terça-feira, 18 de novembro de 2014

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nosso levados e dos do mundo inteiro!
Quero orar pelos que estão enfermos e oprimidos e pela conversão dos pecadores, pedindo salvação! Transforma as vidas e as famílias, arranca os jovens das drogas e das perversidades do tempo atual! Tem misericórdia de nós e do mundo inteiro!
Padre Roger Luis
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SENHOR OUVI MINHA ORAÇÃO

Deus...
Dá-me o poder de não desanimar,
de poder olhar para o futuro com alegria,
de esperar todos os dias algo de bom...
Não me deixe desistir,
Levante-me os olhos para a vida,
e que ela possa me parecer linda...
Sempre.
Não permita que eu saia do Seu caminho,
mesmo estando em dificuldades,
mesmo que pareça impossível chegar ao fim...
Meu querido Pai,
Não deixe que eu pare diante de situações difíceis...
Que eu me distancie dos meus sonhos!
Só o Senhor tem o poder de me iluminar,
então, faça da minha vida uma claridade plena,
faça que meu coração sinta a luz do Seu amor,
e que eu possa distribuí-lo aos meus irmãos sem medir esforços...

QUAL A MAIOR DAS RIQUEZAS QUE PODEMOS TER ?

O que vem a ser o conhecimento de si? Como isso nos permite possuir a nós mesmos?
Quando falamos sobre ter a posse de algo, dizemos, por meio dessa expressão, que temos o domínio de uma realidade determinada, que somos o seu proprietário e, por isso, podemos decidir o que bem entendermos dela. Nada mais natural, afinal de contas, esse é o sentido usual dessa expressão. Entretanto, o título de nosso artigo – “Possuir a si mesmo”–, não deseja expressar que tal domínio deva então ser exercido sobre nós mesmos ou sobre nossas vidas. Muito menos que por essa posse exerçamos sobre nós um tamanho controle que estaríamos em condições de conduzir o rumo de nossas vidas da maneira como queremos, trazendo-nos uma suposta segurança, paz e certa estabilidade.
Na verdade, quando se evoca esse assunto da posse de si, dentro de um contexto de vida cristã, quer-se falar sobre a realidade do autoconhecimento, que nos levará a nos possuirmos. Não para que controlemos tudo; pelo contrário, para que Deus seja o norte de nossas vidas. O que vem a ser, então, o conhecimento de si? Como isso me permite possuir a mim mesmo? Antes de tudo, o conhecimento de si é um instrumento, um meio para se chegar a um fim e não o fim em si mesmo.
O autoconhecimento, pelo qual muito se interessou os padres da Igreja e o monaquismo, sempre foi um tema explorado pelos santos como um ponto de partida, a fim de propiciar uma maior união com Deus, e assim poder amá-Lo e os nossos próximos. Deus sempre foi e é o fim, o objetivo, o motivo pelo qual tantos homens e mulheres buscaram se lançar nesta aventura de se conhecer mais profundamente. Também para eles somente em Deus o homem pode se conhecer. É isso que move, por exemplo, Santa Teresa de Jesus, reformadora do Carmelo, do século XVI, e doutora da Igreja. Para ela, o autoconhecimento não nos é útil senão para estarmos mais intimamente unidos a Deus, a quem realmente amamos e desejamos amar mais intensamente. E é por isso que ela chega a dizer que no caminho rumo a uma união íntima com o Senhor, o conhecimento de si “é o pão com que todos os manjares devem ser comidos” e, logo em seguida, que “pão sem o qual ninguém poderia se sustentar”1. Dessa forma, Deus torna-se ao mesmo tempo o objetivo e o princípio do conhecimento de si. Sendo assim, viver uma simples observação de si, por mais intensa e profunda que seja, se não for para proporcionar um maior amor a Deus e aos irmãos, não tem sentido em si mesmo.
Ao mesmo tempo, somente em Deus o homem tem a luz necessária para se conhecer e recebe dele a graça para corresponder ao Seu amor. Isso se dá, pois o homem, imagem e semelhança do Pai, foi criado para participar da vida de Deus e de Seu amor. Com isso, somente quando o homem está em Deus ele encontra o caminho para si próprio. E essa luz, que vem do Senhor, é fonte não somente de conhecimento de mecanismos interiores, mas também é possibilidade de aceitação de quem somos diante d’Ele. Trata-se de uma espécie de revelação feita por Ele a nós mesmos: descobrimos, a cada dia, quem somos diante de Deus. Isso é fundamental! Santa Teresinha do Menino Jesus e a Santa Face, que compreendeu essa verdade profunda, afirmou: “Eu sou aquilo que Deus pensa de mim”.
A explicação disso pode parecer, à primeira vista, um tanto quanto complicada, mas, na realidade, é mais simples do que parece. Segundo Santa Teresa, sendo Deus fonte da ordem e da verdade, esses dois elementos precisam constituir a base de nossa relação com Ele. E com isso, essa relação deve, ao mesmo tempo, manifestar o que Ele é e o que nós somos. Ora, Deus é o Criador de todas as coisas, ser infinito, “Aquele que é” (cf. Ex 3, 14). Nós, seres finitos e criaturas d’Ele, dependentes d’Ele em tudo. Entre Deus e nós um abismo infinito nos separa. Um abismo que só pode ser “diminuído” se estivermos n’Ele, socorridos por Sua graça. E essa experiência com o Senhor nos revela quem somos, pois ao olhar para este abismo, a alma aprende, através de uma impressão vaga, porém real, quem ela é diante do infinito. Vejamos que se trata muito mais de um dom divino do que simplesmente o resultado de esforços pessoais. O esforço para se perceber e identificar nossa verdade é importante. Porém, todo esse trabalho precisa estar submetido a Deus e ser guiado por Ele. Santa Teresa considera como que revestidas de uma certa realeza as almas que, tendo feito essa experiência de Deus, perceberam algo deste abismo do infinito divino, fruto de um instante vivido nesta iluminação sob a influência do amor divino.
Como fruto dessa experiência vivida sob ação da graça, o homem vai progressivamente tomando conhecimento de quem é e de sua condição de criatura pobre e dependente. É dessa maneira que devemos compreender a posse de nós mesmos: conhecimento do tudo de Deus e do nada do homem. Assim, conhecemos o que somos e o que devemos nos tornar. À medida que conhecemos cada vez mais quem somos, com nossas fraquezas, necessidades, dons e qualidades, passamos a ter uma visão mais real e verdadeira de nós mesmos. Isso é o que Santa Teresa chama de humildade: porque “ (…) sendo Deus a suma Verdade, e a humildade andar na verdade, eis a razão de sua importância.”2. Essa humildade gerada na alma acaba nos centrando na verdade a cerca de nós mesmos, e nos permite nos posicionarmos de maneira mais justa nas nossas relações com os outros. Com isso, naturalmente estamos mais abertos e aptos para acolhê-lhos e amá-los em Deus.

