segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A ORIENTAÇÃO SEXUAL NA ADOLESCÊNCIA
A orientação sexual na adolescência ganha cada vez mais importância. Mais do que transmitir que sexo por sexo é fuga e sexo com consciência é amor, discutir as formas de relacionamento entre adolescentes é também uma das grandes preocupações da sociedade. Causa estranheza observar o descaso e o desrespeito com que o assunto ainda é tratado. Nem é preciso ser um especialista para perceber a discrepância das atitudes.
A sociedade vem se preocupando em proporcionar segurança e liberdade sexual para os adolescentes, mas não consegue orientar adequadamente os representantes do futuro da nação sobre o assunto. Isso sem contar a forma com que o tema é tratado na mídia, principalmente em novelas, filmes nacionais e em programas de auditório. Sem contar que, associada à distribuição gratuita dos preservativos e da abortiva “pílula do dia seguinte”, a liberdade de atos sexuais entre adolescentes torna-se cada vez mais normal, como um incentivo à promiscuidade.
O ser humano não deve ser considerado apenas como um corpo. Sua alma necessita de afago. A simples promoção de sexo acintoso, sem responsabilidade e sem compromisso, também incita consequências trágicas como milhões de meninas gerando filhos, sendo violentadas, prostituindo-se à beira das estradas, crianças abandonadas por pais e mães despreparados para formar uma família e postadas em faróis à procura do sustento de cada dia. É claro, quem planta vento colhe tempestades.
A moral e a ética exigem que ensinemos aos jovens o autocontrole de suas paixões intensas. Que devem vencer a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis com atos responsáveis e não pelo uso da camisinha. João Paulo II assim se expressou sobre a camisinha: “Além de o uso de preservativos não ser 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana […]. O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo […]. O preservativo oferece uma falsa ideia de segurança e não preserva o fundamental”.
A sociedade vem se preocupando em proporcionar segurança e liberdade sexual para os adolescentes, mas não consegue orientar adequadamente os representantes do futuro da nação sobre o assunto. Isso sem contar a forma com que o tema é tratado na mídia, principalmente em novelas, filmes nacionais e em programas de auditório. Sem contar que, associada à distribuição gratuita dos preservativos e da abortiva “pílula do dia seguinte”, a liberdade de atos sexuais entre adolescentes torna-se cada vez mais normal, como um incentivo à promiscuidade.
O ser humano não deve ser considerado apenas como um corpo. Sua alma necessita de afago. A simples promoção de sexo acintoso, sem responsabilidade e sem compromisso, também incita consequências trágicas como milhões de meninas gerando filhos, sendo violentadas, prostituindo-se à beira das estradas, crianças abandonadas por pais e mães despreparados para formar uma família e postadas em faróis à procura do sustento de cada dia. É claro, quem planta vento colhe tempestades.
A moral e a ética exigem que ensinemos aos jovens o autocontrole de suas paixões intensas. Que devem vencer a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis com atos responsáveis e não pelo uso da camisinha. João Paulo II assim se expressou sobre a camisinha: “Além de o uso de preservativos não ser 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana […]. O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo […]. O preservativo oferece uma falsa ideia de segurança e não preserva o fundamental”.
Devemos incentivar a formação de famílias com conceitos, raízes e sentimentos puros e morais. Conservadora ou não, a família é o sustento do espírito e a fonte de conforto nos anseios individuais.
A sociedade, de maneira geral, deve ter mais cuidado com o que simplesmente “controla a transmissão de doenças e evita filhos indesejados”. Ela deve transmitir princípios e valores por intermédio da orientação, em busca do resgate das origens e do respeito à moral e à ética.
A satisfação do sexo não está restrita ao corpo, ela deve estar atrelada ao coração, espírito e mente.
A satisfação do sexo não está restrita ao corpo, ela deve estar atrelada ao coração, espírito e mente.
Felipe Aquino
ESCUTEMOS A VOZ DA NOSSA CONSCIÊNCIA
“Na intimidade da consciência, o homem descobre uma lei. Ele não a dá a si mesmo. Mas a ela deve obedecer. Chamando-o sempre a amar e fazer o bem e a evitar o mal, no momento oportuno a voz desta lei soa aos ouvidos do coração… É uma lei inscrita por Deus no coração do homem… A consciência é o núcleo secretíssimo e o sacrário do homem onde ele está sozinho com Deus e onde ressoa sua voz” (Catecismo da Igreja Católica, n. 1776).
Não há ninguém mais verdadeiro conosco do que nós mesmos. Mesmo quando mentimos para as pessoas, ao colocarmos a cabeça no travesseiro, a voz da nossa consciência far-se-á ouvir, nos mostrando a verdade dos fatos.
