quinta-feira, 3 de maio de 2012

TESTEMUNHAS DE CRISTO

Viver coerentemente a nossa fé católica

Jesus, novamente, vai ao encontro dos Seusdiscípulos-apóstolos e lhes deseja a paz! "A paz esteja convosco!"
Jesus demonstra, com a Sua presença física, depois da Ressurreição, que está vivo. Ele, diante de Seus discípulos atônitos e medrosos, pede que eles coloquem as mãos em Suas chagas e em Seu lado e vejam, com fé, que Ele está vivo, que Ele venceu a morte e ressuscitou, verdadeiramente, em Corpo e Alma.
Ao partir o pão, os discípulos, despertados de sua incredubilidade, O reconhecem e são convocados pelo próprio Cristo Ressuscitado a dar testemunho d'Ele a todo o mundo. Jesus, ao pregar a conversão e o perdão dos pecados, nos convida a viver intensamente o mistério da nossa fé trinitária: se o batismo nos purifica de nossos pecados, é na vivência dominical do Sacramento da Eucaristia em que nós reconhecemos, recebemos, comungamos e testemunhamos Jesus Cristo Ressuscitado.
Nós não vemos Jesus fisicamente. Mas nós cremos que o Senhor está presente nos sinais do pão e do vinho consagrados, que se tornam o Corpo e o Sangue do Senhor Jesus Ressuscitado. Jesus, tendo sido injustamente condenado à morte, ressuscitou da morte. Como São Pedro nos ensinou a acreditar em Cristo Ressuscitado. Jesus, morto e ressuscitado, se manifestou aos discípulos e estes dão testemunho de que Cristo ressuscitou verdadeiramente.
Nós cristãos, que acreditamos e seguimos o Cristo Ressuscitado, devemos viver coerentemente a nossa fé católica. Viver e testemunhar uma fé no amor e no perdão ao próximo. Viver e praticar diariamente, não só exteriormente, os Mandamentos de Deus, porque não há separação entre fé e vida. A nossa fé é comunitária e devemos dar a dimensão ética social a ser testemunhada a todos os homens e mulheres de boa vontade, em todos os ambientes de nossa vida.Sejamos testemunhas credíveis de Jesus Cristo dando o testemunho de nossa vida cristã!
Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora(MG)

COMO ANDA O MUNDO Á NOSSA VOLTA ?

