazer isso desde o início.
A partir do momento em que entra na igreja, você se coloca sob juramento. Ao mergulhar os dedos na água benta, você renova a aliança que eu iniciou com seu Batismo. Talvez você tenha sido batizado quando bebê; seus pais tomaram a decisão por você. Mas agora, com esse simples movimento, você toma a decisão por si mesmo. Toca com a água benta a fronte, o coração, os ombros e os persigna como “nome” com que foi batizado. Relacionada com esse movimento, está sua rejeição a Satanás e a todas as suas pompas e obras.
Ao fazer isso, você comprova, dá testemunho, como o faria no tribunal. No tribunal, a testemunha põe em jogo sua pessoa, sua reputação e seu futuro. Se não disser a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade, sabe que sofrerá sérias consequências.
Também você está sob juramento. Não se esqueça: a palavra latina sacramentum significa, literalmente, “juramento”. Quando faz o sinal-da-cruz, você renova o sacramento do Batismo, desse modo renovando sua obrigação de corresponder aos direitos e deveres da nova aliança. “Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com todo o teu ser, com todas as tuas forças”; “amarás o teu próximo como a ti mesmo”.
Você jura, de modo especial, dizer a verdade durante esta missa, pois este é o tribunal do céu; aqui, Deus abre o livro da vida; aqui, você ocupa o banco das testemunhas. Muitas e muitas vezes durante a missa você diz “AMÉM”, a palavra aramaica que transmite consentimento e conformidade: Sim! Assim seja! De verdade! “Amém” é mais que resposta; é compromisso pessoal. Quando diz “Amém”, você compromete sua vida, portanto é melhor ser sincero.
Assim, na missa, você não é mero espectador. É participante. É sua a aliança que Jesus em pessoa vai renovar
JESUS ESTÁ CONOSCO TODOS OS MOMENTOS
Meu irmão, aqui está, nas palavras do anjo a José, a grande realidade do Natal:“Ele será chamado pelo nome de 'Emanuel', que significa: 'Deus está conosco'”.
Claro, Jesus está presente de forma muito especial na Eucaristia, mas Ele também está presente onde nós estamos. Não é só na liturgia, pois você pode dizer que Jesus está em sua casa, Jesus está pessoalmente onde estamos porque assim diz a Palavra, que Ele é o “Deus conosco”.
Portanto, passe você o que passar, em todos os momentos de sua vida, é Ele que lhe dá forças, é Ele quem o levanta. Não sei as 'noites escuras' pelas quais você passou, mas olhando para trás você pode constatar: “Foi Deus que venceu por mim”.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Claro, Jesus está presente de forma muito especial na Eucaristia, mas Ele também está presente onde nós estamos. Não é só na liturgia, pois você pode dizer que Jesus está em sua casa, Jesus está pessoalmente onde estamos porque assim diz a Palavra, que Ele é o “Deus conosco”.
Portanto, passe você o que passar, em todos os momentos de sua vida, é Ele que lhe dá forças, é Ele quem o levanta. Não sei as 'noites escuras' pelas quais você passou, mas olhando para trás você pode constatar: “Foi Deus que venceu por mim”.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
domingo, 6 de julho de 2014
SÓ DEUS TORNAR OS FARDOS DE NOSSA VIDA LEVES
Deixemos que o olhar misericordioso de Jesus amanse o nosso coração, traga paz à nossa alma e torne os fardos de nossa vida leves.
“Vinde a mim, todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso” (Mateus 8, 28).
Neste domingo em que nós nos voltamos para ouvir a Palavra do Senhor, nós queremos olhar para o Coração de Jesus, nós queremos olhar para o jeito, para a maneira, para a mansidão d’Ele. A paz, que vem do Coração de Deus, é o repouso de que a nossa alma e o nosso coração tanto precisam.
