TUDO COM JESUS NADA SEM MARIA
terça-feira, 29 de maio de 2012
TERÇO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Primeiro Mistério:
Na conta grande:
Neste primeiro mistério contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo desceu do seio de seu eterno Pai para vir ao mundo e livrar-nos com Sua morte santíssima da escravidão do pecado, a abrir-nos as portas do céu.
Neste primeiro mistério contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo desceu do seio de seu eterno Pai para vir ao mundo e livrar-nos com Sua morte santíssima da escravidão do pecado, a abrir-nos as portas do céu.
Nas contas pequenas:
Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento da Eucaristia, o fruto do ventre sagrado da Virgem puríssima (Dez vezes)
Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento da Eucaristia, o fruto do ventre sagrado da Virgem puríssima (Dez vezes)
Jaculatória:
Ó Jesus, Deus de bondade, da paz e Autor da vida, enchei nossos corações de vosso divino amor!
Ó Jesus, Deus de bondade, da paz e Autor da vida, enchei nossos corações de vosso divino amor!
Oração:
Santíssimo Jesus, pela infinita caridade com que quisestes sofrer a fraqueza humana para o nosso bem e nossa felicidade, nós Vos pedimos o perdão de nossas culpas e um amor para Convosco que abrase nosso coração de tal sorte que só procuremos a Vossa honra e a Vossa Glória.
Santíssimo Jesus, pela infinita caridade com que quisestes sofrer a fraqueza humana para o nosso bem e nossa felicidade, nós Vos pedimos o perdão de nossas culpas e um amor para Convosco que abrase nosso coração de tal sorte que só procuremos a Vossa honra e a Vossa Glória.
Segundo Mistério
Na conta grande:
Neste segundo mistério contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo nasceu no presépio de Belém, desprezado, pobre e desconhecido para nos merecer o Céu e ensinar-nos a desprezar as riquezas da terra e procurar só as do Céu.
Neste segundo mistério contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo nasceu no presépio de Belém, desprezado, pobre e desconhecido para nos merecer o Céu e ensinar-nos a desprezar as riquezas da terra e procurar só as do Céu.
Nas contas pequenas:
Bendito e louvado seja! (Dez vezes)
Bendito e louvado seja! (Dez vezes)
Jaculatória:
Ó Jesus Divino, nossa vida, nosso amor, enchei o nosso espírito de um verdadeiro fervor.
Ó Jesus Divino, nossa vida, nosso amor, enchei o nosso espírito de um verdadeiro fervor.
Oração:
Ó bondade infinita do meu Jesus, de infinita caridade e sabedoria, com que quisestes nascer sobre a terra, experimentando logo as tiranias do cego mundo para assim ensinardes aos vossos escolhidos e lhes conseguirdes a felicidade eterna, nós vos pedimos que purifiqueis os nossos corações do vil interesse por honras e riquezas caducas e os orneis dos puros sentimentos de que é dotado o Vosso, para que assim, desprezando tudo que é terreno, só a vós louvemos e amemos. Amém.
Ó bondade infinita do meu Jesus, de infinita caridade e sabedoria, com que quisestes nascer sobre a terra, experimentando logo as tiranias do cego mundo para assim ensinardes aos vossos escolhidos e lhes conseguirdes a felicidade eterna, nós vos pedimos que purifiqueis os nossos corações do vil interesse por honras e riquezas caducas e os orneis dos puros sentimentos de que é dotado o Vosso, para que assim, desprezando tudo que é terreno, só a vós louvemos e amemos. Amém.
Terceiro Mistério
Na conta grande:
Contemplemos neste mistério como Nosso Senhor Jesus Cristo na noite da Ceia institui este Sacramento de amor, repartindo entre Seus discípulos com Suas próprias mãos o seu Santíssimo Corpo, para os confortar e encher de amor e santidade.
Contemplemos neste mistério como Nosso Senhor Jesus Cristo na noite da Ceia institui este Sacramento de amor, repartindo entre Seus discípulos com Suas próprias mãos o seu Santíssimo Corpo, para os confortar e encher de amor e santidade.
Nas contas pequenas:
Bendito e louvado seja! (Dez vezes)
Bendito e louvado seja! (Dez vezes)
Jaculatória:
Bom Jesus, nós vos louvamos no sacramento do Amor; sede sempre para nós um compassivo Senhor!
Bom Jesus, nós vos louvamos no sacramento do Amor; sede sempre para nós um compassivo Senhor!