Muitas pessoas fogem do silêncio, porque não querem ouvir a voz da consciência. No entanto, quanto mais nos deixarmos guiar pela voz da nossa consciência, mais livres seremos. Para que isso aconteça, precisamos pedir a ajuda do Espírito Santo de Deus, que nos conhecre mais que nós mesmos.
Façamos as pazes com a nossa consciência.
Jesus, eu confio em Vós
Luzia S antiago
Não há ninguém mais verdadeiro conosco do que nós mesmos. Mesmo quando mentimos para as pessoas, ao colocarmos a cabeça no travesseiro, a voz da nossa consciência far-se-á ouvir, nos mostrando a verdade dos fatos.
Muitas pessoas fogem do silêncio, porque não querem ouvir a voz da consciência. No entanto, quanto mais nos deixarmos guiar pela voz da nossa consciência, mais livres seremos. Para que isso aconteça, precisamos pedir a ajuda do Espírito Santo de Deus, que nos conhecre mais que nós mesmos.
Façamos as pazes com a nossa consciência.
Jesus, eu confio em Vós
Luzia S antiago
domingo, 25 de setembro de 2011
A INFLUENCIA DA FÉ NA NOSSA VIDA
O missionário diz que as lutas no seu dia a dia, nos seus relacionamentos, na sua família, no seu trabalho e a busca constante de viver pela fé são lutas e desafios difíceis. “A fé vai mais longe que os simples dados empíricos ou históricos, e é capaz de apreender o mistério da pessoa de Cristo na sua profundidade”, disse Papa Bento XVI na homilia de encerramento da Jornada Mundial da Juventude de 2011.
"A fé é um dom de Deus e esse dom dentro de cada um de nós precisa se consolidar e crescer. É assim que precisamos viver, com a perspectiva de uma fé que cria raízes, alicerce, consolidada e sólida, que cresce sempre para o alto, ou seja, para Deus", diz o missionário.
"Eis a influência da fé em nossa vida, quando nós vivemos na fé e pela fé, buscando ter uma intimidade com Deus, nos tornamos pessoas sólidas, consolidadas, crescidas e maduras", afirma.
"A fé é um antegozo de conhecimento que nos tornará bem-aventurados na vida futura.” (Santo Tomás de Aquino).
O consagrado encerra o programa desta semana com a seguinte mensagem: "Quando você se deixa ser conduzido pela fé e a abraça com toda a força que há no seu coração, na sua alma e na sua mente, quando você não vive apenas pela razão, mas vive como um homem e uma mulher de fé, você experimenta aqui nesta vida esse antegozo do conhecimento e dessa intimidade com Deus, que o tornará bem-aventurado na vida futura.
Assim como é possível reconhecer um animal pela pegada, os sinais do céu e da lua não podem ter sido feitos pelo homem. Eis a fé: aquele que vive pela fé reconhece na humanidade e nos sinais aqueles que são sinais de Deus. Viva pela fé, deixe-se influenciar pela fé e viva tocando nos sinais e nos rastros de Deus na sua vida.
"A fé é um dom de Deus e esse dom dentro de cada um de nós precisa se consolidar e crescer. É assim que precisamos viver, com a perspectiva de uma fé que cria raízes, alicerce, consolidada e sólida, que cresce sempre para o alto, ou seja, para Deus", diz o missionário.
"Eis a influência da fé em nossa vida, quando nós vivemos na fé e pela fé, buscando ter uma intimidade com Deus, nos tornamos pessoas sólidas, consolidadas, crescidas e maduras", afirma.
"A fé é um antegozo de conhecimento que nos tornará bem-aventurados na vida futura.” (Santo Tomás de Aquino).
O consagrado encerra o programa desta semana com a seguinte mensagem: "Quando você se deixa ser conduzido pela fé e a abraça com toda a força que há no seu coração, na sua alma e na sua mente, quando você não vive apenas pela razão, mas vive como um homem e uma mulher de fé, você experimenta aqui nesta vida esse antegozo do conhecimento e dessa intimidade com Deus, que o tornará bem-aventurado na vida futura.
Assim como é possível reconhecer um animal pela pegada, os sinais do céu e da lua não podem ter sido feitos pelo homem. Eis a fé: aquele que vive pela fé reconhece na humanidade e nos sinais aqueles que são sinais de Deus. Viva pela fé, deixe-se influenciar pela fé e viva tocando nos sinais e nos rastros de Deus na sua vida.
PERGUNTE TUDO A SEU SENHOR .ELE RESPONDERÁ
O próprio Jesus, aqui na terra, se fez uma ovelhinha do Pai, e perguntava tudo.