Sabem, meus irmãos, cada um de nós tem fardos muito pesados para carregar na vida, temos as nossas responsabilidades, os nossos compromissos, aquilo que a vida exige de nós; o fardo de uma mãe, de um pai, de um trabalhador, o fardo de cuidarmos e de sermos responsáveis pelos outros. E, muitas vezes, não somos compreendidos e somos até mal interpretados e até o melhor dos nossos esforços não sai da melhor maneira. As coisas nem sempre dão muito certo para nós; quantas vezes lutamos, tentamos e experimentamos a derrota ou o fracasso.
Deixe-me dizer a você: o nosso fardo fica mais pesado quando nós damos mais peso a ele, isto é, quanto mais atenção damos àquilo que nos sobrecarrega. Permitamos que Deus torne leve e suave aquilo que parece insuportável ou pesado demais para nós. Deixemos que o olhar misericordioso de Jesus amanse o nosso coração, traga paz à nossa alma e àquilo que, para nós, parecia a coisa mais insuportável do mundo. Assim nós ganhamos força, nós ganhamos ousadia, nós ganhamos a coragem e a disposição de Deus para carregar os nossos fardos.
Não se trata de força física, mas sim da disposição do coração, da força interior da alma, se trata de nós revigorarmos o nosso interior, deixar que o nosso coração seja tomado por essa força maravilhosa e amorosa do nosso Deus, que nos torna pessoas novas e renovadas e, aí sim, nós podemos carregar o nosso fardo de cada dia.
Ao olharmos para a mansidão e a humildade do Coração do Senhor, nós queremos aprender essas duas receitas fundamentais para carregarmos a nossa vida no dia a dia. A mansidão de simplesmente não se revoltar por se revoltar não é aquela mansidão de tudo aceitar, mas é a mansidão de encarar as coisas não no espírito negativo, nem no veneno da murmuração, é a mansidão dos humildes que sabem o tempo certo, o momento certo e a hora certa de falar e de se manifestarem.
Padre Roger Araújo
VINDE A MIM ! CONVITE DE JESUS ATUAL
Vinde a mim”. Esse convite de Jesus, explica Francisco, se estende até os dias atuais, para chegar a muitos que estão oprimidos
Da redação, com Rádio Vaticano
O Santo Padre recordou que esta mensagem de Jesus era essencialmente dirigida à todas as pessoas que Jesus encontrava diariamente pelas estradas da Galileia. “Tanta gente simples, pobres, doentes, pecadores, marginalizados… Essas pessoas procuraram sempre Jesus para ouvir Sua Palavra. Uma Palavra que dava esperança… e também para tocar até mesmo a orla do seu manto”, disse o Papa.
Mas, segundo o Pontífice, o próprio Jesus procurava essas pessoas, multidões cansadas que vagueavam cotidianamente como “ovelhas sem pastor”, para lhes anunciar o Reino de Deus e curar muitos no corpo e no espírito.
“Vinde a mim”. Esse convite de Jesus, explica Francisco, se estende até os dias atuais, para chegar a muitos que estão oprimidos sob o peso das condições de vida precárias, pelas situações existenciais difíceis e, às vezes, privadas de autênticos pontos de referência.
“À cada um desses filhos do Pai, que está nos Céus, Jesus diz: ‘Vinde a mim, todos vós’”, afirma o Papa, e explica que o Senhor promete dar-lhes refúgio, mas também faz um pedido que é, ao mesmo tempo, é como um mandamento: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração” .
De fato, destaca o Pontífice, depois de ter recebido o descanso e o conforto de Jesus, os cristãos são chamados, por sua vez, a tornarem-se também descanso e conforto para os irmãos, com mansidão e humildade, à imitação do Mestre.
“A mansidão e a humildade de coração, não só nos ajudam a tirar o peso do outro, mas não sobrecarregá-los com nossos preconceitos, julgamentos, nossas críticas ou a nossa indiferênça”, enfatizou.
O Papa Francisco concluiu o Angelus pedindo à intercessão da Virgem Maria, que acolhe todos os aflitos e desamparados, para que, através de uma fé testemunhada com a vida, os cristãos possam ser alívio aos que precisam de ajuda, carinho e esperança.
E, mais uma vez, o Santo Padre pediu aos presentes que continuem a rezar por ele.
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