Oração:
Santíssimo Jesus e Bom Pastor de nossas almas, pela infinita caridade com que Vós quisestes deixar sacramentado para nosso socorro, amparo e consolação, nós vos pedimos que não consintais que nossos corações tenham amor e interesse mais do que a Vossa Honra e a Vossa Glória. Amém.
Santíssimo Jesus e Bom Pastor de nossas almas, pela infinita caridade com que Vós quisestes deixar sacramentado para nosso socorro, amparo e consolação, nós vos pedimos que não consintais que nossos corações tenham amor e interesse mais do que a Vossa Honra e a Vossa Glória. Amém.
Quarto Mistério
Na conta grande:
Contemplemos neste mistério como Nosso Senhor Jesus Cristo, justamente no dia em que instituiu o Sacramento augusto de Seu Santíssimo Corpo, foi ofendido pelo pérfido Judas, que não temeu recebê-lo indignamente.
Contemplemos neste mistério como Nosso Senhor Jesus Cristo, justamente no dia em que instituiu o Sacramento augusto de Seu Santíssimo Corpo, foi ofendido pelo pérfido Judas, que não temeu recebê-lo indignamente.
Nas contas pequenas:
Bendito e louvado seja! (Dez vezes)
Bendito e louvado seja! (Dez vezes)
Jaculatória:
Bom Jesus, sejais Bendito, pois sois Nossa Redenção; sois toda nossa ventura. nosso amparo e nossa consolação.
Bom Jesus, sejais Bendito, pois sois Nossa Redenção; sois toda nossa ventura. nosso amparo e nossa consolação.
Oração:
Santíssimo Jesus, Mestre de paciência e bondade, pela mansidão e pelo sofrimento consentistes que Vosso indigno discípulo Vos recebesse sacrilegalmente. Pedimos que não permitais que nós pecadores sem a cândida estola da graça Vos recebamos, mas antes enchei-nos de uma grande pureza e perfeita caridade, para termos o prazer de muitas vezes comungar e louvar-Vos. Amém.
Santíssimo Jesus, Mestre de paciência e bondade, pela mansidão e pelo sofrimento consentistes que Vosso indigno discípulo Vos recebesse sacrilegalmente. Pedimos que não permitais que nós pecadores sem a cândida estola da graça Vos recebamos, mas antes enchei-nos de uma grande pureza e perfeita caridade, para termos o prazer de muitas vezes comungar e louvar-Vos. Amém.
Quinto Mistério
Na conta grande:
Contemplemos neste mistério como Nosso Senhor Jesus Cristo, depois de Sua ressurreição, apareceu a Seus discípulos confirmando-os na fé e nas verdades do Reino Eterno, prometendo-lhes mandar sobre eles o Divino Espírito Santo, para os encher de todas as virtudes.
Contemplemos neste mistério como Nosso Senhor Jesus Cristo, depois de Sua ressurreição, apareceu a Seus discípulos confirmando-os na fé e nas verdades do Reino Eterno, prometendo-lhes mandar sobre eles o Divino Espírito Santo, para os encher de todas as virtudes.
Nas contas pequenas:
Bendito e louvado seja! (Dez vezes)
Bendito e louvado seja! (Dez vezes)
Jaculatória:
Coração misericordioso de Jesus, tende misericórdia de nós!
Coração misericordioso de Jesus, tende misericórdia de nós!
Oração:
Ó bom Jesus, pelo inefável mistério da vinda do Espírito Santo sobre Vossos apóstolos e discípulos, nós vos pedimos que sejam cheias as nossas almas de Vossas santíssimas luzes, para acertarmos o caminho reto de Vos servir e amar, afim de termos a felicidade de sempre Vos louvar sobre a terra, e reinar Convosco no Céu, por todos os séculos.
Amém.
Ó bom Jesus, pelo inefável mistério da vinda do Espírito Santo sobre Vossos apóstolos e discípulos, nós vos pedimos que sejam cheias as nossas almas de Vossas santíssimas luzes, para acertarmos o caminho reto de Vos servir e amar, afim de termos a felicidade de sempre Vos louvar sobre a terra, e reinar Convosco no Céu, por todos os séculos.
Amém.
QUEM NÃO AMA NÃO CONHECE A DEUS
A grande graça para nós é amar e morrer amando. Mesmo se cumprirmos todos os Mandamentos da Lei de Deus, se não amarmos, isso de nada nos valerá.
Só conhecemos a Deus verdadeiramente se amamos a Ele e a nossos próximos. E um dos grandes frutos do amor é querer e fazer o bem ao outro.
O amor traduz-se em gestos concretos; lembremo-nos daquelas pessoas que nos causaram mal e peçamos ao Espírito Santo que nos aproxime delas e nos conceda a graça de amá-las e perdoá-las.
”Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. Quem não ama não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor” (I Jo 4,7-8).
Ao amarmos somos os primeiros beneficiados, porque o amor cura, liberta, restaura e nos conduz à plena liberdade. Olhemos para Jesus, que se entregou por amor a nós e sigamos o exemplo d’Ele.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago
TUDO MUDARÁ EM SUA VIDA COM A AJUDA DO ESPÍRITO SANTO
O que é ser batizado no Espírito Santo? Desde seu batismo, Deus está em você. O Pai, o Filho e o Espírito Santo estão em você. Mas não basta, pois é preciso que esse Deus, que está em você, venha à tona. De que adianta você ter um poço e não tirar água dele? Da mesma forma, de nada adianta Deus estar em você se Ele não se manifesta em sua vida. O batismo no Espírito Santo é isto: o Espírito, que já está em você, vem à tona. Como disse Jesus: “Do seu interior correrão rios de água viva” (Jo 7,38b).
A partir do batismo no Espírito Santo tudo começa a mudar!“Mandas teu espírito, são criados, e assim renovas a face da terra”(Sl 104,30).
Essa renovação da face da terra começa a partir da nossa renovação dia após dia. Essa renovação é carismática, pois é feita com as armas mais poderosas de Deus: os carismas, os dons do Espírito Santo. É só abrir o livro dos Atos dos Apóstolos e veremos quantas maravilhas!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
A partir do batismo no Espírito Santo tudo começa a mudar!“Mandas teu espírito, são criados, e assim renovas a face da terra”(Sl 104,30).
Essa renovação da face da terra começa a partir da nossa renovação dia após dia. Essa renovação é carismática, pois é feita com as armas mais poderosas de Deus: os carismas, os dons do Espírito Santo. É só abrir o livro dos Atos dos Apóstolos e veremos quantas maravilhas!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
segunda-feira, 28 de maio de 2012
O COMPANHEIRISMO NO CASAMENTO
É preciso colaborar com a felicidade do outro
É bem comum nas rodas de amigos, as pessoas dizerem que a esposa de fulano é quem manda na casa e quem dá a última palavra. Em outro extremo, ouvimos histórias de maridos que subjugam as esposas, fazendo-as suportar suas manias, pois é ele quem dá as ordens... Por um grande engano, a pessoa pode imaginar que tenha maiores poderes dentro de casa simplesmente pelo fato de manter financeiramente o lar, educar os filhos ou pagar as contas.
Em ambos os casos, temos o exemplo de casais cujos direitos foram usurpados pelo outro. Mas o que poderíamos fazer para tornar mais agradável e equilibrada a nossa convivência como casal?Ser um bom companheiro(a) no casamento (a) não significa que precisamos ser um espelho do outro, isso é fazer o que ele (a) faz ou ser alguém sem personalidade. No convívio conjugal precisamos demonstrar que estamos imbuídos do mesmo propósito de cultivar a felicidade. Apesar das diferenças de temperamento e de personalidade, comuns dentro do matrimônio, desejamos realizar o projeto de vida que também é aspirado pela outra pessoa.
Uma vez casados, fazemos parte de um time chamado “casamento” e uma maneira de demonstrar que assumimos, verdadeiramente, os compromissos conjugais com o outro é estarmos atentos às coisas que acontecem dentro de casa.
Se em um time de futebol cada jogador pensasse em si haveria uma grande disputa entre os atletas para fazer o gol. Mas para facilitar a realização daquilo que a equipe se propõe a cumprir é preciso pensar no coletivo, de modo que cada integrante contribua, com suas habilidades, com aquilo que foi almejado.
O mesmo deve ocorrer na vida conjugal, isto é, o casal já não pode pensar somente no interesse individual. Assim como um bom garçom precisa desenvolver a visão periférica, habituando-se a observar e responder prontamente ao simples aceno de seus clientes; marido e mulher precisam desenvolver uma capacidade semelhante com relação ao que o outro tem a relatar. Pois nem sempre os “acenos” do cônjuge serão tão explícitos como se espera.
Em certas situações queremos falar sobre algo que estamos vivendo para pedir ajuda a fim de lidar com o impacto emocional gerado por um problema. Isso não significa, necessariamente, que desejamos ter a dificuldade resolvida pelo (a) esposo (a). Sem perceber a intenção desse desabafo, o cônjuge pode responder coisas do tipo: “O que você quer que eu faça?”, “Isso não é problema meu…”, ” Eu o (a) avisei…”. Dependendo da maneira como falamos, isso pode causar uma discussão, e, certamente, não será o apoio que o outro gostaria de receber.
Em outros momentos podemos buscar somente a atenção do (a) esposo (a) para aquilo que está acontecendo na nossa vida… Muitas vezes, será necessário que ele (a) apenas ouça o que temos a dizer. Deste modo, passamos a ser para o (a) outro (a) apenas os ouvidos de um psicólogo.
De nossa parte, o cônjuge espera receber o respeito e a atenção ao problema que o (a) aflige sem sarcasmo ou ironia. Qualquer desatenção poderá abrir um precedente para que nosso (a) companheiro (a) comece a contar suas dificuldades a terceiros por lhe parecerem mais compreensivos; fazendo destes indivíduos confidentes.Quando colocamos a saúde do nosso casamento em primeiro lugar, estruturamos as bases da nossa família no amor e na fidelidade do companheirismo incondicional, exigido pelo casamento.
Lembremos que a nossa maior riqueza está na pessoa que assumimos como esposo (a). Por essa razão, trabalhemos no desenvolvimento das qualidades de nosso temperamento, porque elas tornam os relacionamentos mais fáceis. Sem deixar de considerar que até o mais perfeito dos cônjuges também poderá ter seus momentos intempestivos.
Dado Moura
O EVANGELHO COMO DIREITO DE TODOS
Ide, pois, ensinai todas as gentes
Agora queremos meditar um pouco sobre as palavras de despedida que Nosso Senhor dirigiu aos apóstolos, antes de Sua gloriosa Ascensão aos Céus: «Todo o poder me foi dado no céu e na terra. Ide, pois, ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinando-as a observar todas as coisas que vos mandei. Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo» (Mt 28,19-20). Essas palavras de Jesus são muito especiais, porque constituem o último recado que Ele deu aos Seus discípulos antes de ascender à direita do Pai. Geralmente, os últimos recados que damos quando partimos se referem às coisas que mais nos importam.
Essas palavras abrem-se com uma declaração da realeza universal de Jesus Cristo: «Todo o poder me foi dado no céu e na terra». Tal como no Apocalipse, aqui o Senhor Jesus se apresenta como «o Santo e o Verdadeiro, que tem a chave de Davi, que abre e ninguém fecha, que fecha e ninguém abre» (Ap 3,7). Essa declaração nos deve encher de confiança: se as coisas parecem confusas, se o mal parece vencer, podemos nos manter serenos na esperança, pois Jesus está no controle de tudo e, no final, veremos Sua vitória contra nossos inimigos
O segundo recado contido nessas palavras de Jesus é sobre o mandamento de ensinar o Evangelho a todas as gentes: «Ide, pois, ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos mandei». Talvez seja difícil para nós perceber isso, mas esse pedido de Cristo teve consequências extraordinárias e pareceu insólito para os homens da época. Nunca antes alguém havia proposto algo tão arrojado. Até onde sabemos, esta foi a primeira vez que, na história da humanidade, alguém disse existir algo que deveria ser levado a todas as pessoas em toda a Terra, sem distinção alguma, independentemente de sexo, raça ou condição social, estivessem ou não essas pessoas preparadas para receber esse bem – «Deus não faz acepção de pessoas» (At 10,34). Essa foi a primeira vez na história humana em que foi enunciada a existência de algo a que todos os homens têm direito.
A partir desse reconhecimento do direito de todos ao Evangelho, foi-se tomando consciência de que existem outros bens a que todos também têm direito. Esse foi o ponto inicial que permitiu a compreensão de que também a liberdade, a educação e a saúde, por exemplo, deveriam estar à disposição de todos.
Quando um cristão anuncia o Evangelho, ele não o faz como quem faz um favor, mas como quem entrega a outrem algo que lhe pertence, que é seu direito. De modo que, se acaso sonegasse aos homens o Evangelho, julgaria haver cometetido uma injustiça: «Ai de mim, se eu não evangelizar» (I Cor 9,16).
Por final, o terceiro recado da mensagem visa novamente reforçar nossa confiança no auxílio e na presença do Cristo: «Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo». Jesus continua presente na Igreja pela fé e especialmente pela Eucaristia.
Celebremos, pois, nesse espírito a Ascensão do Senhor, meditando com especial atenção esses últimos recados que Jesus, antes de partir, deixou a Seus discípulos!
Rodrigo R. Pedroso
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