segunda-feira, 10 de junho de 2013


BEM AVENTURADO O QUE CONFIA NO SENHOR

O medo muitas vezes está disfarçado dos mais variados sentimentos, algumas vezes, de raiva, desprezo, indiferença, outras vezes de atenção, delicadeza e até mesmo bondade.

E como se livrar do medo excessivo? São necessárias algumas coisas como conhecer e aceitar as próprias limitações, as próprias fraquezas. Para que esta libertação aconteça, primeiramente é necessário estarmos unidos a Deus. Só em Deus seremos plenamente livres.

Veja, se Deus está em nós e Ele nos ama, esse amor gera em nós toda a certeza, toda a segurança, toda a capacidade de superar e dominar nossos medos e inseguranças. Quando aprendemos a reconhecer com gratidão o que somos, não existe lugar para o medo; quando estamos com Deus, não existe medo, existe confiança.

Em João 8,12 está escrito: “Eu sou a luz do mundo”, quem nesta luz que é o próprio Cristo, aprende a lidar e reconhecer os medos, sem disfarces.

De nada vai adiantar nos esconder sob disfarces sempre que tivermos um medo, mais cedo ou mais tarde teremos que lidar com este sentimento destruidor. Não despreze a luz que vem de Deus, aproprie-se desta luz divina e siga em frente.

Senhor, nós te damos graças pela doutrina que Jesus nos deixou. Manda-os o teu Santo Espírito para que infunda em nós a piedade e a fortaleza, tornando-nos fortes na fé e zelosos por Tua palavra. Amém
Padre Alberto Gambarini


O QUE JESUS PEDE DE CADA UM DE NÓS ?



Não vamos complicar! Para nós, todos nós cristãos, Nosso Senhor pede apenas três coisas: que preguemos Seu Evangelho, curemos os doentes e expulsemos os demônios. Essa é nossa missão e, é claro, nossa parte na missão de toda a Igreja.

Portanto, entre tantas tarefas e busca de sentido na vida, é preciso que revejamos a vida e nos adequemos ao que, de fato, oferece sentido ao que somos: cristãos!

Coragem! Também fiquei muito questionando

VOLTEMOS PARA JESUS DE TODO CORAÇÃO

“Volta ao Senhor e deixa os teus pecados” (Eclo 17,21).
Hoje, Deus nos convida a voltarmos para Ele de todo o coração; a deixarmos para atrás tudo o que fazemos e sabemos não ser certo, mas insistimos em fazer, desde as coisas bem pequenas às mais complexas.
Fomos criados para ser livres e assim vivermos, mas o pecado nos aprisiona. Por exemplo: para muitos, mentir virou um hábito e parece que já é algo normal, mas essas coisas minam as nossas forças e destroem a nossa vida, pouco a pouco, sem que nos apercebamos. Os efeitos são corrosivos e causam grandes danos.
O melhor remédio para curarmos esses males é o arrependimento sincero, uma boa confissão e uma nova postura diante de Deus.
Virgem Maria, ajudai-nos a voltar ao bom caminho. Obrigada!
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