Por isso, nunca suponha nada! Pergunte tudo a seu Senhor. Ele responderá. O Senhor tem abundância de sabedoria para dar aos seus filhos. E quando começarmos a perguntar, quando começarmos a obter respostas do Senhor, saberemos afinal como educar os nossos filhos, como conduzir a nossa família, como nos portar diante do marido, diante da esposa. Vamos saber como nos comportar com o vizinho, com o patrão, diante do pároco, do Bispo, dos dirigentes da nossa paróquia, diante dos coordenadores do grupo de oração. Vamos saber agir diante dos nossos semelhantes, com as pessoas que estão sob nossos cuidados, no grupo de jovens, no grupo que dirigimos, vamos saber como nos conduzir.
Não porque tenhamos nos tornado sábios, mas porque a cada coisa que perguntamos ao Senhor, Ele irá nos respondendo, respondendo, respondendo.
Monsenhor Jonas Abib
Por isso, nunca suponha nada! Pergunte tudo a seu Senhor. Ele responderá. O Senhor tem abundância de sabedoria para dar aos seus filhos. E quando começarmos a perguntar, quando começarmos a obter respostas do Senhor, saberemos afinal como educar os nossos filhos, como conduzir a nossa família, como nos portar diante do marido, diante da esposa. Vamos saber como nos comportar com o vizinho, com o patrão, diante do pároco, do Bispo, dos dirigentes da nossa paróquia, diante dos coordenadores do grupo de oração. Vamos saber agir diante dos nossos semelhantes, com as pessoas que estão sob nossos cuidados, no grupo de jovens, no grupo que dirigimos, vamos saber como nos conduzir.
Não porque tenhamos nos tornado sábios, mas porque a cada coisa que perguntamos ao Senhor, Ele irá nos respondendo, respondendo, respondendo.
Monsenhor Jonas Abib
sábado, 24 de setembro de 2011
SENHOR CURA NOSSA CEGUEIRA ESPIRITUAL
A missionária inicia esse momento de reflexão e unção com a seguinte passagem bíblica: “Quando estavam saindo de Jericó acompanhava-os uma grande multidão. Nisso, dois cegos sentados à beira da estrada ouviram que Jesus estava passando. Gritaram: “Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!”. A multidão os repreendia para que se calassem. Mas eles gritavam ainda mais alto: “Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!” Jesus parou e os chamou, dizendo: “Que quereis que eu vos faça?” Eles disseram: “Senhor, que nossos olhos se abram!”. Jesus teve compaixão e tocou nos olhos deles. Imediatamente recuperaram a vista e passaram a segui-lo” (Mateus 20, 29-34).
Após a leitura, Salette inicia a oração: Senhor, tome toda a cegueira que trazemos e que nos impede de tomar a decisão certa. Quantas vezes temos que tomar uma decisão e por não enxergar a verdade dos fatos e das pessoas, por estarmos cegos espiritualmente, tomamos a decisão errada. Senhor, Filho de Davi, retire as escamas dos nossos olhos e tenha compaixão de nós. Senhor, liberte-nos da cegueira trazida pelo secularismo, pelo pecado, por leituras que muitas vezes contrariam Sua Palavra. Senhor, pedimos: toque-nos e que os nossos olhos se abram.
A missionária nos lembra que, às vezes, somos advertidos pelos nossos pais de que devemos abrir os olhos diante do namoro que temos, do nosso relacionamento, das coisas que temos feito e que ainda assim nossos olhos permanecem na cegueira. Por isso, ela nos aconselha a pedirmos ao Senhor, humildemente, perdão pelos nossos pecados e pelas escolhas erradas.
E encerra o programa nos incentivando a clamar a Jesus que cure de nossa cegueira para podermos vê-Lo e ver Sua vontade se realizando em nós. .
“Vem, Senhor Jesus, toque nossos olhos físicos e espirituais, pois precisamos do Senhor”, intercede a consagrada.
Após a leitura, Salette inicia a oração: Senhor, tome toda a cegueira que trazemos e que nos impede de tomar a decisão certa. Quantas vezes temos que tomar uma decisão e por não enxergar a verdade dos fatos e das pessoas, por estarmos cegos espiritualmente, tomamos a decisão errada. Senhor, Filho de Davi, retire as escamas dos nossos olhos e tenha compaixão de nós. Senhor, liberte-nos da cegueira trazida pelo secularismo, pelo pecado, por leituras que muitas vezes contrariam Sua Palavra. Senhor, pedimos: toque-nos e que os nossos olhos se abram.
A missionária nos lembra que, às vezes, somos advertidos pelos nossos pais de que devemos abrir os olhos diante do namoro que temos, do nosso relacionamento, das coisas que temos feito e que ainda assim nossos olhos permanecem na cegueira. Por isso, ela nos aconselha a pedirmos ao Senhor, humildemente, perdão pelos nossos pecados e pelas escolhas erradas.
E encerra o programa nos incentivando a clamar a Jesus que cure de nossa cegueira para podermos vê-Lo e ver Sua vontade se realizando em nós. .
“Vem, Senhor Jesus, toque nossos olhos físicos e espirituais, pois precisamos do Senhor”, intercede a consagrada.
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