É preciso buscar o essencial

No mundo à nossa volta – na família, na paróquia, nas estruturas da sociedade, no coração e na vontade dos homens e das mulheres, sobretudo dos crentes – parece que se perdeu o norte, o sentido do essencial. Andamos descentrados, alienados, desfocados, desintegrados. Ficamos no acessório, no acidental, no periférico, no prazer fútil, na agitação da vida, no que agrada e satisfaz apetites e gostos. Não nos centramos no essencial. Temos que voltar a ele, pois só ele nos sacia, nos preenche, nos faz viver a alegria e a paz do Ressuscitado. Precisamos repensar a vida e as coordenadas do nosso ser e do nosso agir.
O essencial, que é invisível aos olhos do corpo, só se enxerga com os olhos da alma e do coração. E, para isso, precisamos do silêncio e do recolhimento que nos ajudam a ver em profundidade, a saborear os matizes da vida de Deus e do Seu amor em nós e à nossa volta. Parece que a beleza da natureza, o rosto bonito da criança ou as rugas da face do idoso já não nos falam da vida, do amor criador, do encanto que nos extasia. Estamos a ficar vazios de valores éticos, valores religiosos, valores da arte e da técnica, que vêm de Deus Criador. Daí a urgência de voltar à oração e à contemplação, para que a alma descubra o essencial e se deixe conduzir por ele. Daí o recolhimento e o deserto na cidade, na vida cotidiana, para nos centrarmos na loucura apaixonada do amor de Deus. É que não nos damos conta do amor, não nos deixamos envolver por ele, não o desejamos como paradigma da vida, não nos encantamos e extasiamos com ele. Precisamos de buscar o essencial.
O mundo à nossa volta perdeu o sentido da esperança porque não reza, não se deixa envolver por Deus, não se alimenta da Palavra. E sem esperança, que é algo de essencial, andamos todos mais tristes, mais vazios de sentido para a vida e para o futuro, andamos alienados. Sem esperança, e Jesus Ressuscitado é a nossa esperança, ensina-nos São Paulo, ficamos uma «barata tonta», sem gosto de viver, sem sentido do caminho a percorrer, sem encanto que nos faça arder o coração, sem fogo na alma. Um desesperado é triste, vive amargurado, tem um rosto doentio, o coração vazio do essencial. Precisamos de ser sentinelas da esperança, buscando o essencial da vida… Sem desânimo, sem pessimismo, mesmo em meio à crise de valores, à crise econômica, às muitas crises da vida.
O mundo à nossa volta perdeu o sentido do pecado.Tudo se pode fazer, pensar, realizar, passando o mal a ser bem, sem critérios de verdade, de justiça, de dignidade humana. Parece que já não importa matar o próximo, matar milhões de crianças praticando o aborto, esse crime abominável. Parece que já não se distingue a grandeza da castidade levada a sério, tomando com amor puro os compromissos assumidos diante de Deus e da Igreja. Como parece não ter valor o sacramento da reconciliação, celebrado e vivido com empenho e seriedade, como necessidade da consciência de que somos pecadores e de que o pecado precisa de ser perdoado.
Buscar o essencial deve significar, sempre, mesmo para aqueles que têm repugnância e dificuldade, estar numa atitude de filial obediência à Igreja, às suas normas, às suas orientações. A norma não é o que eu ou nós achamos, mas o «essencial» está na Mãe e Mestra que nos dá a graça de uma doutrina assumida na abertura ao Espírito Santo de Deus. Não fazemos a nossa lei, mas saibamos aderir ao que a Esposa de Cristo, com a autoridade dada por Ele, nos manda ou propõe. Não é este bispo ou padre que determina a norma geral da Igreja, mas o Papa, com a autoridade de São Pedro. E nós, sacerdotes, em filial docilidade ao Espírito, temos que assumir os compromissos renovados na Missa Crismal de Quinta-Feira Santa. Como afirmou o Papa na Missa desse dia, a renovação da Igreja, tão necessária e tão desejada por Jesus, nasce da obediência aos compromissos assumidos.

Os grandes inimigos da Igreja estão cá dentro, quando somos infiéis e não reconhecemos o nosso mau proceder, não temos humildade para assumir o nosso pecado, nem desejamos mudança e conversão, e nos pomos numa atitude de revolta contra a autoridade, de cedência nos grandes valores evangélicos, na falta sistemática de oração, de comunhão, de amor fraterno.
Buscar o essencial é voltar às fontes, às origens do nosso ser cristão e do nosso compromisso de consagrados levado a sério, com coragem, determinação e audácia. Sabendo que somos pecadores, frágeis, mas ter a ousadia santa de chamar mal ao mal, pecado ao pecado, infidelidade à infidelidade. O essencial é uma Pessoa, o Senhor Jesus Cristo, a Sua Palavra, as Suas bem-aventuranças, as Suas normas, o Seu amor, a Sua maneira de agir que deve pautar a nossa maneira de agir sempre e em tudo. Buscar o essencial é o caminho da santidade de vida, da integridade do nosso ser de homens e de cristãos, o caminho da fidelidade que passa pela retidão, a honestidade, a grandeza de alma, a nobreza de sentimentos.
Buscar o essencial é o único caminho que nos conduzirá à felicidade, que só Deus e a Sua graça podem dar. Não os falsos ou fúteis contentamentos que nos tocam, mas não enchem alma e o coração. Só se é feliz em Deus e na Sua vontade. Só se é feliz quando se é fiel. E a fidelidade nos é traçada pela boa consciência formada com os critérios da Palavra e da Igreja. O pecado, mesmo quando dá gozo e prazer, não dá felicidade nem alegria interior. Só a busca sincera e humilde do essencial é que nos dignifica e nos faz felizes com Deus e em Deus.
Buscar o essencial é encontrar alimento e norma de vida, grandeza de alma e de dignidade pessoal, na palavra do Papa Paulo VI quando, em Fátima, nos disse: «Homens, sede homens». Olhemos o mundo à nossa volta. Onde há crime, roubo, suborno, mentira, injustiça, calúnia, depravação moral e sexual não há «homens». Não há «mulheres», na dignidade das suas pessoas e dos seus atos, dos seus critérios, das suas opções e das suas vidas. E assim o essencial não se vive, não se descobre, não é norma de felicidade verdadeira e de dignidade que nos levam a caminhar para Deus e para a santidade. Busquemos o essencial.
 Padre Dário Pedroso, s.j