André Botelho

ESPERAMOS Ó CRISTO VOSSA VINDA GLORIOSA !

Deus quer que vivamos assim, neste estado de vigilância, de prontidão, sem medo nem receio. Que sejamos como aquele servo que está alegre, porque o Senhor está voltando. E porque ele O ama, alegra-se com Sua volta.
Em geral, nós cristãos católicos temos medo da volta do Senhor. No entanto, isso não deve ser assim de modo algum. Bem sabemos que, quando o Senhor voltar, se completará plenamente a redenção e a salvação de toda a humanidade.
Tudo será resgatado, redimido, levado à plenitude, e Jesus será infinitamente glorificado. A vinda do Senhor será algo realmente glorioso.
Muitas vezes, olhamos apenas para o fato de que Ele virá para nos julgar. Sim, Ele também nos julgará, mas se tememos a Deus, não devemos ter medo de nada. Pertencemos a Ele, fazemos parte da Sua família, daqueles que vão glorificar a vitória de Jesus
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

SANTA ISABEL DA HUNGRIA ´PADROEIRA DA ORDEM TERCEIRA FRANCISCANA

Hoje celebramos a memória de uma mulher de Deus, que devida sua vida de santidade teve o seu nome em muitas instituições de caridade e foi declarada como Padroeira da Ordem Terceira Franciscana. Isabel era filha de André, rei da Hungria, e nasceu num tempo em que os acordos das nações eram selados com o casamento. No caso de Isabel, ela fora prometida a Luís IV (duque hereditário da Turíngia) em matrimônio, um pouco depois de seu nascimento em 1207.
Santa Isabel foi morar na corte do futuro esposo e lá começou a sofrer veladas perseguições por parte da sogra que, invejando o amor do filho para com a santa, passou a caluniá-la como esbanjadora, já que tinha grande caridade para com os pobres. Mulher de oração e generosa em meio aos sofrimentos, Isabel sempre era em tudo socorrida por Deus. Quando já casada e com três filhos, perdeu o marido numa guerra e foi expulsa da corte pelo tio de seu falecido esposo, agora encarregado da regência.
Aconteceu que Isabel teve que se abrigar num curral de porcos com os filhos, até ser socorrida como pobre pelos franciscanos de Eisenach, uma vez que até mesmo os mendigos e enfermos ajudados por ela insultavam-na, por temerem desagradar o regente. Ajudada por um tio que era Bispo de Bamberga, Isabel logo foi chamada para voltar à corte, e seus direitos, como os de seus filhos, foram reconhecidos, isto porque os companheiros de cruzada do falecido rei tinham voltado com a missão de dar proteção à Isabel, pois nisto consistiu o último pedido de Luís IV.
Santa Isabel não quis retornar para Hungria; renunciou aos títulos, além de entrar na Ordem Terceira de São Francisco. Fundou um convento de franciscanas em 1229 e pôs-se a servir os doentes e enfermos até morrer, em 1231, com apenas 24 anos num hospital construído com seus bens.
Santa Isabel da Hungria, rogai por nós!
Que tenhamos a coragem de nos consumir de amor por Jesus. Ainda não fizemos nada, podemos fazer muito mais. Deus nos espera!
Senhor, desejo fazer o melhor e com mais qualidade! Obrigado Jesus, pode toma-se minha vida em Tuas mãos, guia-me, Senhor. Amem!
Padre Roger Luis

Que tenhamos a coragem de nos consumir de amor por Jesus. Ainda não fizemos nada, podemos fazer muito mais. Deus nos espera! 
Senhor, desejo fazer o melhor e com mais qualidade! Obrigado Jesus, pode toma-se minha vida em Tuas mãos, guia-me, Senhor. Amem!

DAI-ME TUA FORÇA SENHOR

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Senhor… Me ensina a esperar pelo Teu tempo.
Segura firme minha mão e aumenta minhas forças na caminhada da vida.
Me conduz pelo melhor caminho guiando meus passos.
Me protege de todo mal. Aumenta minha fé e renova cada dia a minha confiança em Ti.
Quando a dúvida chegar à mente, Deus me esclareça.
Quando a dor chegar ao coração, Deus me conforte
Quando as lágrimas chegarem aos teus olhos, Deus me console.
Quando os pés vacilarem, Deus me dê firmeza.
Quando o desconhecido te surpreender, Deus me tranquilize. Quando os horizontes escurecerem, Deus me ilumine.
Que este dia seja um dia de luta, mas seguro em tuas mãos !
Padre Wagner Baia