O PREÇO DA INTOLERÂNCIA

Os intolerantes perdem a capacidade de sorrir

No início de um novo ano, Geovani Vicente Ferreira, 33 anos, tomou um táxi e indicou o lugar para onde desejava ir. Lá chegando, foi informado de que a corrida custara R$ 4,64. Geovani pagou somente R$ 4,60, mas o taxista exigiu os quatro centavos que faltavam. Geovani entregou uma moeda de cinco centavos e passou a exigir seu troco: exatamente um centavo. O taxista disse que não tinha uma moeda desse valor e que não iria dar o troco. Os ânimos foram ficando acirrados, até que o passageiro desistiu do seu troco e saiu com raiva do táxi, batendo a porta com toda a força. O taxista não se conteve e deu um tiro, matando o passageiro. O que leva uma pessoa a chegar a esse grau de intolerância? Como a vida pode chegar a valer apenas um centavo? 
Estamos diante de um fato extremo, mas que nos faz pensar. Dificilmente alguém de nós chegaria tão longe, mas é possível que você já tenha dito poucas e boas para aquele carro que fechou o seu ou demorou demais para sair com o semáforo aberto. Você pode ter levantado a voz com aquela pessoa que estava atendendo a fila sem pressa. A verdade é que a intolerância é um mal muito presente no mundo estressado em que vivemos. Queremos tudo para ontem. Ficamos viciados na impaciência.
Coloque, nesse contexto, um pouco de arrogância e violência. Aí está a mistura explosiva. O resultado pode ser verificado no jornal nosso de cada dia. Guerra, sangue, violência.
Os intolerantes perdem a capacidade de sorrir e procuram seu refúgio no mau humor e na ignorância. A inteligência não consegue sobreviver nesse canteiro de ervas daninhas. Terroristas, assassinos e traficantes precisam usar o capuz, esconder o rosto, evitar fazer algum raciocínio, pois se arriscariam a descobrir que sua atitude é totalmente idiota e sem sentido. É por isso que aqueles que estão interessados no lucro que a intolerância pode gerar estimulam o fundamentalismo, que é a ignorância em sua forma religiosa. Então, você tem aqueles que matam e morrem em nome de Deus.

Atenção: há formas de terrorismo presentes nas salas de aula, nas casas e nas ruas. A intolerância pode aflorar até em um táxi qualquer, por um mero centavo. Há pais intolerantes com seus filhos e vice-versa. Há professores que são um verdadeiro terror para os alunos, e há alunos que fazem o terror de seus mestres.Precisamos dar um basta. Se ficarmos em silêncio sempre, teremos apenas que chorar os mortos. Devemos anunciar a solidariedade e a paz.

A calma, a compreensão, a compaixão, o diálogo, o humor e o amor são as raízes dessa atitude profunda que chamamos de tolerância. Não me entenda mal, tolerar não significa deixar as coisas como estão, colocar panos quentes, aceitar o reinado dos maus. Já se falou muito em “tolerância zero”. Não devemos tolerar o pecado. Mas precisamos atirar no pecador? Não precisamos perdoar a dívida de R$ 10 mil. Mas precisamos gastar tanta adrenalina por um centavo? Pense nisso!

domingo, 9 de junho de 2013


BEM AVENTURADO JOSÉ DE ANCHIETA

Nascido nas Ilhas Canárias, pertencente a uma grande família de 12 irmãos, o santo de hoje viveu no século XVI.
Por motivos de estudo, foi enviado para Coimbra – Portugal, local onde teve o primeiro contato com a Companhia de Jesus e com o testemunho de São Francisco Xavier.
Muitas coisas o levaram a discernir seu chamado à vida religiosa, e aos 17 anos diante de uma imagem de Nossa Senhora, ele fazia o seu compromisso de abandonar tudo e servir a Deus.
Anchieta entrou na Companhia de Jesus em 1551, fez um noviciado exigente, e mesmo com a saúde frágil fez os seus votos de castidade, pobreza e obediência, em 1553. Neste mesmo ano foi enviado para o Brasil, e chegando na Terra de Santa Cruz ele pôde evangelizar.
Ainda não era sacerdote. Estudava Filosofia, Teologia, e sempre evangelizando, dando aulas, indo ao encontro dos indígenas. Respeitava a cultura do povo, conheceu a língua Tupi-Guarani para melhor evangelizar.
Homem fiel à santa doutrina, à sua congregação e acima de tudo, fiel ao Espírito Santo.
Esteve em diversos lugares do Brasil, como São Paulo, Rio de janeiro, Espírito Santo, Bahia etc. Consumia-se na missão.
José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo e com profundo respeito a quem nos acolhe, a quem é chamado também a ser inteiro de Jesus.
Bem-aventurado José de Anchieta, rogai por nós!