HÁ UM MILAGRE ACONTECENDO AGORA !

Deus está mais perto do que você pode imaginar

Os tempos atuais trazem uma verdade avassaladora: apesar de todo avanço tecnocientífico, nossa geração pós-moderna ainda crê, precisa e espera por milagres. Quando um médico diz que já fez todo o possível por um paciente terminal e que agora é preciso ‘algo acontecer’, significa que está esperando o que chamamos de ‘milagre’. Um milagre é uma intervenção fora do comum, que muda uma situação negativa ou algo maravilhoso, prodigioso. Para muita gente, hoje em dia, não importa muito ‘quem’ faz o milagre. O importante é ser sortudo o bastante para ser alcançado por essa graça extraordinária. Essa é uma visão ‘comercial’ do sobrenatural. Há pessoas que falsificam milagres e/ou os atribuem a si mesmas, a poderes ocultos ou até mesmo a alguém a quem eles chamam de Jesus.
Nos tempos de Jesus Cristo, vários de Seus feitos delimitaram o nosso entendimento conceitual de milagre: ressuscitar mortos, devolver a vista a cegos (de nascença também!), brindar mobilidade a aleijados , restituir a fala a mudos e audição a surdos, além de caminhar sobre a água, acalmar as intempéries da natureza e voltar à vida depois de 3 dias no sepulcro, entre outros. O Evangelho traz o episódio em que Jesus fica ‘chateado’ com uma população que não se converteu mesmo apesar dos sinais milagrosos realizados no meio deles.
É certo que o Senhor não fez ‘todos’ os milagres num mesmo lugar, mas os que Ele fez seriam suficientes para ‘mudar o coração’ daquela gente. Como isso não aconteceu, Jesus diz que eles terão um triste fim: “Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas teriam arrependido sob o cilício e a cinza. (…) Se Sodoma tivesse visto os milagres que foram feitos dentro dos teus muros, subsistiria até este dia. Por isso te digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Sodoma do que para ti!” (Cf. Mt. 11, 21.23s).
Talvez você nunca tenha sido alvo de algum milagre extraordinário ainda. Ou quem sabe nem tenha tido a oportunidade de presenciar algum. Sabemos que Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre (cf. Heb 13,8). Ele continua operando milagres e não é pecado esperar ou pedir algum para si. Mas o fato é que muitos milagres acontecem ainda hoje, alguns estão acontecendo exatamente agora enquanto você lê este texto.
Gostaria de perguntar se você já parou para pensar nos milagres cotidianos que experimentamos. Um pouco de conhecimento e você perceberá que estamos rodeados de milagres extraordinários que talvez passem despercebidos. Para nós católicos é extraordinário pensar que um simples homem pecador, investido da força da Graça sobrenatural do Sacerdócio, pronuncie as palavras que Jesus pronunciou e um pedaço de pão e um pouco de vinho se transformem no Corpo e Sangue do próprio Cristo…
Mas se para você é complicado pensar nisso, analise, por exemplo, o fato dos milagres do macrocosmo: nosso planeta está tão bem posicionado em sua distância com relação ao sol que se estivesse noutra posição ou torraríamos de calor ou congelaríamos pelo frio. A situação não para se formos para o microcosmo: a água que temos aqui é tão bem ‘feita’ que se as medidas moleculares de Hidrogênio e Oxigênio são perfeitas para nossa sobrevivência! Uma molécula a mais ou a menos bastaria para que perdêssemos uma condição essencial para a sobrevivência. A quantidade de sangue que circula em nossas veias é exata para que nosso corpo consiga sobreviver. Mexa nesse equilíbrio e a vida se extinguiria num piscar de olhos.
Olhe ao seu redor e reconheça outros tantos milagres: num planeta com mais de 6 bilhões de habitantes, as pessoas que estão ao seu redor são únicas e irrepetíveis. Se você convive com gente desagradável, sinto muito. Mas se você tem pessoas queridas e dignas de todo amor ao seu lado, se você conheceu ou conhece pessoas às quais tem o privilégio de chamar ‘amigas’, isso tudo é um milagre. Ninguém poderia substituir o lugar dessas pessoas. É um milagre que, entre bilhões de pessoas no mundo, você tenha se encontrado com essa aí que está ao seu lado: seu marido, sua esposa, seu filho. Sim, se fosse outra pessoa, provavelmente você a amaria também, mas, com certeza, não do jeito que ama essa aí! O sol, que nasceu nesta manhã, poderia não ter nascido. A lua que ilumina esta noite poderia não ter brilho. Pare para pensar! Você está rodeado de milagres e tem algum acontecendo agora perto de você! Quem fez tudo isso? O poder público? Os avanços científicos? Algum patrocinador milionário? A sorte?
Deus está mais perto do que você pode imaginar. E quando o Altíssimo se aproxima, milagres acontecem. Hoje o Senhor o ajuda a ‘enxergar’ coisas que sempre estiveram ao seu redor, mas que talvez você não tenha conseguido detectá-las. Sinta-se envolvido por milagres. Deixe-se convencer pelo poder de Deus Pai. Considere-se uma pessoa feliz por ter a experiência da soberana potência do Senhor. Tome decisões a partir dessa certeza. Assuma novos comportamentos guiado por essa maravilha. Cabe a você escolher de que lado quer estar: entre aqueles que se rendem ao Senhorio de Jesus ou entre aqueles que, mesmo depois de tantos milagres, ainda resistem e se revoltam (cf. Mt. 11, 21-23s). Reflita um pouco sobre isso!
Padre Delton Filho

quarta-feira, 2 de maio de 2012

BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II COMPLETA 1 ANO


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João Paulo II ficou marcado por sua espontaneidade, simpatia, por ser um homem de profunda oração e grande amor pela vida humana
Há exatamente um ano, o Papa João Paulo II era beatificado por seu sucessor, Bento XVI, na Praça São Pedro, no Vaticano. A cerimônia, considerada uma das maiores da história da Igreja pelo número de pessoas, contou com a presença de cerca de um milhão e meio de peregrinos.
"João Paulo II é Beato pela sua forte e generosa fé apostólica", afirmou o Papa Bento XVI na cerimônia de beatificação, em 1º de maio de 2011. "Com o seu testemunho de fé, de amor e de coragem apostólica, acompanhado por uma grande sensibilidade humana, este filho exemplar da Nação Polaca ajudou os cristãos de todo o mundo a não ter medo de se dizerem cristãos, de pertencerem à Igreja, de falarem do Evangelho. Numa palavra, ajudou-nos a não ter medo da verdade, porque a verdade é garantia de liberdade", ressaltou.
O pregador da Casa Pontíficia desde 1980, frei Raniero Cantalamessa recordou, em entrevista à Canção Nova, os anos em que pregou para João Paulo II. "Eu tive o privilégio de, por 25 anos, pregar para este Papa, às sexta-feiras, durante a Quaresma... A primeira coisa que me impressionava em João Paulo II era sua humildade. Ele, o Papa, o mestre de toda a Igreja, encontrava tempo para escutar a pregação de um simples sacerdote", disse.

O frade relembra que, em uma ocasião, João Paulo II estava cumprindo uma visita apostólica na América Latina e por isso não pôde participar de duas pregações. "Quando voltou, veio a mim para pedir desculpas por ter faltado (...) Quantas vezes pedimos desculpas ao pároco de ter faltado na homilia de Domingo?", refletiu.

Outra característica de João Paulo II, destacada por Frei Cantalamessa, era sua capacidade de interiorização diante do Sagrado. "[Mesmo] quando estava sob o olhar de todas as câmeras do mundo se podia ver que ele mantinha um diálogo com um interlocutor invisível".

"[Ele] era uma pessoa extraordinária... como tantos sou muito feliz por esta glorificação de João Paulo II", destaca o frade capuchinho.

Apesar de ter apenas um ano como beato, os testemunhos de graças alcançadas por intercessão de João Paulo II são vários. O postulador da causa de canonização de João Paulo II, padre Slawomir Oder, disse recentemente que tem recebido numerosas indicações de graças atribuídas ao papa polonês, algumas seguramente interessantes.

Em breve, esses testemunhos serão submetidos a um estudo aprofundado para verificar a autenticidade e verificar se de fato poderão ser considerados milagres .    

Segundo padre Oder, o processo está dependendo da confirmação de um "novo milagre" para ser concluído, com isso, João Paulo II será declarado santo

QUAL É A MISERICÓRDIA HUMANA?

Para receber a misericórdia devemos ser misericordiosos “‘Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia’. É suave a palavra misericórdia, meus irmãos. E se a palavra assim é, o que não será a realidade?
Apesar de todos a desejarem, não agem de modo a merecer recebê-la, o que é mau. De fato, todos querem receber a misericórdia, mas poucos querem dá-la.
Ó homem, com que coragem queres pedir aquilo que finges dar! Deve, portanto, conceder misericórdia aqui na terra quem espera recebê-la no céu. Por isso, irmãos caríssimos, já que todos queremos misericórdia, tenhamo-la por padroeira neste mundo, para que nos liberte no futuro. Há no céu uma misericórdia a que se chega pelas misericórdias terrenas. A Sagrada Escritura assim diz: ‘Senhor, no céu, tua misericórdia’.
Qual é a misericórdia humana? Aquela, é claro, que te faz olhar para as misérias dos pobres. E a misericórdia celeste? Certamente a que concede o perdão dos pecados” (São Cesário de Arles, bispo).
Peçamos, hoje, ao Senhor, a graça de sermos misericordiosos, principalmente com os mais pobres e necessitados dessa graça.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago


ATÉ QUANDO VOCE VAI CONTINUAR PRESO AOS PECADOS


Deus quer rendimento, portanto, não investe à toa. Ele sabe que podemos render. E o que Ele investe em nós são Seus dons, os dons do Espírito Santo.

O Senhor quer o rendimento de Seus bens. Ele tirou do preguiçoso, do medroso e deu na mão daquele que tinha dez. E por que tinha dez? Porque trabalhou, investiu, fez mais que todos os outros. Rendeu. E o Senhor, apesar de o homem já ter dez moedas, lhe deu a outra, porque em suas mãos aquela moeda poderia produzir outras dez. Você está entendendo? Para ter de esperar o julgamento final por que você não se gastou agora pelo Reino?!

É tempo de se gastar, de morrer como o grão de trigo que passa pela morte para produzir muitos grãos. Morrer para se multiplicar; gastar-se para render ao máximo, salvando almas para o Reino de Deus. É o momento de investir com todas as forças nos talentos que recebemos!

A tática do demônio consiste em nos enredar nas teias da embromação. Assim, você acaba amarrado pelos pés e pelas mãos, pela mente e pelos sentimentos. Trata-se de uma teia igual à de uma aranha, quase transparente, da qual não se consegue sair.

Até quando você vai ficar enredado nas teias da embromação, sem se decidir definitivamente pelo Reino de Deus? Até quando o demônio continuará embromando-o nos seus pecados de sempre? Até quando? É preciso dizer um basta!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova